Arq. Bras. Oftalmol. 2001;64 (5 )
:473-476
| DOI: 10.1590/S0004-27492001000500019
Abstract
Os autores apresentam um caso de neurorretinite subaguda difusa unilateral (D.U.S.N) confirmada com a identificação da larva em uma criança de 6 anos associada a quadro de larva migrans cutânea, bem como a análise de outros sete casos de D.U.S.N. e sua associação sorológica à toxocaríase e antecedentes de larva migrans cutânea. Este é o primeiro caso descrito na literatura de D.U.S.N. concomitante a larva migrans cutânea na fase ativa.
Keywords: Neurite óptica; Retinite; Infecções oculares parasitárias; Larva migrans; Ancylostoma
Arq. Bras. Oftalmol. 2002;65 (6 )
:659-664
| DOI: 10.1590/S0004-27492002000600012
Abstract
Objetivos: Verificar a prevalência de acuidade visual reduzida em estudantes da 1ª série do ensino fundamental das redes pública estadual e privada de Londrina -- PR, zona urbana; comparar essas prevalências; verificar e comparar a prevalência de escolares utilizando correção óptica por ocasião do teste de acuidade visual e descrever as causas da acuidade visual reduzida nessa população. Métodos: Teste de acuidade visual foi realizado em 1688 alunos das escolas públicas estaduais e 611 alunos das escolas privadas. As crianças com acuidade visual menor ou igual a 0,7 foram encaminhadas para exame oftalmológico. Resultados: A prevalência de acuidade visual reduzida foi de 17,1% na rede pública estadual e 19,8% na rede privada, cuja diferença não tem significância estatística. A prevalência de escolares usando óculos foi de 2,4% na rede estadual e de 3,6% na rede privada; sem diferença estatisticamente significativa entre estes resultados. As causas de acuidade visual reduzida foram erro refracional, ambliopia, estrabismo e outras causas. Conclusão: A prevalência de acuidade visual reduzida entre escolares das redes pública estadual e privada foi estatisticamente igual, bem como a prevalência de escolares utilizando correção óptica. As causas de acuidade visual reduzida foram erro refracional, ambliopia, estrabismo, afacia por catarata congênita, catarata congênita zonular, persistência de vítreo primário hiperplásico, palidez do nervo óptico e alteração macular.
Keywords: Acuidade visual; Estudos de prevalência; Saúde escolar; Educação em saúde
Arq. Bras. Oftalmol. 2004;67 (2 )
:271-275
| DOI: 10.1590/S0004-27492004000200016
Abstract
OBJETIVO: Relato de uma série de casos de retinopatia solar após a observação direta do sol durante ritual religioso na cidade de Londrina. MÉTODOS: 24 pacientes com alteração da visão após participarem de ritual religioso, foram avaliados quanto à acuidade visual inicial e final, após 6 meses, refração, biomicroscopia de mácula, retinografia, tela de Amsler e sensibilidade ao contraste. RESULTADOS: 24 casos foram relatados. Destes, 21 (87,5%) eram mulheres e 3 (12,5%) eram homens. A idade variou de 18 a 46 anos. Houve acometimento de 43 olhos. A lesão foi bilateral em 19 (79,2%) pacientes e unilateral em 5 (20,8%). A acuidade visual inicial variou de 20/20 a 20/70 e a final foi de 20/25, ou melhor, em 40 (93%) olhos. Destes, 33 (76,7%) olhos alcançaram 20/20. Apenas 2 (4,6%) olhos ficaram com alteração da sensibilidade ao contraste e 3 (6,9%) ficaram com escotoma persistente. CONCLUSÃO: Este é o maior relato de casos de retinopatia solar após ritual religioso. A retinopatia solar apresenta evolução bastante favorável. No entanto, a acuidade visual não apresenta recuperação completa da visão. Os pacientes podem ficar com escotoma e metamorfopsia residual.
