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Search for: Mariza Polati
Abstract
Objetivos: Estabelecer a importância das disfunções dos músculos oblíquos na etiopatogenia das variações alfabéticas ("A" e "V") nos pacientes portadores de estrabismo do Hospital das Clínicas da Faculdadede Medicina da Universidadede São Paulo (HCFMUSP); estabelecer qual a disfunção de oblíquo mais comumente associada a cada variação alfabética. Métodos: Estudo retrospectivo realizado por meio de levantamento dos prontuários dos pacientes atendidos pelo Serviço de Motilidade Extrínseca Ocular do HCFMUSP de 1983 a 1988. Foram incluídos no trabalho 178 pacientes portadores de eso/exodesvios mais variações alfabéticas ("A" e "V"), com ou sem disfunções de oblíquos. Foram excluídos os pacientes portadores de formas especiais de estrabismo (síndromes e paresias) e os com cirurgia de estrabismo prévia à primeira consulta em nosso serviço. Resultados: Foram estudados os prontuários de 78 pacientes portadores de variação alfabética em "A": 44 mulheres e 34 homens; 61 pacientes com menos de 20 anos e 17 com mais; 59 esodesvios e 19 exodesvios. 58 pacientes com variação em "A" de até 30 dioptrias prismáticas, 12 pacientes com "A" diagnosticado apenas pelas versões e 8 com variação maior que 30; disfunções de oblíquos encontradas em 70 dos 78 pacientes estudados (89,74%), sendo as mais freqüentes a hiperfunção de oblíquo superior bilateral associada à hipofunção bilateral de oblíquo inferior (31 casos) e hiperfunção de oblíquo superior bilateral isolada (12 casos). Foram estudados 100 prontuários de pacientes portadores de variação alfabética em "V": 58 mulheres e 42 homens; 77 pacientes com menos de 10 anos de idade; 65 esodesvios, 34 exodesvios e 1 ortoforia; grande maioria dos pacientes com "V" entre 10 e 30 dioptrias prismáticas (71 casos); disfunções de oblíquos encontradas em 93 pacientes, sendo as mais freqüentes a hiperfunção de oblíquo inferior bilateral isolada (33 casos) e a hiperfunção de oblíquo inferior bilateral associada à hipofunção de oblíquo superior bilateral (30 casos). Conclusões: Os resultados desse trabalho confirmam a importância das disfunções de oblíquos na etiopatogenia das anisotropias em "A" e "V". Nas anisotropias em "A" a disfunção de motilidade extrínseca ocular mais freqüente foi a hiperfunção de oblíquo superior; nas anisotropias em "V", foi a hiperfunção de oblíquo inferior.
Keywords: Músculos oculomotores; Anisotropia; Estrabismo
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a eficácia de técnica simplificada de cirurgia ajustável per-operatória, sob anestesia geral, para a correção de desvios horizontais. MÉTODOS: Estudo prospectivo de 49 pacientes portadores de desvio horizontal, 22 com esotropia (ET) e 27 com exotropia (XT), da Secção de Motilidade Ocular Extrínseca da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Todos os pacientes foram submetidos à cirurgia utilizando-se a técnica de ajuste per-operatório. O ajuste foi realizado comparando-se a medida do desvio em milímetros (mm) do reflexo de luz na córnea no pré-operatório e a medida tomada no per-operatório, em plano anestésico profundo. Nas ET, o reflexo foi medido a partir do lado temporal do limbo e nas XT, do lado nasal. Todo o cálculo para o ajuste ou não, foi feito baseado nas medidas em milímetros, não se convertendo mm em dioptrias prismáticas, e nem se utilizando a pupila como ponto de referência. RESULTADOS: 28 pacientes (57,1%) apresentaram alteração do desvio em plano anestésico profundo. Em 25 pacientes (51,0%) foi necessária a realização do ajuste. Estabelecendo-se como critério de sucesso cirúrgico ortotropia, eso ou exotropia até 10 dioptrias prismáticas no pós-operatório após, no mínimo, 6 meses, a taxa de sucesso foi 75,6%. CONCLUSÃO: Os resultados mostraram que a técnica é eficiente. A técnica de cirurgia simplificada com ajuste per-operatório descrita pelos autores, oferece mais uma opção de tratamento cirúrgico visando diminuir o número de reoperações e aumentar a taxa de sucesso nas correções dos desvios, principalmente nos casos de mais difícil planejamento e que não colaboram para ajuste com anestesia tópica e/ou pós-operatório. Por ser técnica simplificada, pode ser mais facilmente realizada por cirurgiões menos experientes, aumentando a sua utilização em maior número de casos.
