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Abstract
Objetivo: Comparar a espessura da coróide subfoveal (subfoveal choroidal thickness - SFCT) de pacientes com diferentes gravidades de síndrome de apnéia/hipopnéia obstrutiva do sono (obstructive sleep apnea/hypopnea syndrome - OSAHS) e controles normais por meio da tomografia de coerência óptica com profundidade de imagem aprimorada (enhanced depth imaging optical coherence tomography - EDI-OCT). Métodos: Neste estudo retrospectivo caso-controle, foram incluídos 49 olhos de 49 pacientes submetidos a polissonografia. A espessura da coroide subfoveal nas linhas horizontais e verticais de rastreamento foi medida manualmente em todos os olhos, com base nas imagens de EDI-OCT. De acordo com o índice de apnéia/hipopnéia (AHI), duas análises separadas foram realizadas: com dados de pacientes sem OSAHS, com OSAHS leve (5≤AHI<15), com OSAHS moderado (15≤AHI<30) e com OSAHS grave (AHI≥30) e com dados de pacientes sem OSAHS, com OSAHS leve (5≤AHI<15) e com OSAHS moderada e grave (AHI≥15). Resultados: A média de SFCT foi de 314,5 μm nos pacientes sem OSAHS (n=14), 324,5 μm em pacientes com OSAHS leve (n=15), 269,3 μm em pacientes com OSAHS moderada (n=11) e 264,3 μm em pacientes com OSAHS grave (n=9). Não houve diferença significativa entre a SFCT dos quatro grupos, apesar do discreto afinamento no grupo severo (p=0,08). Quando os grupos moderados e graves foram fundidos e comparados com os grupos sem OSAHS e com OSAHS leves, SFCT do grupo moderado/ grave foi significativamente mais fino do que o do grupo leve (p=0,016). Foi encontrada uma correlação negativa significativa entre SFCT e AHI em pacientes com OSAHS (r=0,368, p=0,033). Conclusões: Em pacientes com OSAHS moderada/grave, a EDI-OCT revelou um SFCT afinado. Outras doenças sistêmicas ou oculares associadas podem induzir a deficiência de fluxo sanguíneo e oxigenação nos olhos de pacientes com OSAHS. Mais estudos são necessários para encontrar a relação exata entre doenças oculares e graus clínicos de OSAHS.
Keywords: Síndromes da apnéia do sono; Tomografia de coerência óptica; Coroide/patologia; Tonometria ocular; Polissonografia
Abstract
Objetivo: Medir a pressão parcial de oxigênio (PO2) e dióxido de carbono (PCO2), e o pH de humor aquoso (AH) e de amostras de sangue arterial de coelhos. Método: Vinte coelhos New Zealand foram anestesiados por via intramuscular com cetamina e xilazina, em seguida, foram liberados a respirar o ar ambiente. Utilizando um analisador sanguíneo de gás, amostras de sangue arterial e AH foram analisadas para PO2, PCO2, e pH. Resultados: A pressão arterial média foi de 87,14 ± 15,0 mmHg. A PO2 média do sangue e AH foi 95,18 ± 11,76 mmHg e 88,83 ± 9,92 mmHg; a PCO2 média do sangue e AH foi de 25,86 ± 5,46 mmHg e 29,50 ± 5,36 mmHg; o pH médio do sangue e AH foi 7,38 ± 0,06 e 7,33 ± 0,09, respectivamente. Conclusões: O analisador de gases no sangue foi facilmente empregadas para avaliar o humor aquoso em coelhos. Quando se comparam os resultados de estudos que avaliaram PO2 do humor aquoso, deve ser tomado cuidado para determinar os métodos utilizados nestes estudos.
Keywords: Humor aquoso; Gasometria; Oxigênio/fisiologia; Dióxido de carbono/fisiologia; Coelhos
Abstract
Objetivo: Analisar a reprodutibilidade intrassessão e intersessão das medidas de sensibilidade ao contraste (CS) em pacientes com degeneração macular relacionada à idade (AMD), glaucoma e catarata. Método: As medidas de CS foram feitas pelo OPTEC-Funcional Visão Analyzer (FVA), que utiliza um sistema padronizado e fechado de avaliação da acuidade visual. Medidas em pacientes com AMD, glaucoma, catarata e nos controles saudáveis foram repetidas no prazo de 30 minutos (intrassessão) em duas visitas (intersessão), separadas por uma semana a um mês. A confiabilidade e correlação teste-reteste foram calculados por meio do coeficiente de correlação intraclasse (ICC) e coeficiente de reprodutibilidade (COR). Resultados: Noventa olhos de 90 indivíduos foram recrutados com acuidade visual de 0,17 logMAR ou melhor em catarata e 0,00 logMAR nos outros grupos. A confiabilidade da CS na primeira visita dos grupos normal, glaucoma, catarata e AMD foram, respectivamente, ICC 0,87; 0,90; 0,76; 0,69, e COR 0,24; 0,20; 0,38; 0,25. Os índices de confiabilidade foram significativamente melhorados nas segundas visitas, exceto no grupo glaucoma. Houve um efeito chão aceitável e nenhum efeito teto em frequências mais altas nos grupos glaucoma e AMD. Conclusões: Em indivíduos com boa acuidade visual, o sistema FVA de avaliação da CS é útil e apresenta boa confiabilidade, como mostrado pelas análises de ICC e COR. Por não apresentar efeito teto, este sistema parece ser benéfico para a avaliação das alterações precoces de CS, especialmente no glaucoma e AMD.
Keywords: Degeneração macular; Sensibilidade de contraste; Glaucoma; Fator idade; Reprodutibilidade dos testes
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