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Abstract
Objetivo: Avaliar a espessura central da córnea (CCT), o volume de córnea (CV), e a superfície corneana anterior e posterior utilizando sistema de imagem Scheimpflug em pacientes com diagnóstico de síndrome do disco inclinado (TDS). Métodos: O grupo de estudo (grupo 1) e o grupo controle (grupo 2) consistiu de 35 olhos de 35 pacientes pareados por idade, sexo e refração em cada grupo. Todos os casos foram submetidos a um exame oftalmológico completo incluindo refração sob cicloplegia, medida do comprimento axial ocular e avaliação por Scheimpflug. Resultados: A idade média foi de 34,68 ± 15,48 anos no grupo 1 e 34.11 ± 12,01 anos no grupo 2 (p=0,864). A distribuição por sexo foi de 18 homens e 17 mulheres do grupo 1 e 16 homens e 19 mulheres no grupo 2 (p=0,618). Todos os indivíduos eram caucasianos. O equivalente esférico foi 3,62 ± 1,75 D no Grupo 1 e 3,69 ± 1,51 D no Grupo 2 (p=0,850). Não houve diferença significativa entre os dois grupos para idade, sexo, raça e equivalente esférico. Não houve diferença significativa entre os dois grupos para o valor médio ceratométrico e CV3 (o volume da córnea na central 3 mm) (p=0,232, p=0,172, respectivamente). Houve diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos para CCT, CV5, CV7 (volume de córnea na região central 5 e 7 mm, respectivamente) e CV total (p=0,008, p=0,003, p=0,023 e p=0,019, respectivamente). Os valores do grupo de estudo foram menores do que o grupo controle para todos os parâmetros. Houve também diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos nos parâmetros elevação anterior da córnea (p<0,05). Os valores médios do grupo 1 foram maiores do que o grupo 2. Não houve diferença entre os dois grupos para os dois parâmetros referentes à elevação posterior da córnea (p<0,05). Conclusões: Nosso estudo mostrou que os olhos com TDS apresentam CCT mais fina, menor volume da córnea e alterações na curvatura corneana anterior quando comparados aos olhos normais.
Keywords: Topografia da córnea; Córnea/patologia; Disco óptico/anormalidades; Técnicas de diagnóstico oftalmológico
Abstract
Objetivo: Avaliar o efeito do descolamento macular seroso observado durante oclusões de veias retinianas nos resultados do tratamento.
Métodos: Um total de 117 olhos de 115 pacientes que foram tratados com injeções intravítreas para edema macular secundário à oclusão de veia retiniana foram revistos retrospectivamente. A acuidade visual, tomografia de coerência óptica e os resultados da angiofluoresceinografia foram avaliados de acordo com a presença ou ausência de descolamento macular seroso.
Resultados: No grupo com oclusão de um ramo da veia retiniana, foi detectado um aumento estatisticamente significativo na acuidade visual média em comparação com o valor inicial em cada consulta de acompanhamento do descolamento macular seroso, enquanto que o aumento na acuidade visual média só foi significativo nas consultas aos 3 e 6 meses na presença de descolamento macular seroso. No grupo com oclusão da veia central da retina, houve um aumento na acuidade visual média em comparação com a acuidade inicial em cada consulta na ausência de descolamento macular seroso, enquanto a acuidade visual média diminuiu em comparação com a acuidade inicial em todas as consultas, exceto na consulta aos 3 meses. O defeito da zona elipsoide era mais proeminente na presença de descolamento macular seroso nos olhos com oclusão de um ramo da veia retiniana, enquanto que não havia diferença significativa na zona elipsoide com a presença ou ausência de descolamento macular seroso em olhos com oclusão central da veia retiniana.
Conclusões: No grupo com edema macular devido à oclusão de veias retinianas, o aumento médio inicial da acuidade visual observado no primeiro ano foi mantido nos casos sem descolamento macular seroso, mas não naqueles com presença de descolamento macular seroso. O descolamento macular seroso pode ser um fator negativo em olhos com oclusão de veias retinianas.
Keywords: Oclusão da veia retiniana; Edema macular; Descolamento macular; Injeções intravítreas
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