Keywords: Técnicas de sutura; Anestesia geral; Estrabismo; Esotropia; Exotropia; Estudos prospectivos; Adulto
Abstract
OBJETIVO: Desenvolver uma rede neural artificial para planejar a estratégia cirúrgica em pacientes portadores de estrabismo sensorial, com desvio horizontal. MÉTODOS: Foi realizado estudo retrospectivo envolvendo 95 pacientes portadores de estrabismo sensorial, atendidos no Ambulatório de Motilidade Ocular Extrínseca do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Foi construída uma rede neural artificial utilizando-se o Java Neural Network 1.1. Foram utilizados 68 pacientes para treinamento e validação da rede e 27 para testar o seu funcionamento. RESULTADOS: Dos 68 pacientes utilizados no treinamento da rede, 37 apresentavam exotropia e 31 esotropia. O método utilizado para treinamento da rede foi o "backpropagation". A taxa de aprendizado utilizada foi de 0,6, e a taxa de tolerância de erro 0,05. Dos 27 pacientes utilizados para avaliação da eficácia da rede, 18 apresentavam exotropia, e 9 esotropia. A eficácia da rede foi avaliada pela média da diferença entre os resultados fornecidos pela rede, e as indicações originais. Nos pacientes com exotropia o erro médio foi de 0,4 mm (±0,4), para o retrocesso do músculo reto lateral, e de 0,3 mm (±0,3), para a ressecção do músculo reto medial. Nas esotropias, o erro médio foi de 0,2 mm (±0,2), para o retrocesso do músculo reto medial e de 0,5 mm (±0,3), para ressecção do músculo reto lateral. CONCLUSÃO: A rede neural artificial, por sua característica de simular o sistema nervoso central biológico, e sua capacidade de realizar tarefas cognitivas, é opção viável para auxiliar no planejamento cirúrgico da cor-reção do estrabismo.
Keywords: Estrabismo; Procedimentos cirúrgicos operatórios; Esotropia; Exotropia; Rede nervosa
Abstract
OBJETIVO: Avaliar os prontuários dos pacientes com estrabismo sensorial em aspectos variados, como etiologia, tipo e medida do desvio, correlação do tipo do desvio com a idade de aparecimento da doença de base, e resultado cirúrgico dos casos operados. MÉTODOS: Avaliação dos prontuários médicos dos pacientes com estrabismo sensorial atendidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP - no setor de Motilidade Ocular Extrínseca, no período de setembro de 1990 a julho de 2002. RESULTADOS: Foram avaliados 84 pacientes masculinos e 107 femininos; o diagnóstico mais freqüente para baixa visual foi coriorretinite atrófica em 49 casos. Oitenta e sete pacientes tinham exotropia e 97 tinham esotropia. Oitenta e dois pacientes tiveram cirurgia indicada, e 50 foram operados. Em 42 deles, foi constatado sucesso cirúrgico de 90,5% (desvio longe e perto menor ou igual a 15 dioptrias prismáticas). CONCLUSÕES: O bom resultado cirúrgico observado neste e em outros estudos reforça a necessidade da correção cirúrgica nesses casos.
