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Search for: Maria Cristina Martins
Abstract
Contexto: A vasculite leucocitoclástica é uma doença que acomete pequenos vasos mais comumente associada a distúrbios do tecido conectivo, caracterizada clinicamente pela presença de lesões purpúricas palpáveis. Manifestações oftalmológicas são raras. Objetivo: Descrever quadro clínico de paciente portador de vasculite leucocitoclástica como manifestação incomum de padrão granulomatoso do erythema elevatum diutinum (EED). Relato de Caso: Paciente de 64 anos, masculino, apresentando baixa de acuidade visual e aparecimento de lesões nodulares em mãos. Ao exame oftalmológico, evidenciou-se afinamento corneano superior bilateral com perfuração corneana do olho esquerdo e espessamento da conjuntiva limbar em ambos os olhos, associada a intensa atividade inflamatória. Exame anatomopatológico da conjuntiva revelou vasculite granulomatosa com intenso exsudato neutrofílico, células gigantes multinucleadas, além de proliferação fibroblástica. Exame anatomopatológico de biopsia da pele evidenciou alterações semelhantes compatíveis com EED, porém não foi visto célula gigante sugerindo lesão granulomatosa. Conclusão: Ceratólise auto-imune secundária a vasculite leucocitoclástica cutânea (EED) não havia sido descrito na literatura, tampouco encontramos referências sobre a reação granulomatosa (encontrada na conjuntiva) em EED.
Keywords: Vasculite leucocitoclástica; Ceratólise; Erythema elevatum diutinum; Perfuração ocular
Abstract
Objetivo: Avaliar alterações morfológicas causadas por injeção intravítrea de bupivacaína, anestésico local de ação prolongada muito utilizado em bloqueios regionais oculares, na retina de coelhos albinos. Métodos: A droga na concentração de 0,75% em 0,1 mL foi injetada na cavidade vítrea próximo a retina num olho, enquanto solução salina balanceada em igual volume foi injetada no olho contralateral (controle). Foram realizadas oftalmoscopias indiretas antes, durante, imediatamente após e nos períodos de 1h, 24h e 72h, microscopias de luz e eletrônica de transmissão em 24 e 72 horas depois da administração do anestésico. Resultados: No exame oftalmoscópico imediatamente após a injeção de bupivacaína, encontrou-se em todos os casos a retina com aspecto esbranquiçado próximo ao local da injeção, fenômeno atribuído à presença de depressão alastrante, também observada (com menor freqüência e intensidade) nos olhos do grupo controle. Outras alterações encontradas incluíram: edema de retina, 6 (60%); área de condensação vítrea, 5 (50%); e pulso arterial de papila, 2 (20%). Conclusões: Injeção intravítrea de bupivacaína em concentração de 0,75% (usada para anestesia local retrobulbar, peribulbar ou outra técnica em cirurgias oculares prolongadas) não desencadeou alterações morfológicas quando estudadas pela microscopia de luz; porém desencadeou alterações sugestivas de edema discreto nas células horizontais da retina de coelhos albinos, estudados com microscopia eletrônica de transmissão, nos períodos de 24 e 72 horas.
Keywords: Retina; Bupivacaína; Bupivacaína; Toxidade de drogas; Coelhos
Abstract
OBJETIVO: Analisar as variações de custo das drogas para tratamento do glaucoma no mercado farmacêutico, nos últimos 30 anos, em intervalos de 10 anos. MÉTODOS: A partir dos Dicionários de Especialidades Farmacêuticas, dos anos de 1972, 1982, 1992 e 2002 nos quais foram anotadas as drogas utilizadas no tratamento do glaucoma, suas apresentações e laboratórios. Foram analisados os valores dos medicamentos no mercado brasileiro, nos diferentes anos, por meio do Guia Farmacêutico Brasíndice. Para análise dos dados, os preços foram convertidos para o dólar americano na época e estudada a relação percentual entre o preço dos medicamentos e o salário mínimo vigente na época, considerando-se como unidade de referência do produto os valores por mililitro, comprimido ou grama, dependendo da apresentação do fármaco. RESULTADOS: O número de laboratórios e medicações antiglaucomatosas variaram nestes últimos trinta anos. Drogas como a pilocarpina e acetazolamida continuam sendo utilizadas. Há predominância do uso de mióticos nos primeiros anos do estudo, e de beta-bloqueadores nos últimos anos. O custo médio das medicações disponíveis no mercado aumentou principalmente na última década. CONCLUSÃO: O preço dos medicamentos antiglaucomatosos variou de forma considerável no período estudado, bem como o tipo de medicação usada no tratamento.
