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Foi pesquisada a presença de fungos na conjuntiva ocular de 23 pacientes com AIDS, 24 pacientes infectados pelo HIV, ambos de controle ambulatorial e 48 indivíduos HIV negativos, durante um ano, nos meses de fevereiro, abril, julho e outubro. O fungo mais isolado foi Penicillium sp, seguido de Aspergillus sp, Candida sp e Rhodotorula sp. Embora sem diferença significante, em todas as coletas foi verificado um crescimento maior de fungos na conjuntiva dos portadores de AIDS, seguido pelo grupo infectado pelo HIV e em menor número nos indivíduos HIV-negativos.
Keywords: Flora fúngica; Conjuntiva; AIDS; HIV
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Objetivo: Correlacionar achados da biomicroscopia ultra-sônica (UBM) com tipos de esclerite anterior. Métodos: Foram avaliados seis pacientes encaminhados ao Setor de Ultra-som do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, com suspeita clínica de esclerite anterior, utilizando-se o ultra-som de alta freqüência (transdutor de 50 MHz) para elucidação das alterações histopatológicas encontradas na esclerite anterior. Resultados: Pacientes com esclerite nodular apresentaram lesão escleral bem delimitada, homogênea, hiporrefletiva, com espessamento localizado e hiporrefletividade dos tecidos adjacentes. Pacientes com esclerite difusa apresentaram espessamento escleral heterogêneo, de aspecto "moteado". Pacientes com esclerite necrotizante apresentaram perda de tecido com afinamento escleral e alterações vítreas adjacentes. Conclusão: A biomicroscopia ultra-sônica é excelente método não-invasivo para se diferenciar os tecidos oculares acometidos durante o processo de esclerite anterior, auxiliando o profissional no diagnóstico e, conseqüentemente, no tratamento das lesões.
Keywords: Esclerite; Esclerite; Ultra-sonografia; Microscopia
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Objetivo: Avaliar a eficácia de alta dosagem de ganciclovir (2000 ou 4000 µg) em pacientes com a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) para tratamento da retinite por citomegalovírus. Métodos: Estudo prospectivo para tratamento de retinite por citomegalovírus com injeção intravítrea de ganciclovir (2000 ou 4000 µg) em pacientes com diagnóstico de AIDS e que apresentavam intolerância ao tratamento com ganciclovir endovenoso. Este estudo foi realizado no Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, no período de 1996 a 1998. Resultados: Dos 1950 pacientes examinados, 21 pacientes com diagnóstico de retinite por citomegalovírus e intolerância ao tratamento endovenoso foram tratados com injeções intravítreas de ganciclovir. A média de idade foi 37,1 anos e 31 olhos dos 21 pacientes receberam tratamento local. O comprometimento ocular era unilateral em 11 pacientes e bilateral em 10. Dezessete pacientes eram do sexo masculino. Dos 21 pacientes tratados, 11 pacientes (14 olhos) receberam injeção intravítrea na dosagem de 2000 µg e 10 pacientes, 17 olhos, receberam injeções intravítreas na dosagem de 4000 µg. No grupo 1 (injeção intravítrea de 2000 µg) foi observado melhora da acuidade visual em 35,7% dos olhos, estabilidade da acuidade visual em 50% e piora em 14,3%, sendo todos atribuídos a descolamento de retina. No grupo 2 (injeção intravítrea de 4000 µg) observamos melhora do quadro em 58,8%, estabilidade do quadro em 23,5% e piora do quadro em 17,6% devido à catarata e descolamento de retina. Conclusão: Altas dosagens de ganciclovir intravítreo são eficazes para tratar a retinite por citomegalovírus. Os efeitos colaterais mais freqüentemente observados foram catarata e descolamento de retina e parecem não estar relacionados ao tratamento local.