Keywords: Esotropia; Percepção de profundidade; Estrabismo; Acuidade visual; Resultado de tratamento
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a influência da adesão ao tratamento, da gravidade da ambliopia e da idade de início do tratamento em pacientes com ambliopia por estrabismo submetidos à terapia oclusiva. MÉTODOS: Analisaram-se 569 prontuários de pacientes com ambliopia por estrabismo atendidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP no período de 1983 a 2000. Os critérios de exclusão foram: perda de seguimento, idade maior que 12 anos, presença de nistagmo e outras doenças oculares. Todos foram submetidos a exame oftalmológico completo com avaliação da motilidade ocular, divididos por faixas etárias e classificados quanto ao tipo de estrabismo, gravidade da ambliopia e adesão ao tratamento. Os dados foram analisados estatisticamente pelo método de Fisher. RESULTADOS: Foram incluídos 198 pacientes (34,8%). Não houve diferença de adesão nos diversos grupos etários. A taxa de sucesso foi maior nos pacientes com boa adesão independente da gravidade da ambliopia. Porém a adesão ao tratamento foi menor no grupo com ambliopia grave, que foi o mais freqüente e obteve menor taxa de sucesso em nossa amostra. Não houve relação entre idade e sucesso terapêutico. CONCLUSÕES: O estudo demonstrou que a adesão ao tratamento oclusivo desempenha papel fundamental na eficácia terapêutica. Com isto, idade de início do tratamento isoladamente não teve influência no sucesso terapêutico, uma vez que foi possível obter boa adesão a despeito da idade. Além disto, os resultados foram piores nos casos de ambliopia grave, nos quais a adesão foi menor.
Keywords: Ambliopia; Cooperação do paciente; Curativos oclusivos; Eficácia; Estrabismo; Acuidade visual; Hospitais universitários; Estudos retrospectivos
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada para a correção de desvio horizontal. MÉTODOS: Foram avaliados retrospectivamente os prontuários médicos de todos os pacientes que foram submetidos à cirurgia para correção de desvio horizontal utilizando a técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada no setor de Motilidade Ocular Extrínseca do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no período entre janeiro de 2001 e novembro de 2005. Por essa técnica, o ajuste foi calculado com base no reflexo luminoso na córnea, considerando a diferença entre a medida pré-operatória e sob plano anestésico profundo. RESULTADOS: Foram realizadas 153 cirurgias, sendo 73 (47,8%) casos de esotropia (ET) e 80 (52,2%) de exotropia (XT). Após a anestesia, houve alteração do desvio em 123 (80,4%) pacientes, sendo que destes, 69 (56,1%) eram esotropia que diminuíram, 51 (41,5%) eram exotropia que aumentaram e 3 (2,4%) eram exotropia que diminuíram. Foi realizado o ajuste per-operatório em 60 (39,2%) casos, sendo 30 (41,1%) casos de esotropia e 30 (37,5%) de exotropia. Os resultados pós-operatórios foram avaliados após seguimento mínimo de 180 dias, com taxa de sucesso (considerando ortotropia, sub ou supercorreção de até 10 dioptrias prismáticas) de 71,6%. CONCLUSÕES: A técnica de sutura ajustável per-operatória simplificada, que foi apresentada em 2003 em um estudo com 49 pacientes operados pelo mesmo cirurgião, mostrou-se eficiente nessa série maior de casos e realizada por diferentes cirurgiões. É proposta para pacientes que não colaboram para outras técnicas de ajuste, visando aumentar o sucesso cirúrgico.
