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Search for: Dr. Fernando Oréfice
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OBJETIVOS: Avaliar a prevalência de estrabismo do município de Natal, entre os estudantes de I e II graus das escolas públicas e privadas, e detectar os possíveis fatores etiológicos. MÉTODO: 1024 alunos foram escolhidos de forma aleatória, sendo submetidos a um questionário e a um exame oftalmológico completo, pelos médicos docentes e residentes em Oftalmologia da UFRN. RESULTADOS: Dos 1024 estudantes, foram analisados 1015; 29 eram portadores de estrabismo (2,9%), sendo 20 com exotropia manifesta (2%), 2 com exotropia intermitente (0,2%), 6 com esotropia (0,6%) e 1 com anisotropia em V (0,1%). CONCLUSÕES: A prevalência de estrabismo da população de estudantes de Natal é semelhante a estudos de prevalência publicados anteriormente. Em apenas um dos estudantes havia lesão ocular (cicatriz de retinocoroidite em pólo posterior de ambos os olhos) causando estrabismo.
Keywords: Estrabismo; Estrabismo; Saúde ocular; Serviços de saúde escolar; Estudantes
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OBJETIVO: Realizar um estudo epidemiológico em estudantes de Natal/Brasil, com relação à anisometropia refracional, avaliando os seguintes critérios: sexo, idade e associação com estrabismo e ambliopia. MÉTODOS: Foram estudados 1.024 estudantes, randomicamente selecionados, pertencentes aos diversos distritos da cidade de Natal/Brasil, pelo Departamento de Oftalmologia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), observando os seguintes aspectos, quanto à anisometropia > 2 dioptrias esférica ou cilíndrica, sexo, idade, associação com estrabismo e ambliopia, e os tipos de anisometropia. RESULTADOS: Encontrou-se prevalência de anisometropia de 2% (N=21) nos estudantes. O sexo feminino predominou com 81% (N=17). Nos estudantes com anisometropia, observou-se associação com estrabismo em 9,5% (N=2), ambos com exotropia. A associação de anisometropia com ambliopia ocorreu em 47,6% (N=10), sendo 8 casos com ambliopia unilateral e 2 casos com ambliopia bilateral. CONCLUSÃO: Houve predominância de anisometropia no sexo feminino; e aumento da prevalência de estrabismo e de ambliopia em estudantes com anisometropia.
Keywords: Anisometropia; Ambliopia; Estudantes, Erros de refração; Estrabismo
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OBJETIVO: Determinar a prevalência dos achados oculares das estruturas externas e segmento anterior do olho detectados ao exame biomicroscópico em uma população de estudantes de Natal (RN) - Brasil. MÉTODOS: 1024 escolares do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas da cidade de Natal foram avaliados de março a junho de 2001 após seleção randomizada prévia. Todos foram submetidos a protocolo de pesquisa pré-estabelecido consistindo em identificação, dados demográficos e exame oftalmológico biomicroscópico com lâmpada de fenda, realizados por oftalmologistas do Hospital Universitário Onofre Lopes. RESULTADOS: As alterações da conjuntiva e das pálpebras foram as mais prevalentes, (10,4% e 6,2% respectivamente). Dentre estas, folículos e papilas conjuntivais representaram os achados mais evidenciados ao exame da conjuntiva (4,2% e 3,0% respectivamente), ao passo que blefarite anterior (3,5%) e meibomite (1,1%) foram as anormalidades mais encontradas nas pálpebras. Ao exame da córnea, íris, cristalino e vítreo anterior, os achados mais freqüentes foram: nubécula (0,5%), restos da membrana pupilar (0,5%), opacidade de cápsula posterior (0,8%) e resquício da artéria hialóide (2,0%). CONCLUSÃO: Os achados mais prevalentes acometeram com maior freqüência as estruturas externas do olho (pálpebras e conjuntivas), tendo como seus principais representantes a blefarite anterior e reação folicular da conjuntiva, respectivamente. Já as anormalidades mais evidenciadas na córnea, íris, cristalino e vítreo anterior foram: nubécula, resquício da membrana pupilar, opacidade da cápsula posterior e resquício da artéria hialóide, nesta ordem.