Keywords: Síndrome de imunodeficiência adquirida; Retinite por citomegalovírus; Gangiclovir; Injeções; Corpo vítreo; Estudos prospectivos
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Objetivo: Descrever um caso de retinopatia persistente em transplante de medula na ausência de radioterapia prévia. Métodos: Relato de caso. Resultados: Paciente de 42 anos, sexo masculino, que apresentava diminuição bilateral da acuidade visual 15 meses após ser submetido a transplante de medula para tratamento de leucemia aguda. O paciente foi tratado com alta dose de ciclosporina A e corticosteróide oral. Nenhum tratamento adicional de radioterapia foi utilizado. Quinze meses após o transplante de medula o paciente apresentava exsudatos algodonosos múltiplos em ambos os olhos que persistem (3 anos após o transplante). Conclusão: Os exsudatos algodonosos podem ocorrer em pacientes submetidos a tratamento com combinações de quimioterapia ou imunossupressores e podem persistir na ausência de tratamento imunossupressor.
Keywords: Transplante de medula óssea; Corticosteróides; Ciclosporinas; Doenças retinianas; Combinação de medicamentos; Relato de caso; Seguimentos
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Os corticosteróides têm sido utilizados na prática clínica desde 1949, e seus efeitos benéficos na oftalmologia, principalmente nas doenças inflamatórias e autoimunes, é indiscutível. O artigo discute os tipos mais comuns de corticóides usados na oftalmologia, suas indicações, efeitos adversos e vias de administração.
Keywords: Corticosteróides; Corticosteróides; Uveíte; Corticosteróides
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OBJETIVO: Descrever 3 casos de crianças submetidas à injeção subtenoniana posterior de acetato de triancinolona (Kenalog® 40mg) para tratamento de uveíte intermediária, com desenvolvimento de glaucoma secundário refratário. MÉTODOS: Relato de caso. RESULTADOS: Três crianças com diagnóstico de uveíte intermediária, submetidas à injeção subtenoniana posterior de acetato de triancinolona para tratamento de inflamação vítrea crônica e/ou edema macular cistóide, desenvolveram glaucoma refratário e foram submetidos à excisão cirúrgica do corticóide de depósito e/ou cirurgia filtrante para controle da pressão intra-ocular (PIO). CONCLUSÃO: Corticóide de depósito periocular pode representar alto risco para desenvolvimento de glaucoma secundário, de difícil controle em crianças. Excisão cirúrgica do corticóide de depósito pode resultar em controle da PIO, porém, em alguns casos, a realização de cirurgia filtrante é necessária.
Keywords: Glaucoma; Uveíte intermediaria; Uveíte intermediária; Relato de caso; Criança
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OBJETIVO: Os autores relatam um caso de paciente com síndrome mascarada como primeira manifestação de adenocarcinoma pulmonar. MÉTODOS: Paciente de 57 anos com história clínica de embaçamento visual unilateral (olho direito) de seis meses de evolução e diagnóstico inicial de uveíte recidivante com tratamento à base de corticóide tópico. Referida por permanência dos sintomas mesmo com tratamento. Ao exame ocular apresentava hiperemia conjuntival com injeção ciliar moderada e lesão peripapilar na coróide. Solicitados os exames complementares. RESULTADOS: A paciente foi diagnosticada com adenocarcinoma pulmonar (lesão primária). As alterações em fundo de olho foram sugestivas de lesões metastáticas na coróide. CONCLUSÕES: A incidência das metástases uveais varia de 0,7 a 12% dos pacientes com tumores pulmonares. O tratamento depende de características como tamanho da lesão, número de metástases, acuidade visual, bilateralidade e estado geral do paciente. O envolvimento ocular pode ser a primeira manifestação clínica de adenocarcinoma pulmonar, conforme observado neste caso.
Keywords: Uveíte; Neoplasias pulmonares; Adenocarcinoma; Neoplasias da coróide; Metástase neoplásica; Relato de caso
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As uveítes anteriores são caracterizadas pela inflamação preponderante do segmento anterior do olho. Hiperemia conjuntival, reação de câmara anterior com células e "flare", precipitados ceráticos e sinéquias posteriores são sinais que compõem o quadro inflamatório. Aspectos clínicos de algumas doenças sistêmicas envolvidas na etiologia das uveítes anteriores serão abordados neste artigo.