Keywords: Estrabismo; Anestesia geral; Técnicas de sutura; Esotropia; Exotropia
Abstract
OBJETIVO: Descrever as características clínicas pré-operatórias dos pacientes com estrabismo secundário à orbitopatia de Graves e os resultados da cirurgia com anestesia tópica e sutura ajustável. MÉTODOS: Estudo retrospectivo realizado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Foram pesquisados os prontuários de todos os pacientes atendidos no ambulatório de estrabismo no período de março de 1994 a maio de 2004. Destes, foram separados aqueles com estrabismo associado à orbitopatia de Graves submetidos à cirurgia ajustável com anestesia tópica. As características clínicas pré-operatórias e os resultados cirúrgicos foram levantados a partir desta análise. RESULTADOS: Foram incluídos 13 pacientes. O tipo de desvio mais freqüentemente encontrado foi esotropia com hipotropia. Em 9 pacientes modificou-se o retrocesso programado no pré-operatório. Três casos necessitaram de uma segunda cirurgia. Após 6 meses de seguimento, 8 dos 13 pacientes estavam ortotrópicos ou com foria pequena e com algum grau de estereopsia. CONCLUSÃO: Neste estudo observou-se que 62% (8/13) dos pacientes apresentavam hipotropia com esotropia, provavelmente por causa do comprometimento associado do reto inferior e reto medial. Nove dos 13 pacientes necessitaram de ajuste no peroperatório e apenas 3 foram reoperados, indicando a importância da técnica ajustável para melhor alinhamento ocular no pós-operatório, possibilitando obter resultados mais satisfatórios.
Keywords: Anestesia local; Diplopia; Doença de Graves; Estrabismo; Visão binocular
Abstract
OBJETIVO: Investigar a contribuição individual da profundidade da câmara anterior, da espessura do cristalino e da profundidade da câmara vítrea para o comprimento axial total em pacientes com ambliopia por esotropia. MÉTODOS: Foram incluídas 74 crianças com idade entre 5 e 8 anos, sendo 37 pacientes com ambliopia por esotropia e 37 voluntários sadios (grupo controle). Foi realizado exame oftalmológico completo, incluindo refração sob cicloplegia e ultrassonografia modo A. Foram registrados profundidade da câmara anterior, espessura do cristalino, profundidade da câmara vítrea e comprimento axial total. A contribuição individual de cada componente para o comprimento axial total foi relatada como valor porcentual e teste t de Student pareado foi utilizado para a comparação entre olho amblíope e olho contralateral e entre olho direito e esquerdo no grupo controle. RESULTADOS: Olhos amblíopes, quando comparados aos olhos contralaterais, apresentaram maior contribuição da espessura do cristalino (P=0,001), menor contribuição da profundidade da câmara vítrea (P=0,001) e contribuição semelhante da profundidade da câmara anterior (P=0,434) para o comprimento axial total. A comparação entre olho direito e olho esquerdo no grupo controle mostrou contribuições semelhantes da profundidade da câmara anterior (p=0,620), da espessura do cristalino (P=0,721) e da profundidade da câmara vítrea (P=0,483) para o comprimento axial total. CONCLUSÕES: Este estudo mostrou diferenças entre olhos amblíopes e não amblíopes quando o comprimento axial total é dividido nas contribuições individuais dos seus componentes.
Keywords: Ambliopia; Comprimento axial do olho; Cristalino; Esotropia; Ultrassonografia
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a prevalência de erros refrativos em crianças portadoras da sequência de Möbius. MÉTODOS: Trabalho realizado durante o encontro anual da Associação Möbius do Brasil (AMoB) em novembro de 2008. Quarenta e quatro pacientes com diagnóstico de sequência de Möbius foram submetidos a avaliação multidisciplinar: oftalmológica, neurológica, genética, psiquiátrica, psicológica e odontológica. Quarenta e três pacientes colaboraram com exame oftalmológico. Vinte e dois (51,2 %) eram do sexo masculino e 21 (48,8 %) do sexo feminino. A idade média foi de 8,3 anos (2 a 17 anos). A medida da acuidade visual foi realizada com tabela logMAR retro-iluminada, nos pacientes que colaboravam. Todas as crianças foram submetidas a exame da motilidade ocular, refração sob cicloplegia e fundo de olho. RESULTADOS: Do total de 85 olhos estudados, usando o equivalente esférico, a maioria dos olhos (57,6%) são emétropes (>-0,50 D e <+2,00 D). A prevalência de astigmatismo maior que 0,75D foi 40%. CONCLUSÃO: A prevalência de erros refrativos, pelo equivalente esférico, no grupo estudado foi de 42,4%.