Keywords: Glaucoma; Glaucoma; Custos de medicamentos; Industria farmacêutica; Soluções oftálmicas; Anti-hipertensivos
Abstract
A presença de fungos na conjuntiva representa constante ameaça para os olhos, pois estes microrganismos, definidos como oportunistas, podem provocar infecções oculares graves, em situações como baixa resistência orgânica, uso de medicações imunossupressoras, antibióticos e alteração epitelial. O objetivo desta, é relatar um caso de aspergilose ocular em paciente imunodeprimida com diagnóstico de hemoglobinúria paroxística noturna. Paciente feminina de 51 anos, internou imunossuprimida e plaquetopênica com diagnóstico de hemoglobinúria paroxística noturna. Ao exame, apresentava acuidade visual de 20/40 OD (olho direito) e percepção luminosa OE (olho esquerdo). Apresentava à biomicroscopia hiposfagma, edema conjuntival bilateral e abscessos conjuntivais múltiplos em ambos os olhos; córnea transparente AO (ambos os olhos). Boa motilidade ocular. A fundoscopia em OD não demonstrava particularidades, em OE havia hemorragia macular. A tomografia computadorizada de órbita revelou infiltração de gordura periocular. A ressonância nuclear magnética mostrou os mesmos achados da tomografia computadorizada, compatível com celulite orbitaria. Foi realizada hemocultura que demonstrou crescimento de Aspergillus sp e a cultura do raspado conjuntival foi negativa. O tratamento sistêmico com anfotericina B demonstrou melhora do quadro ocular, que regrediu completamente após a introdução de colírio de natamicina a 5%. As infecções orbitárias causadas por Aspergillus são incomuns, aparecendo usualmente em pacientes imunodeprimidos. Com freqüência têm curso insidioso, podendo ser confundidas com outros processos orbitarios. O comprometimento imunológico pode inibir a expressão dos sintomas locais e sistêmicos, resultando em confusão diagnóstica. O diagnóstico é feito com exames laboratoriais, mas a cultura pode ser negativa apesar do quadro clínico clássico, dificultando assim, o início do tratamento. Nesses casos inicia-se o manejo, segundo o quadro de sintomas.
Keywords: Aspergilose; Infecções oculares fúngicas; Infecções oculares; Infecções oportunistas; Relato de caso; Adulto; Feminino
Abstract
OBJETIVO: Descrever e analisar os principais achados histopatológicos no retinoblastoma com ênfase na invasão de nervo óptico e túnicas oculares, correlacionando-os ao tratamento realizado. MÉTODOS: Vinte e oito olhos com diagnóstico de retinoblastoma tratados por enucleação na Universidade Federal de São Paulo entre dezembro de 2000 e outubro de 2002 foram submetidos à revisão histopatológica. Os dados clínicos incluiram idade, sexo, raça, lateralidade e tratamento realizado. Na revisão histopatológica foram avaliados neovascularização da íris e seio camerular, grau de diferenciação do tumor e invasão do nervo óptico e coróide de acordo com a classificação de Khelfaoui. RESULTADOS: De 27 pacientes, 13 (48,1%) eram do sexo masculino e 14 (51,9%) eram do sexo feminino, 16 (59,3%) eram da raça branca, 5 (18,5%) eram da raça amarela, 4 (14,8%) eram pardos e 2 (7,4%) eram negros. A média da idade dos pacientes foi de 22,7 meses, sendo 13 casos bilaterais e 14 casos unilaterais. Com relação ao tratamento utilizado, 13 (46,4%) olhos foram submetidos a enucleação primária e 15 (53,6%) tiveram tratamento prévio. Na avaliação histopatológica, 15 (53,6%) tumores eram bem diferenciados. Neovascularização da íris e/ou seio camerular foram observados em 60,6% e necrose e calcificação em 89,2% dos casos. O envolvimento da coróide foi observado em 18 (64,2%) dos casos (grau II e III) e a invasão de nervo óptico em 8 (28,5%) (graus II, III e IV). Dos casos submetidos ao tratamento prévio 40% tinham algum grau de invasão das túnicas oculares e apenas 6,67% apresentavam simultaneamente invasão do nervo óptico e das túnicas oculares. Entretanto nos olhos que foram submetidos à enucleação primária 30,7% apresentavam invasão das túnicas oculares e 53,8% apresentavam simultaneamente invasão do nervo óptico e das túnicas oculares. CONCLUSÃO: Neovascularização, necrose e calcificação foram achados mais comumente observados. A invasão do nervo óptico e coróide foram os dois fatores prognósticos mais importantes, encontrados em 28,5% e 64,2% dos casos respectivamente. Os casos tratados com enucleação primária apresentavam maior comprometimento ocular.