Keywords: Olho; Retina; Luz solar; Acuidade visual; Comportamento ritualístico
Arq. Bras. Oftalmol. 2005;68 (2 )
:257-261
| DOI: 10.1590/S0004-27492005000200020
Abstract
São descritos dois casos de oclusão artério-venosa da retina após cirurgia intra-ocular. As duas pacientes foram submetidas à anestesia peribulbar. Devido à sensação dolorosa e à mobilidade ocular foi necessário a realização de bloqueio retrobulbar. Ao final da cirurgia, ambas receberam injeção subconjuntival de gentamicina associada à dexametasona. No primeiro dia pós-cirúrgico as pacientes apresentaram arreflexia pupilar e acuidade visual de percepção luminosa, sendo referidas para nosso serviço. A confirmação do diagnóstico de oclusão vascular retiniana mista foi feito por meio do exame de retinografia fluorescente. As pacientes não manifestaram, em nenhum momento, alterações neurológicas, porém a perda visual foi grave e permanente. Por meio da descrição cirúrgica, da história clínica e dos achados oftalmoscópicos e angiográficos discutem-se as possíveis causas desta grave lesão vascular retiniana, dando ênfase à presumida injeção de anestésico na bainha do nervo óptico durante o bloqueio retrobulbar. Ao mesmo tempo, abordam-se medidas preventivas para evitar tal complicação.
Keywords: Oclusão da artéria retiniana; Anestesia local; Bloqueio nervoso; Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos; Acuidade visual; Relatos de casos
Arq. Bras. Oftalmol. 2006;69 (6 )
:837-843
| DOI: 10.1590/S0004-27492006000600011
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a segurança, eficiência e custos do exame angiofluoresceinográfico utilizando menor dosagem de contraste e aparelho digital com máquina de fotocópia a laser. MÉTODOS: Estudo prospectivo e comparativo entre um grupo de 70 pacientes que foi submetido à avaliação angiográfica com retinógrafo convencional, injetando-se 5 ml de fluoresceína sódica a 10% (grupo controle), e um grupo de 70 pacientes que foi submetido à avaliação angiográfica com retinógrafo digital injetando-se 2 ml de fluoresceína a 10% (grupo estudo). Pressão arterial, freqüência cardíaca e oximetria foram avaliadas antes e após a injeção de contraste. Reações orgânicas, relacionadas ao exame, foram notificadas. A qualidade das fotografias e os custos foram comparados entre as duas técnicas. RESULTADOS: Observou-se que os pacientes do grupo controle apresentaram maior aumento da pressão arterial sistólica e diastólica. Freqüência cardíaca, oximetria e reações adversas não demonstraram diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos. Quanto à qualidade das fotografias foi notado melhor desempenho no grupo controle. Quanto aos custos observou-se que o exame realizado no grupo estudo proporcionou economia de aproximadamente 54,8% por exame em relação ao grupo controle. CONCLUSÃO: A realização do exame com menor dosagem de fluoresceína, utilizando equipamento digital com máquina de fotocópia a laser, proporcionou maior estabilidade da pressão arterial sistólica e diastólica, porém não exerceu influência sobre a freqüência cardíaca, oximetria e reações adversas como náusea, vômito, síncope e urticária. A qualidade das fotografias pode ser considerada inferior, porém possibilitou a realização de diagnóstico e orientação terapêutica para quem executou o exame. Economicamente apresentou geração de lucro de 66,26% contra 25,81% do equipamento convencional.