Keywords: Uveíte; Uveíte anterior; Uveíte anterior; Artrite reumatóide juvenil; Toxoplasmose ocular; Antígeno HLA-B27
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OBJETIVO: Determinar os efeitos da injeção subtenoniana posterior de corticóide (ISPC) sobre a pressão intra-ocular (Po) e acuidade visual em uma série de pacientes com uveíte. MÉTODOS: Estudo prospectivo de 18 pacientes que foram submetidos à injeção subtenoniana posterior de acetato de triancinolona (Kenalog® 40 mg - 9 pacientes, 14 injeções) ou acetato de metilprednisolona (Depomedrol® 40mg - 9 pacientes, 15 injeções) para tratamento de inflamação intra-ocular crônica e/ou edema macular cistóide. RESULTADOS: A acuidade visual final melhorou em 92% dos pacientes após a primeira injeção periocular de corticóide. Cinqüenta por cento melhoraram 1 linha e 42% melhoraram pelo menos 3 linhas, sendo que o tempo médio para a melhora foi de 3 semanas. Aumento da pressão intra-ocular ocorreu em 44 % dos pacientes (8 pacientes) com média de 31 mmHg, variando de 21 a 38 mmHg. O aumento da pressão intra-ocular foi mais freqüente nos pacientes jovens e nos que receberam Kenalog®, com início, em média, após 2,5 semanas. CONCLUSÃO: Ainjeção subtenoniana de corticóide é uma forma de tratamento eficaz para a baixa acuidade visual secundária a alguns tipos de uveíte, como uveíte intermediária, doença de Behçet, síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, vasculite retiniana e artrite reumatóide. Porém, pode induzir aumento da pressão intra-ocular em alguns pacientes, especialmente em crianças e jovens.
Keywords: Uveíte; Injeções; Corticosteróides; Acuidade visual; Glaucoma; Pressão intra-ocular; Edema macular cistóide; Triancinolona
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Relatar um caso de estenose bilateral de seio venoso transverso cursando com papiledema e discutir evolução clínica, alterações fundoscópicas, diagnóstico diferencial com pseudotumor cerebral e descrever nova proposta terapêutica (por meio do uso de "stent"). RELATO DE CASO: Paciente de 39 anos, do sexo feminino, portador de estenose bilateral de seio transverso associada a papiledema, apresentando baixa de acuidade visual, restrição de campos visuais e cefaléia. O diagnóstico foi confirmado por meio de angiografia cerebral. Instituiu-se terapêutica intervencionista, por meio do implante de "stent" via angiográfica cerebral, com remissão dos sinais e sintomas aos exames oftalmológico e neurológico. DISCUSSÃO: Neste trabalho descrevemos os achados radiológicos e oftalmológicos da estenose bilateral do seio transverso e apresentamos nova terapêutica por meio de implante de "stent" via angiografia cerebral, com melhora documentada dos níveis pressóricos intracranianos, dos achados campimétricos visuais e dados do exame oftalmológico após o procedimento. Não há relato na literatura internacional de estenose bilateral do seio venoso associado a papiledema. Por se tratar do primeiro relato na literatura, os achados descritos sugerem fortemente que esta associação possa ser parte de uma nova entidade nosológica.
Keywords: Constrição patológica; Angiografia cerebral; Pseudotumor cerebral; Papiledema; Transtornos da visão; Relato de caso; Feminino; Adulto
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OBJETIVO: Avaliar o uso da injeção intravítrea do acetato de triancinolona no tratamento da fase aguda da síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada, demonstrando a rápida resolução do descolamento seroso de retina. MÉTODOS: Nove olhos de cinco pacientes apresentando descolamento seroso de retina associado à síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada foram tratados com uma única injeção intravítrea de 4 mg de acetato triancinolona. Os seguintes parâmetros foram avaliados: melhor acuidade visual, pressão intra-ocular e a altura do descolamento de acordo com a tomografia de coerência óptica. RESULTADOS: Em todos os olhos a tomografia de coerência óptica revelou diminuição marcada no descolamento seroso de retina na primeira semana após a injeção intravítrea do acetato de triancinolona, com subseqüente recuperação da acuidade visual e das características anatômicas retinianas normais. Não foram observadas complicações durante o seguimento, que variou de 5 a 12 meses (média de 7,8 meses). CONCLUSÕES: A injeção intravítrea do acetato de triancinolona pode proporcionar em curto tempo a resolução do processo inflamatório e exsudativo intra e sub-retiniano na síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada cursando com melhora da acuidade visual. São necessários novos estudos para avaliar a eficácia e a segurança deste tipo de procedimento a longo prazo.
