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Abstract
Objetivo: Verificar a frequência de assimetrias superiores a 0,2 na razão escavação/disco em uma população de adolescentes. Métodos: Retinografias de ambos os olhos de 123 jovens foram digitalizadas na resolução de 300 pixels por polegada (300 dpi), 8 bits, padrão de cor RGB. Para a realização das medidas foi utilizado o software Image J, versão 1.42, desenvolvido pelo National Institute of Health (NIH), plataforma Java versão 1.6. Resultados: Os valores das diferenças, entre os dois olhos do mesmo indivíduo, na razão das medidas do diâmetro vertical da escavação/diâmetro vertical do disco óptico variaram de 0 a 0,30. A média das diferenças foi 0,07, a mediana 0,06 e o desvio padrão 0,05. Assimetrias de até 0,06 apresentaram frequência de 54,4% e assimetrias de até 0,1 estiveram presentes em 79,7% da amostra. Dois indivíduos (1,63%) apresentaram assimetrias superiores a 0,2. Conclusão: A frequência de assimetrias no grupo de adolescentes estudado é similar à encontrada em estudos realizados com população adulta normal.
Keywords: Glaucoma; Disco óptico; Doenças do nervo óptico; Fundo de olho; Campos visuais; Retina; Fotografia; Adolescentes
Abstract
OBJETIVOS: Determinar se a distribuição dos intervalos do piscar espontâneo se mantém em medidas repetidas com e sem anesthesia tópica ocular. MÉTODOS: Os intervalos entre movimentos de piscar da pálpebra superior foram medidos com rastreamento magnético (Magnetic Search Coil) em 15 sujeitos (11 do sexo masculino) normais com idades entre 19 a 32 anos (média 23,86 ± 3,20 dp anos). RESULTADOS: Análise de variância unifatorial para medidas repetidas mostrou que a anesthesia tópica ocular diminuiu significativamente a frequência média (número de blinks/minuto) do piscar espontâneo, a qual se manteve constante nas duas primeiras medidas (F=8,27, p=0,0015. Primeira medida 13,7 ± 7,8 DP; segunda medida 13,1 ± 8,5; com anestesia tópica 7,2 ± 4,6). No entanto, a forma da distribuição nas 3 medidas obedeceu uma distribuição do tipo Log Normal, de modo que os intervalos de piscar foram normalmente distribuídos quando o logaritmo do intervalo foi considerado. CONCLUSÕES: A anesthesia tópica ocular diminui significativamente a frequência de piscar, mas não altera a distribuição dos intervalos do piscar espontâneo.
Keywords: Piscadela; Piscadela; Administração tópica; Anestesia; Soluções oftálmicas; Pálpebras
Abstract
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Abstract
OBJETIVO: Avaliar comparativamente o limiar de sensibilidade macular da microperimetria e a estabilidade de fixação entre o primeiro (direito) e o segundo (esquerdo) olhos testados de indivíduos normais.
MÉTODOS: Trinta pacientes saudáveis foram divididos aleatoriamente em 2 grupos. Os participantes foram submetidos à microperimetria no “fast mode” e no “expert mode” no grupo I e II, respectivamente. Cada participante foi submetido a um único teste e o olho direito foi testado primeiro.
RESULTADOS: No grupo I, o limiar médio de sensibilidade macular (± DP) foi de 24,5 ± 2,3 dB e 25,7 ± 1,1 dB nos olhos direito e esquerdo, respectivamente (p=0,0415). No grupo II foi de 26,7 ± 4,5 dB e 27,3 ± 4,0 dB nos olhos direito e esquerdo, respectivamente (p=0,58). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os olhos dos dois grupos (p=0,1512). Em relação à estabilidade de fixação (avaliada no grupo microperimetria no “expert mode”), a média das porcentagens dos pontos de fixação dentro do 1 grau central da mácula (P1) ± DP foi de 87,9 ± 11,5% no olho direito e de 93,8 ± 6,6% no olho esquerdo. O teste t pareado não mostrou diferença estatística entre os olhos (p=0,140). O valor médio de P2 ± DP foi de 95,5 ± 4,9% no olho direito e 98,5 ± 2,1% no olho esquerdo. Foi demonstrado um aumento na porcentagem de pontos de fixação no segundo olho testado quando comparado ao primeiro (teste t pareado= 2,364; p=0,034). Houve correlação negativa entre o limiar de sensibilidade macular do olho direito e a duração do exame nos dois grupos (microperimetria no “expert mode”: r=-0,717; p=0,0026; microperimetria no “fast mode”: r=-0,843; p <0,0001).
CONCLUSÃO: O limiar médio de sensibilidade macular foi maior no segundo olho testado no grupo microperimetria no “fast mode” e foi semelhante nos dois olhos no “expert mode”. Nossos dados sugerem que a compreensão do exame pelo indivíduo pode impactar nos resultados da microperimetria.
Keywords: Macula lutea; Fixação ocular; Viés; Campos visuais; Acuidade visual
Abstract
Objetivo: O objetivo do presente estudo é mensurar a simetria interocular do contorno da pálpebra superior por meio de um novo método de quantificação de contorno palpebral com curvas de Bézier.