Keywords: Retina; Angiofluoresceinografia; Angiofluoresceinografia; Vasos retinianos; Segurança
Arq. Bras. Oftalmol. 2007;70 (5 )
:814-822
| DOI: 10.1590/S0004-27492007000500016
Abstract
OBJETIVO: Descrever a evolução de uma série de casos de neurorretinite subaguda difusa unilateral (NSDU) tratados com albendazol. MÉTODOS: Relato de série de casos intervencionista. Os autores desenvolveram protocolo de ensaio clínico não controlado, para estudar a evolução clínica de casos de neurorretinite subaguda difusa unilateral tratados com albendazol. Segundo os critérios do protocolo, foram selecionados seis pacientes até o momento desta publicação, que serão descritos separadamente. RESULTADOS: Dos seis pacientes estudados, quatro apresentavam larva. Todos os seis pacientes tratados com a droga anti-helmíntica apresentaram melhora da acuidade visual e das lesões coriorretinianas multifocais. As larvas identificadas nos pacientes foram inativadas com o tratamento. Nenhum efeito colateral foi observado. CONCLUSÕES: A terapia anti-helmíntica com albendazol parece ser benéfica e segura para pacientes com neurorretinite subaguda difusa unilateral. Mais estudos são necessários para avaliar a eficácia do albendazol no tratamento da neurorretinite subaguda difusa unilateral.
Keywords: Retinite; Albendazol; Infecções oculares parasitárias; Retina; Baixa visão; Acuidade visual
Arq. Bras. Oftalmol. 2008;71 (3 )
:375-380
| DOI: 10.1590/S0004-27492008000300013
Abstract
OBJETIVO: Identificar a prevalência da degeneração macular relacionada à idade (DMRI) inicial e tardia na população de japoneses e descendentes e verificar a associação com os fatores de risco: idade, sexo, hábito de fumar, índice de massa corpórea, história de hipertensão e diabetes, catarata e pseudofacia. MÉTODOS: Realizado um estudo transversal na população de japoneses e descendentes, acima de 60 anos, residentes na cidade de Londrina (PR) - Brasil. Quatrocentos e oitenta e três (80,5%) das 600 pessoas registradas foram submetidas ao exame oftalmológico completo. A presença de degeneração macular relacionada à idade foi determinada seguindo um protocolo padrão e classificação internacional, no período de setembro de 2002 a julho de 2003. RESULTADOS: A média de idade foi de 71 anos (60-92 anos). A prevalência da degeneração macular relacionada à idade foi de 15,1% (intervalo de confiança (I.C. 95%: 12-18,7), sendo na fase inicial em 13,8% (I.C. 95%: 10,9-17,3) e na fase tardia (atrofia geográfica 0,4% e membrana neovascular sub-retiniana 0,8%) em 1,3%. A degeneração macular relacionada à idade foi associada à idade (p=0,004) e apresentou tendência linear (p=0,001). Não foi observada associação entre a DMRI e os outros fatores de risco analisados. CONCLUSÃO: A prevalência da degeneração macular relacionada à idade neste estudo foi semelhante aos dos países do Ocidente, e é possível que ela seja maior do que a da população do Japão. Os dados comprovam a importância da degeneração macular relacionada à idade nessa população de japoneses e descendentes, e mais estudos são necessários para identificar os fatores de riscos e os métodos de prevenção.
Keywords: Degeneração macular; Fatores de risco; Prevalência; Macula lútea; Grupos étnicos; Fatores sexuais; Meia-idade; Idoso; Idoso acima de 80 anos ou mais; Brasil
Arq. Bras. Oftalmol. 2008;71 (6 )
:886-889
| DOI: 10.1590/S0004-27492008000600025
Abstract
O objetivo deste relato de caso foi correlacionar achados da histopatologia com a angiografia por fluoresceína (AF) e por indocianina verde (AIV) em um paciente com oftalmia simpática. Após dois meses de trauma perfurante no olho direito, o paciente apresentou baixa acuidade visual no olho esquerdo (OE). A AF do OE mostrou áreas de hipofluorescência homogênea na fase arterial e venosa, áreas de progressiva hiperfluorescência granular e vazamento do disco. A AIV mostrou áreas de hipofluorescência na fase inicial à tardia. A histopatologia foi realizada após evisceração do olho direito e demonstrou difuso edema da coriocapilar, inflamação da coróide, áreas focais de hiperplasia do epitélio pigmentar da retina, focos de células epitelióides entre a coróide e o epitélio pigmentar da retina, além da infiltração linfocitária das veias episclerais e descolamento de retina. A hiperfluorescência observada na AF foi correlacionada com o descolamento de retina e inflamação do nervo óptico. A hipofluorescência na AF e AIV correspondeu à presença de células inflamatórias (nódulos de Dalen-Fuchs) e edema coriocapilar difuso.