Keywords: Descolamento retiniano; Síndrome uveomeningoencefálica; Triancinolona; Tomografia de coerência óptica
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OBJETIVO: Avaliar a função visual e satisfação dos pacientes submetidos à cirurgia de catarata com implante de lente intra-ocular acomodativa e o impacto na sua qualidade de vida. MÉTODOS: Retrospectivamente, foram avaliados questionários aplicados após um ano da cirurgia de 22 pacientes que foram incluídos num estudo clínico para avaliar segurança e eficácia de uma lente intra-ocular de silicone de câmara posterior designada para corrigir visão para longe e perto. RESULTADOS: Do total dos pacientes operados, 16 (73%) eram bilaterais e 6 (27%) unilaterais, com idade média de 70,2 anos. Dos pacientes com implante unilateral, 5 (83,3%) declararam melhora acentuada da visão e 1 (16,7%) referiu máxima melhora. Quanto ao nível de satisfação, 5 (83,3%) ficaram satisfeitos e 1 (16,7%) muito satisfeito com o resultado cirúrgico. A visão noturna foi declarada como sem dificuldade por 3 (50,0%), pouca dificuldade por 2 (33,3%) e dificuldade moderada por 1 (16,7%). No grupo bilateral, 7 (43,8%) consideraram excelente a qualidade da visão para perto, 7 (43,8%) muito boa, 1 (6,2%) adequada e 1 (6,2%) ruim. A visão intermediária foi classificada como excelente por 6 (37,5%), muito boa por 9 (56,3%) e adequada por 1 (6,2%). A qualidade da visão para longe foi considerada excelente por 9 (56,3%), muito boa por 3 (43,8%), adequada por 2 (12,5%) e não muito boa por 2 (12,5%). Em relação à visão noturna 9 (56,3%) declararam não ter dificuldade alguma, 5 (31,2%) pouca dificuldade e 2 (12,5%) dificuldade moderada. CONCLUSÕES: Considerando a propriedade óptica da LIO, a maioria dos pacientes apresentou uma melhora considerável da função visual, sem a necessidade de correção óptica, e, portanto, com impacto positivo na qualidade de vida.
Keywords: Qualidade de vida; Pseudofacia; Pseudofacia; Extração de catarata; Lentes intra-oculares
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Apresentar e discutir o caso de paciente infectado pelo HIV, que desenvolveu quadro de obstrução vascular seguido de neovascularização retiniana e de papila, durante o tratamento específico para retinocoroidite por toxoplasmose e que evoluiu com resolução espontânea da neovascularização sem a necessidade de tratamento associado. Paciente com retinocoroidite por toxoplasmose, que após 4 semanas de tratamento específico (sulfadiazina e pirimetamina) desenvolveu quadro de obstrução vascular, seguido de neovascularização retiniana, apresentou involução espontânea, não havendo necessidade de fotocoagulação a laser, ou de outro tratamento adicional. As lesões retinianas ativas de toxoplasmose podem cursar com complicações vasculares, mesmo na vigência de tratamento específico, e geralmente apresentam bom prognóstico com regressão espontânea dos neovasos, sem necessidade de tratamentos adicionais.
Keywords: Síndrome de imunodeficiência adquirida; Toxoplasmose ocular; Infecções oportunistas relacionadas com a AIDS; Coriorretinite; Neovascularização retiniana; Oclusão da artéria retiniana; Relato de caso
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