Métodos: A ferramenta de curva de Bézier do software ImageJ foi utilizada para extrair os contornos palpebrais direito e esquerdo de 75 sujeitos normais. A variabilidade interobservador de 29 contornos palpebrais do olho direito obtidos por dois observadores diferentes foi estimada pelo coeficiente de superposição de duas curvas e pela análise das diferenças das posições do pico do contorno. Análise de variância de dois fatores foi empregada para testar a média do coeficiente de superposição entre os contornos direito e esquerdo quanto ao sexo e segmento palpebral. A mesma análise foi utilizada para comparar a localização do pico do contorno dos olhos direito e esquerdo.
Resultados: O coeficiente de superposição obtidos por observadores independentes variou ente 93,5% e 98,8% com média de 96,1% ± 1,6 DP. A diferença das médias da localização do pico do contorno palpebral foi de 0,02 mm. A simetria entre os contornos dos olhos direito e esquerdo não diferiu entre o sexo feminino e masculino e esteve na faixa de variabilidade do método para o coeficiente de superposição e localização do pico do contorno.
Conclusões: O contorno da pálpebra superior é altamente simétrico. As linhas Bézier permitem uma rápida e prática quantificação do contorno palpebral com uma média de variabilidade interobservador de 3,9%.
Keywords: Pálpebras/anatomia & histologia; Assimetria facial; Curva de Bézier; Valores de referência; Processamento de imagem assistida por computador
Abstract
Objetivo: Comparar as medidas de acuidade visual, espessura macular central e área de neovasos ativos na angiofluoresceinografia submetidos a panfotocoagulação retiniana padrão ETDRS associado a injeção intravítrea de ranibizumabe versus panfotocoagulação padrão PASCAL associado a injeção intravítrea de ranibizumabe versus somente injeção intravítrea de ranibizumabe em pacientes com retinopatia diabética proliferativa.
Métodos: Pacientes com retinopatia diabética proliferativa e virgens de tratamento, randomicamente divididos nas três diferentes terapias retinianas. Panfotocoagulação no grupo ETDRS em 2 sessões (semanas 0 e 2) e no grupo PASCAL, na semana 0. Injeção intravítrea de ranibizumabe realizado ao fim da primeira sessão de laser em ambos os grupos: ETDRS e PASCAL, e na semana 0 no grupo injeção intravítrea de ranibizumabe. Avaliações oftalmológicas, tomografia de coerência óptica e angiofluoesceinografia realizados na visita basal e a cada 4 semanas por 48 semanas.
Resultados: Trinta pacientes (n=40 olhos) completaram as 48 semanas de seguimento. Após o tratamento, a acuidade visual melhorou significantemente em todas a visitas no grupo injeção intravítrea de ranibizumabe (p<0,05); em todas exceto na semana 4 no grupo ETDRS, em todas exceto nas semanas 4 e 8 no grupo PASCAL. Redução significativa na espessura do subcampo central foi evidenciada no grupo PASCAL nas semanas 4, 8 e 48; somente na semana 48 no grupo injeção intravítrea de ranibizumabe, e em nenhuma visita no grupo ETDRS. Redução também na área de neovasos ativos em todas as visitas em todos os grupos. Não houve diferença significante entre os três grupos com relação a mudança media na medidas de acuidade visual, espessura macular central ou área de neovasos ativos da visita inicial para a semana 48.
Conclusões: Somente IVB ou este associado a panfotocoagulação ETDRS ou PASCAL, apresentaram efeitos semelhantes em relação a medidas de acuidade visual, espessura do subcampo central e área de neovasos ativos no decorrer de 48 semanas de seguimento.
Keywords: Retinopatia diabetica; Retina; Diabetes; Fator A de crescimento do endotélio vascular; Inibidorres da angiogenese/uso terapêutico; Ranibizumab/uso terapêutico; Panfotocoagulação; Acuidade visual
Abstract
O presente trabalho traz uma revisão das abordagens terapêuticas para a cegueira da córnea. O estudo detalha as etapas e os elementos envolvidos na cicatrização da córnea. Ele mostra as limitações das estratégias cirúrgicas e farmacológicas usadas para restaurar e manter a transparência da córnea em termos de sobrevida a longo prazo e alcance geográfico. As perspectivas dos agentes anabólicos, incluindo vitamina A, hormônios, fatores de crescimento e novos moduladores pró-mitóticos e anti-inflamatórios para auxiliar a cicatrização da ferida na córnea, são revisadas criticamente. Aqui, apresentamos estudos envolvendo nanotecnologia, terapia gênica e reengenharia de tecidos como possíveis estratégias futuras para atuar de maneira isolada ou combinada com a cirurgia da córnea para prevenir ou reverter a cegueira corneana.
Keywords: Cegueira; Doenças da córnea; Transplante de córnea; Terapia genética; Terapia baseada em transplante de células e tecidos; Células-tronco
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