Keywords: Oftalmia simpática; Angiofluoresceinografia; Verde de indocianina; Relatos de casos
Arq. Bras. Oftalmol. 2009;72 (5 )
:650-654
| DOI: 10.1590/S0004-27492009000500010
Abstract
OBJETIVOS: Induzir a produção de membranas vitreorretinianas em modelo de trauma ocular animal. Avaliar a inibição do desenvolvimento da proliferação vitreorretiniana (PVR) com o uso de hiperecina. MÉTODOS: Estudo Experimental. Foram utilizados 19 coelhos machos pigmentados adultos com peso entre 2.000 e 3.000 gramas. Todos submetidos a modelo de trauma com dispase associada à diatermia da retina para indução de membranas de PVR. Separados randomicamente para receberem hiperecina (10 µM em 0,1 ml) ou solução salina (0,1 ml) como placebo. Avaliados clinicamente no sétimo, décimo quarto, vigésimo primeiro e vigésimo oitavo dias de pós-operatório com oftalmoscopia indireta e retinografia colorida digitalizada. O grau de PVR foi classificado em estágios (de 0 a 7) segundo Hida e colaboradores. RESULTADOS: A formação de membranas esteve presente em 79% dos olhos, sendo 100% nos olhos do grupo placebo e 60% nos olhos do grupo tratamento (hiperecina). A comparação entre as médias dos estágios de PVR entre os grupos mostrou diferença estatisticamente significativa, com valor p=0,0321 pelo teste Wilcoxon. CONCLUSÕES: O modelo de trauma com uso de dispase e diatermia da retina produz membranas vitreorretinianas. A hiperecina mostrou-se eficaz na diminuição do aparecimento e progressão do PVR.
Keywords: Vitreorretinopatia proliferativa; Vitreorretinopatia proliferativa; Antidepressivos; Descolamento de retina; Traumatismos oculares; Cicatrização de feridas; Modelos animais de doenças; Coelhos
Arq. Bras. Oftalmol. 2010;73 (2 )
:182-185
| DOI: 10.1590/S0004-27492010000200017
Abstract
OBJETIVO: Demonstrar os achados da tomografia de coerência óptica em três casos de neurorretinite subaguda difusa unilateral (DUSN). MÉTODOS: Os pacientes com diagnóstico confirmado de neurorretinite subaguda difusa unilateral realizaram seguimento pré e pós-tratamento por meio da tomografia de coerência óptica, Stratus® OCT. RESULTADOS: Os achados marcantes da tomografia de coerência óptica foram a atrofia das camadas de fibras nervosas da retina e edema da retina localizado em áreas nas quais a larva esteve. Em dois pacientes pôde-se localizar a larva no espaço sub-retiniano por meio da tomografia de coerência óptica, que se traduziu por pequena área densa (hiperrefletividade). As larvas foram fotocoaguladas a laser e os achados da tomografia de coerência óptica após o tratamento demonstrou melhora do edema, afinamento das camadas de fibras nervosas e hiperrefletividade no local da aplicação do laser. CONCLUSÃO: Os principais achados na tomografia de coerência óptica foram a atrofia difusa das camadas de fibras nervosas e o edema localizado nas áreas afetadas pela larva. A tomografia de coerência óptica pode ser usado para diferenciar neurorretinite subaguda difusa unilateral de doenças que a simulam, como retinite punteada externa, que não manifesta alterações das camadas de fibras nervosas.
