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Abstract
O enxerto de mucosa do palato duro é substituto satisfatório na reconstrução da lamela posterior da pálpebra (tarso e conjuntiva). Sua superfície mucosa, a resistência à contração e sua fácil retirada são vantagens sobre outros enxertos. Apresentamos duas complicações na região do sítio doador e discutimos as prováveis fisiopatologias destas complicações.
Keywords: Enxerto de palato duro; Defeito de lamela posterior da pálpebra
Abstract
A blefaropigmentação consiste em tatuagem aplicada na região da margem palpebral ou dos supercílios com o objetivo de dispensar a maquilagem diária. Poucos estudos comentam as complicações óculo-palpebrais deste procedimento. O presente trabalho apresenta 3 pacientes que desenvolveram triquíase após blefaropigmentação. Os autores discutem as possíveis causas e tecem comentários sobre o tratamento.
Keywords: Doenças palpebrais; Pigmentação; Pigmentação da pele; Tatuagem; Fotocoagulação; Argônio; Blefaroplastia
Abstract
OBJETIVOS: Familiarizar o oftalmologista com a anatomia da região temporal, descrever a técnica cirúrgica da retirada da fáscia temporal e da suspensão frontal e analisar as vantagens e desvantagens da fáscia temporal na suspensão frontal. MÉTODOS: Revisão do prontuário de uma paciente com blefaroptose grave que foi submetida à suspensão frontal com fáscia temporal. Revisão da anatomia da fossa temporal e das técnicas cirúrgicas. RESULTADOS: Bom resultado estético e funcional foi conseguido no caso descrito. CONCLUSÃO: A fáscia temporal é boa opção na suspensão frontal com algumas vantagens: é um tecido autógeno, de fácil obtenção e mínima morbidade no pós-operatório.
Keywords: Fáscia; Blefaroptose; Retalhos cirúrgicos
Abstract
Microftalmia com cisto colobomatoso orbitário é raro diagnóstico diferencial dos tumores congênitos orbitários. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são importantes para bom crescimento órbito-palpebral. Descrevemos três casos de microftalmia congênita associada a cisto colobomatoso orbitário e analisamos a importância dos exames complementares. Ultra-sonografia, tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e o estudo histológico da massa excisada estabeleceram o diagnóstico preciso de cisto colobomatoso.
Keywords: Exoftalmia; Cistos; Coloboma; Neoplasias orbitárias; Diagnóstico diferencial; Relato de caso
Abstract
OBJETIVO: Avaliar os resultados obtidos com a ressecção do músculo de Müller-conjuntiva no tratamento da blefaroptose e analisar suas vantagens. MÉTODOS: Trinta e oito pacientes (39 pálpebras) foram submetidos à ressecção do músculo de Müller-conjuntiva. Blefaroptose no pré-operatório variou de 1,0 mm a 3,0 mm (média: 2,0 mm). O valor de elevação palpebral produzido pelo teste da fenilefrina indicou a quantidade de tecido a ser ressecado. RESULTADOS: 33 pálpebras (85%) que foram tratadas com este procedimento tiveram resultado estético satisfatório. CONCLUSÃO: Ressecção do músculo de Müller-conjuntiva é técnica relativamente simples para o tratamento da blefaroptose, quando houver boa função do músculo levantador da pálpebra superior e teste da fenilefrina 10% positivo. Suas vantagens são a preservação do tarso e o resultado cirúrgico previsível.
Keywords: Blefaroptose; Palpebras; Conjuntiva; Fenilefrina; Resultado de tratamento
Abstract
OBJETIVO: Comparar a medida manual do comprimento vertical da fenda palpebral e sua medida obtida por meio de processamento computadorizado de imagens de indivíduos sem alterações palpebrais. MÉTODOS: Foram analisadas 102 fendas palpebrais de 51 indivíduos normais. A faixa etária variou entre 17 e 84 anos, sendo 25 (49%) do sexo masculino e 26 (51%) do sexo feminino. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significativa entre as medidas manuais da fenda palpebral e as obtidas por meio de processamento computadorizado de imagens. Também não se observou diferença entre ambos os sexos e a faixa etária. CONCLUSÕES: Os resultados obtidos com estes dois métodos podem ser comparados entre si devida à equivalência estatística das medidas.
