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Abstract
RESUMOEsta revisão da literatura abrange o tratamento da cavidade anoftálmica, assim como os controversos aspectos relacionados com os implantes de cavidade utilizados para recompor o volume perdido após enucleações ou eviscerações, tais como os diferentes materiais utilizados e os principais problemas enfrentados na reconstrução da cavidade anoftálmica. Depois dos anos 80 do século passado, quando foram introduzidos os implantes integrados, há muitas controvérsias sobre qual seria o melhor implante para recompor o volume perdido na cavidade anoftálmica: implante integrado ou não integrado? Desta forma, apresentamos esta revisão da literatura, que procura melhor orientar médicos e consumidores.
Keywords: Anoftalmia/cirurgia; Implants orbitários; Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos
Abstract
Objetivo: Avaliar o comprimento axial (AL) e a ceratometria (K) de olhos de crianças brasileiras com catarata congênita/desenvolvimento, analisar diferenças e evoluções de acordo com a idade e estabelecer modelos funcionais de comprimento axial e ceratometria em função da idade e entre eles. Métodos: Crianças com catarata congênita/desenvolvimento com idade de 1,5 meses a 8 anos de idade e sem outras doenças oculares foram incluídas. Todos os olhos com catarata unilateral, o olho esquerdo de crianças com catarata bilateral e o olho sadio de crianças com catarata unilateral foram analisados. Após a administração de anestesia, a ceratometria foi obtida com um ceratômetro automático portátil e o comprimento axial medido com um biômetro de contato. Em seguida, a cirurgia de catarata foi realizada. Os dados foram analisados estatisticamente, a regressão linear com o logaritmo da idade foi utilizado para modelar os relacionamentos. Resultados: Todos os olhos com catarata unilateral (n=15) e um olho selecionados aleatoriamente a partir dos casos bilaterais (n=29) foram incluídos na análise (total= 44 olhos). A idade média foi de 27,3 meses, as médias do comprimento axial e da ceratometria foram respectivamente 20,63 ± 2,11 mm e 44,94 ± 2,44 dioptrias. A ceratometria foi significativamente mais curvo e comprimento axial significantemente mais curto em crianças mais jovens (P<0,001). Não foram encontradas diferenças significativas na comparação entre os olhos com cataratas unilaterais e bilaterais e comparando os olhos com catarata unilateral a correspondentes olhos saudáveis (P>0,05). Conclusão: Os valores de ceratometria e comprimento axial mudam significativamente com a idade, principalmente nos primeiros seis meses de vida. Foi estabelecida uma relação funcional linear entre comprimento axial e ceratometria com o logaritmo da idade e entre ceratometria e comprimento axial.
Keywords: Catarata/congênito; Córnea/patologia; Comprimento axial do olho; Lentes intraoculares; Topografia da córnea/métodos
Abstract
Objetivo: Investigar as diferenças no posicionamento da fenda palpebral em japoneses e brasileiros de descendência européia maiores de 50 anos. Métodos: Estudo transversal avaliando-se 50 japoneses e 50 brasileiros de descendência européia maiores que 50 anos de idade, avaliando-se o efeito do envelhecimento sobre a posição palpebral. As fotografias digitais foram realizadas em posição primária do olhar e transferidas para um computador para serem processadas pelo software de imagem Scion, avaliando-se as medidas da altura e comprimento da fenda palpebral e distância margem-reflexo (MRD). Os dados foram analisados pela estatística segundo sexo, idade e raça. Resultados: O comprimento da fenda palpebral em japoneses foi maior do que o dos brasileiros, enquanto que a altura da fenda palpebral e MRD foram maiores nos brasileiros (p<0,01). O comprimento, altura e MRD foram associados à idade linearmente apenas em japoneses (p<0,05) e esta associação foi observada apenas quanto ao comprimento no grupo dos brasileiros (p<0,05). Não houve diferença quanto à lateralidade em ambos os grupos (p>0,05). Conclusão: Existem mudanças distintas no processo de envelhecimento palpebral de acordo com a etnia, que parecem ser mais intensas em pálpebras de japoneses.
Keywords: Pálpebras/anatomia & histologia; Pálpebras/patologia; Grupo com ancestrais do continente asiático; Brasileiros; Fator idade; Processamento de imagem assistida por computador
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