Keywords: Retinite; Neurite óptica; Nervo óptico; Infecções oculares parasitárias; Terapia a laser; Atrofia óptica; Retina; Tomografia de coerência óptica; Relatos de casos
Arq. Bras. Oftalmol. 2012;75 (1 )
:48-52
| DOI: 10.1590/S0004-27492012000100010
Abstract
OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é demonstrar experimentalmente que a dieta rica em colesterol provoca aumento da expressão da MCP-1 na coroide e esclera. MÉTODO: Coelhos New Zealand foram organizados em dois grupos: GN (grupo dieta normal), composto por 8 coelhos (8 olhos), recebeu ração padrão para coelhos, durante 4 semanas; GH (grupo hipercolesterolêmico), composto por 13 coelhos (13 olhos), recebeu dieta rica em colesterol a 1% por 8 semanas. Foi realizada a dosagem sérica de colesterol total, triglicerídeos, HDL colesterol, glicemia de jejum no início do experimento e no momento da eutanásia. Ao final da 8ª semana para o GH e 4ª semana para o GN foi realizada a eutanásia dos animais e os olhos foram submetidos à análise imuno-histoquímica com o anticorpo anti-MCP-1. RESULTADOS: A dieta provocou significativo aumento do colesterol total e triglicerídeos do GH em relação ao GN (p<0,001). Houve significativo aumento da expressão da MCP-1 na coroide e esclera dos animais do GH em relação ao GN (p<0,001). CONCLUSÃO: Este estudo demonstrou que a dieta hipercolesterolêmica em coelhos induz ao aumento da expressão do MCP-1 na coroide e esclera.
Keywords: Ativação de macrófagos; Degeneração macular; Aterosclerose; Colesterol; Coroide; Esclera; Proteínas quimioatraentes de monócitos; Animais; Coelhos
Arq. Bras. Oftalmol. 2012;75 (1 )
:59-60
| DOI: 10.1590/S0004-27492012000100012
Abstract
Descrever um caso de atrofia girata da coroide e retina associado com descolamento de retina. Altos níves de ornitina sérica confirmaram o diagnóstico de atrofia girata. Vitrectomia via pars plana com infusão de óleo de silicone foi realizada, com bom resultado anatômico, apesar da baixa acuidade visual persistente. Descolamento de retina é uma rara complicação da atrofia girata e pode ser manejada com vitrectomia via pars plana e óleo de silicone. Discutiremos os possíveis mecanismos que levaram à baixa acuidade visual.
Keywords: Atrofia girata; Vitamina B 6; Degeneração retiniana; Descolamento retiniano; Vitrectomia; Óleos de silicone; Acuidade visual; Relatos de casos; Humanos; Feminino; Adulto
Arq. Bras. Oftalmol. 2013;76 (1 )
:1-5
| DOI: 10.1590/S0004-27492013000100002
Abstract
OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é investigar a expressão do fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) na coroide e esclera, utilizando um modelo experimental de hipercolesterolemia. MÉTODO: Coelhos New Zealand foram organizados em dois grupos: O grupo dieta normal (GN), composto por 8 coelhos (8 olhos), recebeu ração padrão para coelhos, durante 4 semanas; e o grupo hipercolesterolêmico (GH), composto por 13 coelhos (13 olhos), recebeu dieta rica em colesterol a 1% por 8 semanas. Foi realizada a dosagem sérica de colesterol total, triglicerídeos, HDL colesterol, glicemia de jejum no início do experimento e no momento da eutanásia. Ao final da 8ª semana para o GH e 4ª semana para o GN foi realizada a eutanásia dos animais e os olhos foram submetidos à análise imuno-histoquímica com os anticorpos RAM-11 e VEGFR-1. RESULTADOS: Observou-se significativo aumento do colesterol total e triglicerídeos do GH em relação ao GN (p<0,001). Houve significativo aumento da expressão da RAM-11 e VEGFR-1 na coroide e esclera dos animais do GH em relação ao GN (p<0,001). CONCLUSÃO: Este estudo demonstra que a dieta hipercolesterolêmica em coelhos induz ao aumento da concentração de macrófagos e da imunorreatividade ao VEGFR-1 na coroide e esclera, expressando similaridade com a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) humana.
Keywords: Fator A de crescimento do endotélio vascular; Degeneração macular; Macrófagos; Colesterol; Coroide; Esclera; Animais; Coelhos