Keywords: Retinoblastoma; Neoplasias da coróide; Neoplasias do nervo óptico; Invasividade neoplásica; Fatores de risco
Abstract
Relatamos três casos de infecção corneana por Acanthamoeba sp em que foi possível detectar cistos do microorganismo com a técnica de citologia de impressão. Três pacientes encaminhados ao Laboratório de Doenças Externas Oculares em 2004 com alterações superficiais da córnea foram submetidos ao exame de citologia de impressão para investigação da presença de cistos de Acanthamoeba sp. Duas amostras foram obtidas da córnea de cada paciente e coradas com PAS, hematoxilina e Papanicolaou. Investigação microbiológica de rotina e cultura também foram realizadas após raspado da córnea. O cultivo das amostras e a citologia de impressão foram positivas para Acanthamoeba sp em todos os pacientes, ao passo que os raspados corados com Giemsa foram positivos em dois casos. A citologia de impressão revelou cistos de Acanthamoeba sp entre feixe de células epiteliais corneanas e como células isoladas. Foram observados cistos no epitélio de um dos pacientes com a citologia de impressão após três meses de tratamento, enquanto o raspado foi negativo. No exame anatomopatológico observaram-se cistos no epitélio e estroma de uma córnea receptora de um dos pacientes após transplante. Neste estudo, a citologia de impressão detectou com sucesso cistos de Acanthamoeba sp em pacientes com acometimento epitelial. Por tratar-se de método não invasivo, a técnica pode ser usada para facilitar o diagnóstico mais precoce da infecção por Acanthamoeba, sendo útil também no acompanhamento do tratamento da doença.
Keywords: Ceratite por Acanthamoeba; Doenças da córnea; Técnicas citológicas; Técnicas de diagnóstico oftalmológico; Ceratite; Relatos de casos
Abstract
OBJETIVO: Avaliar as características morfológicas da membrana amniótica desepitelizada por diferentes técnicas. MÉTODOS: A membrana amniótica humana foi coletada no momento do parto, fixada em concentrações crescentes de glicerol (0-50% em DMEM) e preservada a 80°C até a hora de ser usada. O estudo consistiu de 4 grupos: epitélio intacto (controle) e membranas desepitelizadas pela tripsina (2 mg/mL a 1:250), dispase (1,2 U/mL em solução salina balanceada de Hank livre de Mg2+ e Ca2+) e ácido etilenodiaminotetra-acético (EDTA), 0,02%). As amostras foram submetidas à análise por microscopia eletrônica (de varredura e de transmissão). RESULTADOS: A microscopia eletrônica de varredura mostrou epitélio intacto no grupo controle e sua ausência nas membranas amnióticas desepitelizadas pela tripsina e pela dispase. Naquelas tratadas com o ácido etilenodiaminotetra-acético, havia áreas com e sem epitélio. Quando avaliadas pela microscopia eletrônica de transmissão, o epitélio estava intacto e firmemente aderido à membrana basal através de hemidesmossomos nos grupos controle e em parte do ácido etilenodiaminotetra-acético. Havia apenas fibras colágenas nas membranas tratadas com dispase e tripsina. CONCLUSÕES: O tratamento da membrana amniótica com tripsina e dispase pode causar completa retirada do epitélio e da membrana basal, ao passo que o ácido etileno- diaminotetra-acético pode preservar áreas com epitélio intacto e parcialmente destruir a membrana basal em outras.
Keywords: Âmnio; Ácido edético; Doenças da córnea; Tripsina; Endopeptidases; Microscopia eletrônica
Abstract
O objetivo deste relato de caso foi correlacionar achados da histopatologia com a angiografia por fluoresceína (AF) e por indocianina verde (AIV) em um paciente com oftalmia simpática. Após dois meses de trauma perfurante no olho direito, o paciente apresentou baixa acuidade visual no olho esquerdo (OE). A AF do OE mostrou áreas de hipofluorescência homogênea na fase arterial e venosa, áreas de progressiva hiperfluorescência granular e vazamento do disco. A AIV mostrou áreas de hipofluorescência na fase inicial à tardia. A histopatologia foi realizada após evisceração do olho direito e demonstrou difuso edema da coriocapilar, inflamação da coróide, áreas focais de hiperplasia do epitélio pigmentar da retina, focos de células epitelióides entre a coróide e o epitélio pigmentar da retina, além da infiltração linfocitária das veias episclerais e descolamento de retina. A hiperfluorescência observada na AF foi correlacionada com o descolamento de retina e inflamação do nervo óptico. A hipofluorescência na AF e AIV correspondeu à presença de células inflamatórias (nódulos de Dalen-Fuchs) e edema coriocapilar difuso.
