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Search for: Ricardo Belfort
Abstract
Objetivo: Este estudo buscou verificar se a prescrição adequada de lentes corretoras pode ser realizada exclusivamente com os dados fornecidos pela refração automática objetiva. Métodos: Todos os pacientes foram submetidos a anamnese, exame oftalmológico. A refração clínica, por meio de recursos propedêuticos clássicos não - automatizados objetivos e subjetivos para prescrição de lentes corretoras ("gold standard"), seguido por exame no refrator automático TOPCON KR 3000. Resultados: Foram estudados 1001 olhos de 504 pacientes, dos quais 45,2%, do sexo masculino. A média de idade foi de 36,6 anos. O índice geral de concordância de diagnóstico entre refração clínica e refração automática objetiva foi de 66,7%. Considerando-se tolerância de -0,50 a +0,50 DE, o índice de concordância quanto ao componente esférico foi de cerca de 90%. Houve concordância em 27,60% dos astigmatismos hipermetrópicos e miópicos simples e de 97,7% nos astigmatismos compostos e no astigmatismo misto. A cicloplegia não alterou de maneira estatisticamente significante o índice de concordância de diagnóstico. O eixo das lentes cilíndricas indicado pela refração automática objetiva apresentou proximidade estatisticamente significante ao eixo da refração clínica. Conclusão: A refração automática objetiva fornece dados úteis para a prescrição de lentes corretoras, desde que se levem em consideração variáveis como uso prévio ou não de óculos, idade e cicloplegia. A prescrição de lentes corretoras não pode ser realizada exclusivamente com os dados fornecidos pela refração automática objetiva.
Keywords: Lentes de contato; Erros de refração; Refração ocular; Refratometria
Abstract
Introdução: O glaucoma é uma das causas mais freqüentes de cegueira. É muito importante que o paciente tenha conhecimento sobre sua patologia. Como toda doença crônica, o glaucoma apresenta problemas na fidelidade ao tratamento. É necessário dar ênfase ao acompanhamento contínuo ao tratamento clínico. Objetivo: Avaliar a fidelidade ao tratamento clínico de pacientes com glaucoma crônico simples com e sem orientação psicológica. Métodos: Foram avaliados 24 pacientes divididos em 8 pacientes do grupo de estudo, com orientação médica e psicológica, e 16 pacientes do grupo controle, com orientação médica. No grupo controle, a idade variou de 50 a 82 anos, sendo 14 homens e 2 mulheres. Em relação à raça foram 10 brancos, 4 pardos e 2 negros. Destes, 8 casados, 4 viúvos, 3 separados e 1 solteiro. As medicações variaram de 2 a 9 colírios. Houve 13 casos cirúrgicos. No grupo de estudo a idade variou de 54 a 86 anos, sendo 7 homens e 1 mulher. Em relação à raça foram 3 brancos, 3 pardos e 2 negros. Destes, 4 casados, 2 viúvos, 1 separado e 1 solteiro. As medicações variaram de 1 a 3 colírios e não houve casos cirúrgicos. Resultados: Por meio da orientação médica e psicológica dada aos pacientes do grupo de estudo, verificou-se que a pressão intra-ocular, após o segundo mês, diminuiu notoriamente, sem nenhum caso cirúrgico. No grupo controle, que recebeu somente orientação médica, notou-se o aumento da pressão intra-ocular, levando o paciente à cirurgia (80%). Não houve relação estatisticamente significante da pressão intra-ocular com o tempo de estudo. Conclusão: A análise dos resultados do presente trabalho revela a necessidade de um cumprimento adequado ao tratamento do glaucoma. No grupo de estudo, somente com orientação psicológica; foi observada uma maior fidelidade ao tratamento. Perante esses dados podemos observar a grande importância de um trabalho psicológico nos pacientes portadores de glaucoma crônico simples.
Keywords: Glaucoma; Glaucoma; Doença crônica; Cooperação do paciente; Questionários
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida dos pacientes portadores de síndrome de Stevens-Johnson. MÉTODOS: Foram avaliados 14 pacientes com SSJ no período de 1998 e 1999 no Setor de Córnea do Departamento de Oftalmologia da UNIFESP. Empregou-se o questionário S. F. 36 - pesquisa em saúde. A pontuação indica melhor condição de saúde. A mesma avaliação foi repetida quatro vezes em intervalo de três meses. RESULTADOS: As médias das médias das 4 avaliações dos 14 pacientes apresentaram importante redução dos seus valores em todos os subitens do S.F. 36 (41,04±22,38 para aspectos físicos, 53,82±22,82 para aspectos sociais, 26,24±22,46 para aspectos emocionais, 34,95±25,45 para capacidade funcional, 42,03±31,85 para dor, 46,33±18,37 para vitalidade, 46,18±24,83 para saúde mental e 50,26±16,29 para saúde geral). CONCLUSÃO: O questionário S.F. 36 representa método adequado de avaliação de aspectos físicos e emocionais em pacientes com baixa de acuidade visual, que nos permitiu detectar comprometimento importante nas funções básicas dos pacientes com SSJ. Mais pacientes com maior tempo de seguimento são necessários para aprimorar a análise de qualidade de vida nesses pacientes e avaliar os efeitos do acompanhamento psicológico.