Keywords: Segmento anterior do olho; Oftalmopatias; Saúde escolar; Testes visuais; Técnicas de diagnóstico oftalmológico; Estudos transversais
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OBJETIVO: Determinar a prevalência das ametropias em estudantes das redes pública e privada de Natal-RN. MÉTODOS: Foi realizada refratometria de 2.048 olhos de estudantes matriculados no ano letivo de 2001 e os dados avaliados com planilha do SPSS Data Editor 11. As ametropias foram divididas em: 1- de 0,1 até 0,99D (dioptria); 2- 1,0 até 2,99D; 3- 3,00 até 5,99D e 4- 6D ou maior. O astigmatismo foi reagrupado em I- a favor da regra (eixo entre 0 a 30 e 150 a 180 graus), II- contra a regra (eixo entre 60 e 120 graus) e III- oblíquo (eixo entre >30 e <60 e >120 e <150 graus). A faixa etária foi categorizada em 1- 5 a 10 anos, 2- 11 a 15 anos, 3- 16 a 20 anos, 4- 21anos ou mais. RESULTADOS: Dos erros refrativos, a hipermetropia foi o mais comum com 71%, em seguida astigmatismo, 34% e miopia, 13,3%. 48,5% dos míopes e 34,1% dos hipermétropes tinham astigmatismo. De acordo com as dioptrias, 58,1% dos míopes estão no grupo 1, 39% distribuídos entre os grupos 2 e 3. Os hipermétropes enquadram-se em sua maioria no grupo 1 (61,7%) e o astigmatismo no mesmo grupo com 70,6%. A associação dos eixos do astigmatismo dos dois olhos mostrou 95,2% com eixo a favor da regra nos dois olhos, diminuindo a porcentagem para os do eixo contra a regra (82,1%) e menor ainda para os do eixo oblíquo, apenas 50%. CONCLUSÃO: Os resultados encontrados mostraram discordância com a maioria dos trabalhos internacionais, principalmente os orientais, que apontam a miopia como o erro refrativo mais comum e corrobora os nacionais, com a grande parte sendo hipermétropes.
Keywords: Erros de refração; Miopia; Astigmatismo; Hiperopia; Estudantes
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OBJETIVO: Embora tenha sido proposto que a vasculatura retínica apresenta estrutura fractal, nenhuma padronização do método de segmentação ou do método de cálculo das dimensões fractais foi realizada. Este estudo objetivou determinar se a estimação das dimensões fractais da vasculatura retínica é dependente dos métodos de segmentação vascular e dos métodos de cálculo de dimensão. MÉTODOS: Dez imagens retinográficas foram segmentadas para extrair suas árvores vasculares por quatro métodos computacionais ("multithreshold", "scale-space", "pixel classification" e "ridge based detection"). Suas dimensões fractais de "informação", de "massa-raio" e "por contagem de caixas" foram então calculadas e comparadas com as dimensões das mesmas árvores vasculares, quando obtidas pela segmentação manual (padrão áureo). RESULTADOS: As médias das dimensões fractais variaram através dos grupos de diferentes métodos de segmentação, de 1,39 a 1,47 para a dimensão por contagem de caixas, de 1,47 a 1,52 para a dimensão de informação e de 1,48 a 1,57 para a dimensão de massa-raio. A utilização de diferentes métodos computacionais de segmentação vascular, bem como de diferentes métodos de cálculo de dimensão, introduziu diferença estatisticamente significativa nos valores das dimensões fractais das árvores vasculares. CONCLUSÃO: A estimação das dimensões fractais da vasculatura retínica foi dependente tanto dos métodos de segmentação vascular, quanto dos métodos de cálculo de dimensão utilizados.