Keywords: Pálpebras; Doenças palpebrais; Medidas; Processamento de imagem assistida por computador; Estudo comparativo
Abstract
Relato de caso de uma paciente com inflamação idiopática da órbita com extensão extra-orbital. Foi realizada biópsia para confirmar o diagnóstico e a tomografia computadorizada demonstrou o comprometimento extra-orbital do processo inflamatório. O tratamento foi feito com metotrexato e radioterapia.
Keywords: Granuloma de células plasmáticas orbital; Neoplasias orbitárias; Radioterapia adjuvante; Metotrexato; Relatos de casos
Abstract
OBJETIVOS:Avaliar as indicações, os resultados e as complicações observadas nos pacientes submetidos ao implante de peso de ouro para correção do lagoftalmo paralítico. MÉTODOS: Vinte prontuários de pacientes com lagoftalmo secundário à paralisia facial de diversas etiologias, que foram submetidos à colocação do implante de ouro na pálpebra superior do lado afetado, foram examinados retrospectivamente. RESULTADOS: A causa mais freqüente de lagoftalmo paralítico foi pós-cirurgia de neurinoma do acústico (40%). Complicações precoces e tardias ocorreram em 40% dos implantes colocados. Quatro pacientes (20%) apresentaram reação inflamatória local nos primeiros meses de pós-operatório. Dois pacientes (10%) apresentaram afinamento da pele e do músculo orbicular sobre o peso de ouro, após 4 e 7 anos do implante, respectivamente. Um paciente (5%) apresentou deslocamento do peso de ouro após 3 anos de sua colocação e outro paciente (5%), extrusão do peso de ouro tardiamente, após 10 anos do implante. CONCLUSÕES: Nesta série, foi alto o índice de complicações com o implante de ouro (40%). As complicações foram divididas em precoces, possivelmente relacionadas à impureza do material, e complicações tardias, devido à evolução do quadro da paralisia facial que apresenta diminuição do tônus muscular.
Keywords: Ouro; Implante de prótese; Paralisia facial; Doenças palpebrais; Complicações pós-operatórias; Humano; Masculino; Feminino; Adulto; Meia-idade
Abstract
OBJETIVO: Comparar dois métodos de descontaminação de escleras: tratamento com glicerina versus tratamento com irradiação gama, álcali e glicerina, visando detectar as alterações clínicas e histológicas em cavidades anoftálmicas de coelhos, reconstruídas com esferas de polimetilmetacrilato envolvidas com esclera. MÉTODOS: Trinta e nove coelhos da raça Nova Zelândia foram divididos em 2 grupos: grupo I, cujos animais foram submetidos à enucleação de um olho e reconstrução com esfera de polimetilmetacrilato envolvida em esclera tratada com glicerina; grupo II, quando houve a enucleação e a reconstrução foi feita com esfera de polimetilmetacrilato, envolvida em esclera tratada com irradiação gama, álcali e glicerina. Os 2 grupos foram observados em 4 momentos: 7, 21, 42 e 84 dias após a cirurgia. Decorridos os tempos prefixados, os coelhos foram sacrificados, as órbitas exenteradas, sendo o material processado para emblocamento em parafina, cortado com 5 mm de espessura e corado pelas técnicas de hematoxilina-eosina e tricrômio de Masson. As escleras foram submetidas à análise morfométrica e semiquantitativa. Os resultados foram comparados pelo teste não paramétrico de Mann-Whitney. RESULTADOS: A análise comparativa da vascularização da interface cirúrgica apontou diferença significativa na avaliação feita 21 dias após o implante (P<0,001), tendo o grupo II apresentado neovascularização maior. A comparação da espessura da cápsula fibrosa apontou uma diferença significativa nos momentos correspondentes a 21 dias (P<0,001) e 42 dias (P<0,001), sendo que, nestes dois momentos, o grupo II apresentou cápsula fibrosa mais espessa do que o grupo I. Houve também variação na espessura da esclera, sendo mais espessa no grupo II, também nos momentos pós-implante de 21 dias (P=0,003) e 42 dias (P=0,024). Quando os grupos foram analisados ao longo do período de experimentação, observou-se diminuição da vascularização da interface cirúrgica, entre os momentos de 7, 21, 42 e 84 dias, estatisticamente significativo, tanto no grupo I, quanto no grupo II. A comparação da espessura da cápsula fibrosa apresentou diminuição significativa a partir do momento de 42 dias, em ambos os grupos. Houve significativa diminuição da espessura da esclera no momento de 84 dias após o implante, quando comparada ao momento de 7 dias, nos dois grupos. CONCLUSÃO: A esclera tratada com irradiação gama, álcali e glicerina, quando utilizada como revestimento de implante de polimetilmetacrilato para reconstrução de cavidade anoftálmica de coelho, comportou-se de maneira similar à esclera tratada com glicerina, tradicionalmente utilizada. Os dois tratamentos induziram resposta inflamatória similar. A formação de neovasos, espessura da cápsula fibrosa e espessura da esclera evoluíram de maneiras diferentes nos dois grupos experimentais. Porém, apresentaram resultados similares ao final do período de observação de 84 dias. Não houve diferença significativa entre os dois grupos quanto à preservação da esclera.
Keywords: Esclera; Esclera; Descontaminação; Enucleação ocular; Implantes orbitários; Glicerol; Polimetilmetacrilato; Estudo comparativo; Coelhos
Abstract
OBJETIVOS: Determinar a ação de uma gota do colírio de fenilefrina 10% sobre as pálpebras superior e inferior de indivíduos normais; verificar a ocorrência de alterações no posicionamento das pálpebras superior e inferior do olho contralateral, após instilação desta medicação. MÉTODOS: Estudo prospectivo observacional, do qual participaram 24 indivíduos normais, com idade entre 20 e 39 anos, submetidos à instilação de uma gota do colírio de fenilefrina 10% no fundo de saco conjuntival superior, aleatoriamente em um dos olhos. Todos os indivíduos foram filmados antes e após a instilação do colírio (3, 10, 15, 30, 45 e 60 minutos). As imagens foram submetidas ao processamento digital e editadas para análise das medidas palpebrais. Foi traçada uma linha horizontal do canto medial até o canto externo. Considerou-se a altura da pálpebra superior a distância entre o ponto mais alto da margem palpebral superior e a linha horizontal traçada. A altura palpebral inferior foi avaliada como a distância entre o ponto mais baixo da margem palpebral inferior e a referida linha. RESULTADOS: Em relação à pálpebra superior, a medida antes da instilação da fenilefrina 10% diferiu significativamente dos demais momentos (p<0,001) com elevação média da pálpebra superior de 0,79 mm e retração de 0,37 mm na altura palpebral inferior. Em relação ao olho contralateral, observou-se queda da pálpebra superior em praticamente todos os momentos estudados, com o menor nível aos 3 minutos (queda média de 0,68 mm). A pálpebra inferior contralateral mostrou elevação média de 0,37 mm. CONCLUSÕES: A instilação de uma gota do colírio de fenilefrina 10% em olhos de indivíduos normais altera a posição da pálpebra superior do olho testado, assim como a da pálpebra inferior. O posicionamento da pálpebra superior e inferior do olho contralateral também se alteram.
Keywords: Pálpebras; Pupila; Fenilefrina; Fenilefrina; Soluções oftálmicas
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