Keywords: Síndrome de Stevens-Johnson; Qualidade de vida; Questionários
Abstract
OBJETIVO: Avaliar as seguintes características psicológicas de crianças portadoras de glaucoma de desenvolvimento: imaturidade, ansiedade, dependência e sociabilização. MÉTODO: Foram avaliadas 15 crianças com glaucoma do desenvolvimento pertencentes ao ambulatório do Glaucoma Congênito e 15 crianças sem nenhum problema visual pelo teste projetivo do desenho livre. RESULTADOS: No grupo de estudo, 66,6% das crianças glaucomatosas se mostraram imaturas, 86,6% eram ansiosas, 73,3% eram dependentes e 80% apresentaram dificuldades em sociabilização. No grupo controle 46,6% das crianças sem problemas visuais eram imaturas, 40% eram ansiosas, 40% eram dependentes e 33,3% apresentaram dificuldades em sociabilização. CONCLUSÃO: Observou-se que as crianças com glaucoma do desenvolvimento são mais imaturas, mais ansiosas, mais dependentes e se sociabilizam menos em comparação às crianças que não apresentam problemas visuais.
Keywords: Glaucoma; Psicologia da criança; Comportamento infantil; Criança; Estudos de casos e controles
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida e de visão e o estresse de pacientes portadores de ametropias submetidos a procedimentos cirúrgicos. MÉTODOS: Estudo longitudinal observacional em que foram estudados 100 pacientes; 54 usuários de óculos, 21 usuários de lentes de contato interessados no procedimento cirúrgico e 25 controles usuários de óculos ou lentes de contato, mas que não desejavam ser operados no período de um ano. Os questionários aplicados foram o National Eye Institute Visual Function Questionnaire (NEI-VFQ-25) de qualidade de vida e o Self Reporting Questionnaire - SRQ-20 para avaliação da saúde mental. Os pacientes que se submeteram à cirurgia responderam aos questionários aplicados por uma observadora antes da mesma, três, seis e doze meses após a intervenção. O grupo controle respondeu de forma auto-aplicada no início do estudo, seis e doze meses após a primeira avaliação. RESULTADOS: No grupo da cirugia dos 54 pacientes que usavam óculos 39 fizeram cirurgia de ceratectomia fotorrefrativa por excimer laser(PRK) e 15 fizeram ceratomileuse assistida por excimer laserin situ (LASIK) e dos 21 que usavam lentes de contato 12 fizeram cirurgia de ceratectomia fotorrefrativa e nove fizeram ceratomileuse assistida por excimer laser in situ (LASIK). O grupo controle esteve estável durante os 12 meses em relação aos instrumentos aplicados. Três meses após a cirurgia o grupo da cirurgia apresentou melhora significante da qualidade de vida e de visão em relação ao pré-operatório independentemente do tipo de cirurgia realizada. Um ano após a cirurgia os índices de qualidade de vida e de saúde mental, foram semelhantes aos do grupo controle. O Self Reporting Questionnaire - SRQ 20 mostrou diminuição significante do índice de sintomas a partir dos três meses de pós-operatório. CONCLUSÃO: A qualidade de visão e de vida dos pacientes submetidos à cirurgia de correção de ametropia mudou significantemente para melhor em relação ao préoperatório, com redução substancial do estresse psicológico.
Keywords: Ceratomileuse assistida por excimer laser in situ; Ceratectomia fotorrefrativa por excimer laser; Erros de refração; Miopia; Qualidade de vida; Estresse psicológico; Questionários
Abstract
RESUMOObjetivo:Avaliar a influência da retinopatia da prematuridade (ROP) na qualidade de vida relacionada à visão em crianças.Método:Utilizou-se o Questionário de Função Visual Infantil - (QFVI), - um instrumento de qualidade de vida relacionada à visão em crianças, dividido em seis subescalas: Saúde Geral, Saúde da Visão, Competência, Personalidade, Impacto Familiar e Tratamento. A amostra foi constituída por pais de crianças prematuras, de até três anos de idade, com diagnóstico de ROP e ausência de sequelas neurológicas (grupo ROP) e pais de crianças de até três anos de idade, prematuras, com visão normal (grupo controle) e ausência de outras doenças associadas.Resultados:Participaram da pesquisa 88 indivíduos, 43 no grupo ROP e 45 no grupo controle. Houve redução estatisticamente significante do grupo ROP em comparação ao grupo controle em todas as subscalas do QFVI e Índice Geral. O grupo ROP foi dividido segundo a gravidade da doença. As crianças com ROP mais grave apresentaram notas inferiores e redução estatisticamente significante em comparação ao grupo de ROP menos grave no Índice Geral e nos domínios Saúde da Visão e Competência.Conclusão:A ROP apresenta impacto negativo na qualidade de vida relacionada à visão em crianças.
Keywords: Retinopatia da prematuridade; Psicologia; Qualidade de vida; Criança; Baixa visão
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