Keywords: Oftalmia simpática; Angiofluoresceinografia; Verde de indocianina; Relatos de casos
Abstract
OBJETIVO: Relatar as características da citologia de impressão de nevos conjuntivais referidos como mais perceptíveis. MÉTODOS: Trinta e cinco pacientes que notaram uma lesão conjuntival que se tornou mais perceptível, por mudança de cor ou de tamanho, foram avaliados. Ao exame biomicroscópico foi feito o diagnóstico clínico de nevo, sendo obtidas amostras de citologia de impressão das lesões com auxílio do papel filtro de acetato de celulose, coradas com PAS, H&E e Papanicolaou. Para os indivíduos que optaram também pela remoção da lesão, o tecido foi enviado para análise histopatológica. RESULTADOS: O exame de citologia de impressão revelou ninhos ou blocos de células névicas na camada epitelial, acompanhados ou não de células caliciformes em 32 casos (91,4%). Dez pacientes (28,5%) tiveram a lesão removida, sendo o diagnóstico histopatológico de nevo composto (um na carúncula, um na prega semilunar e seis na conjuntiva bulbar) e nevo subepitelial (dois na conjuntiva bulbar). CONCLUSÃO: A análise pela microscopia óptica das amostras de citologia de impressão confirmou o diagnóstico clínico ao demonstrar características típicas das camadas superficiais do nevo conjuntival em 91,4% dos pacientes. Nos nevos amelanóticos a citologia pode auxiliar no diagnóstico diferencial de outras lesões não pigmentadas. A técnica não substitui o exame histopatológico, mas pode ser útil na avaliação de células névicas em crianças e adultos.
Keywords: Nevo; Túnica conjuntiva; Túnica conjuntiva; Técnicas citológicas; Câmara anterior; Técnicas de diagnóstico oftalmológico
Abstract
Objetivo: Avaliar a concordância entre a citologia de impressão (CI) e os achados histopatológicos de lesões epiteliais clinicamente diagnosticadas como pterígio, no que tange a detecção de células de neoplasia escamosa da superfície ocular (NESO) insuspeita associada. Métodos: Trinta e dois pacientes brasileiros foram incluídos e a CI foi obtida de todos os pterígios antes da excisão. O exame histopatológico foi realizado por dois patologistas oculares experientes em consenso de opinião e considerado o padrão-ouro para o diagnóstico. A acurácia da CI foi avaliada pela sensibilidade e especificidade com intervalo de confiança de 95% Resultados: Das 32 lesões estudadas, o exame histopatológico confirmou o diagnóstico de pterígio sem atipia em 19 casos (60%) e mostrou células de NESO insuspeita associada em 13 espécimes (40%). A CI demonstrou um resultado falso-positivo e um falso-negativo para atipia. A análise estatística mostrou uma sensibilidade estimada de 92%, especificidade de 94%, valor preditivo positivo de 92% e valor preditivo negativo de 94%. Conclusão: A CI apresentou alta concordância com o estudo histopatológico na detecção de células epiteliais atípicas de NESO insuspeita em pterígios do Brasil.
Keywords: Pterígio; Conjuntiva; Córnea; Limbo da córnea; Superfície ocular; Neoplasias oculares; Técnicas citológicas
Abstract
Objetivo: Células acinares da glândula lacrimal (GL) sinalizam a regulação da liberação através de vesículas secretórias específicas Rab proteínas exocitóticas SNARE. No diabetes mellitus (DM), as glândulas lacrimais são disfuncionais. O objetivo deste trabalho foi determinar se em ratos diabéticos, alterações dos aparatos secretórios estão associados a efeitos sobre vesículas secretoras (VS) e sobre os níveis de expressão do constituinte Rab, bem como membros da família SNARE, e se a suplementação de insulina reverte as alterações. Métodos: DM foi induzido em ratos Wistar machos com uma dose intravenosa de estreptozotocina (60 mg/kg). Um dos dois grupos diabéticos foi então tratado a cada dois dias com insulina (1 UI). Um terceiro grupo controle foi injetado com o veículo. Após 10 semanas, western blot e RT-PCR comparou níveis de fatores secretórios de Rab e SNARE na glândula lacrimal. Microscopia eletrônica de transmissão (MET) avaliaram a densidade e integridade de VS de célula acinar. Resultados: No grupo diabetes mellitus , houve poucas e alargadas VS. Rab27b, Rab 3d e Sintaxina-1 diminuiu a expressão da proteína em ratos com Diabetes Mellitus. O tratamento com insulina restaurou a densidade das VS e expressão de Rab 27b e Sintaxina para seus níveis de proteína controle, enquanto a expressão de Vamp 2 RNAm aumentou em relação aos controles. Conclusões: Alterações na glândula lacrimal de diabetes mellitus estão associadas a reduções nos níveis de expressão de proteínas envolvidas no apoio a exocitose e formação vesicular. Eles são, em parte, revertida por terapia de reposição de insulina. Estes resultados podem ajudar a melhorar a conduta terapêutica do olho seco no diabetes mellitus.
Keywords: Diabetes Mellitus/induzido quimicamente; Aparelho lacrimal; Exocitose; Vesículas secretórias; Proteínas R-SNARE; Animais; Ratos
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