Keywords: Fractais; Retina; Técnicas de diagnósticos e procedimentos; Biometria
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OBJETIVOS: Documentar características clínicas, associações sistêmicas, tratamento e evolução de 100 pacientes com esclerite, examinados no serviço de uveítes da Universidade Federal de Minas Gerais. PACIENTES E MÉTODOS: Identificados 100 pacientes com esclerite, registrados e analisados dados com relação às queixas dos mesmos, sinais oculares, visão, alterações ecográficas, manifestações sistêmicas, tratamento e evolução. RESULTADOS: Sessenta e nove pacientes eram mulheres e 31 homens. Esclerite anterior difusa e nodular ocorreu em 71 pacientes, esclerite anterior necrosante em 3, esclerite posterior em 24 e escleromalácia perfurans em 2 pacientes. Envolvimento unilateral em 79 e bilateral em 21 pacientes. A principal queixa foi dor ocular e o sinal fundoscópico predominante na esclerite posterior foi o descolamento seroso de retina. Em 13 pacientes a esclerite determinou o encontro de doença sistêmica e a principal forma de tratamento foi com droga anti-inflamatória não-esteróide oral. Dezoito pacientes precisaram de tratamento imunossupressor para o controle do quadro ocular e a incidência de complicação ocular foi de 35%. DISCUSSÃO: Esclerite é doença rara, às vezes de difícil diagnóstico e potencialmente devastadora, todos os esforços devem ser necessários para um diagnóstico rápido e correto dessa doença. O conhecimento sobre a esclerite, suas formas de apresentação, associações sistêmicas, tratamento e evolução são fundamentais para que possamos fazer este diagnóstico correto e conduzir o quadro ocular da maneira mais adequada possível tendo sempre como objetivo final o controle do quadro escleral e preservação da visão do paciente.
Keywords: Esclerite; Infecções oculares; Ciclosporinas
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OBJETIVOS: Documentar características clínicas, associações sistêmicas, tratamento e evolução de 23 pacientes com esclerite posterior, examinados no serviço de uveítes da Universidade Federal de Minas Gerais. MÉTODOS: Revisão de todos os pacientes com esclerite atendidos neste serviço, de 1999 até 2006, para identificar aqueles com esclerite posterior. Identificados 23 pacientes, registrados e analisados os dados com relação aos sinais e sintomas oculares, visão, alterações na ecografia, manifestações sistêmicas, tratamento e evolução. RESULTADOS: Dezesseis pacientes do sexo feminino e 7 do sexo masculino com média de idade de 44,7 anos. Esclerite posterior ocorreu associada à esclerite anterior em 10 pacientes, envolvimento unilateral em 17 pacientes e, bilateral simultâneo, em 6 pacientes. Esclerite posterior associada à doença sistêmica ocorreu em 8 pacientes (síndrome de Cogan, tuberculose, granulomatose de Wegener, herpes simples e zoster, aspergilose, retocolite-ulcerativa e sarcoidose). A principal queixa foi dor ocular seguida de embaçamento visual e o sinal fundoscópico que predominou foi o descolamento seroso de retina. O achado mais comum na ecografia foi espessamento da parede escleral observado em 18 pacientes e a principal forma de tratamento, o uso de corticóide sistêmico. Somente 4 pacientes necessitaram de imunossupressor. CONCLUSÃO: Esclerite posterior é doença de difícil diagnóstico e pode ser potencialmente devastadora. Análises estatísticas são incapazes de revelar outras características específicas da esclerite posterior, características clínicas dos pacientes e evolução da doença que poderiam ajudar na identificação dos casos com maior risco de perda visual ou com maior probabilidade de doença sistêmica.
Keywords: Esclerite; Esclera; Descolamento retiniano; Dor; Ecografia; Prednisolona
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