Keywords: Síndrome de Möbius; Erros de refração; Estrabismo; Anisometropia; Astigmatismo
Abstract
Objetivo: Descrever o perfil sóciodemográfico, exposição à teratógenos e anormalidades oculares congênitas em pacientes brasileiros portadores da sequência de Möbius Método: Quarenta e quatro pacientes recrutados da Sociedade Brasileira de Sequência de Möbius foram examinados. Este estudo transversal incluiu 41 pacientes que preencheram os critérios de inclusão do estudo (média das idades: 9,0 ± 5,5 anos). Mãe/responsável dos pacientes responderam a um questionário sobre perfil sóciodemográfico e história gestacional. Foi realizado exame oftalmológico de todos os pacientes. Eles foram agrupados em dois grupos de acordo com a exposição ao misoprostol durante a gestação e seus dados foram comparados. Resultados: Mães/responsáveis referiram gravidez indesejada em 36 (88%) dos casos. Destas, 19 (53%) fizeram uso de misoprostol no primeiro trimestre de gestação. Houve uma tendência do grupo de mães não expostas ao misoprostol de terem um estado civil estável (P=0,051). Duas (11%) mães do grupo de expostas ao misoprostol relataram primeiro grau incompleto e três (14%) do grupo de não expostas (P=0,538). A exposição das mães à cocaína, maconha, álcool e cigarro foi similar em ambos os grupos (P=0,297, P=0,297, P=0,428, P=0,444, respectivamente). Houve um caso (5%) de Rubéola no grupo de mães não expostas. As principais malformações associadas nos pacientes expostos e não expostos foram, respectivamente: estrabismo (72% e 77%), e diminuição da lágrima emocional (47% e 36%) e lagoftalmia (32% and 41%). Conclusão: Estado civil estável foi mais frequente em mães que não fizeram uso de misoprostol durante a gestação. Exposição à outros teratógenos e malformações oculares tiveram distribuição semelhante em ambos os grupos.
Keywords: Síndrome de Möbius/fisiopatologia; Teratogenios; Anormalidades congênitas/etiologia; Misoprostol/efeitos adversos; Complicações na gravidez
Abstract
Objetivo: Avaliar os impactos clínico e cirúrgico dos fenômenos que podem ocorrer na exotropia intermitente.
Métodos: Os prontuários de casos de exotropia intermitente de 1991 a 2014 foram revisados retrospectivamente. Todos os pacientes foram submetidos a uma serie de medidas incluindo o protocolo com oclusão monocular com base na propedêutica proposta por Kushner.
Resultados: Outdoor sensitivity foi observada em 31% dos pacientes com taxa de subcorreção de 44% vs. 18% dos casos sem outdoor sensitivity. Após 1 hora de oclusão monocular, 41% de todos os pacientes apresentaram um aumento no desvio com uma taxa de subcorreção 40%, enquanto 25% não.
Conclusão: Os resultados demonstram a importância da propedêutica completa, uma vez que há maior taxa de subcorreção tardia nos casos de outdoor sensitivity e maior desvio após a oclusão.
Keywords: Exotropia; Estrabismo; Músculos oculomotores; Privação sensorial; Visão monocular
Abstract
A regeneração aberrante nas paralisias do terceiro nervo, ligando a contração do reto medial ao músculo levantador da pálpebra, é uma grande oportunidade para fazer um planejamento cirúrgico para tratar tanto a ptose quanto o desvio horizontal em um procedimento único. Relatamos uma ptose grave associada à exotropia corrigida com sucesso com uma única cirurgia de estrabismo horizontal devido à regeneração aberrante e discutimos as bases do planejamento cirúrgico.
Keywords: Doença do nervo oculomotor/cirurgia; Estrabismo; Blefaroptose; Movimento ocular/fisiologia; Procedimento cirúrgico oftalmológico; Regeneração nervosa; Humanos; Relato de caso
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