Showing of 1 until 4 from 4 result(s)
Search for: Deniz Turgut Coban
Abstract
Objetivo: Apresentar os resultados anatômicos e visuais de injeções de ranibizumab em pacientes que foram diagnosticados com roturas do epitélio pigmentado da retina (RPE). Métodos: Olhos com um mínimo de seis meses de acompanhamento após diagnóstico de roturas do RPE foram avaliados retrospectivamente. Cada olho foi tratado com, pelo menos, três doses de ranibizumab em intervalos mensais. Acuidade visual com a melhor correção (BCVA), achados do segmento anterior, pressão intraocular e exames de fundo de olho foram avaliados nas visitas de controle. Retinografia colorida, angiografias fluoresceínicas, autofluorescência de polo posterior e tomografia de coerência óptica imagens de domínio espectral (SD-OCT) foram obtidos. A altura do descolamento do epitélio pigmentado (PED) foi medida com SD-OCT. Resultados: Doze olhos com roturas do epitélio pigmentado da retina foram incluídos no estudo. Nove olhos (75%) desenvolveram roturas do epitélio pigmentado da retina durante as injeções ranibizumab para neovascularização de coroide (oito olhos com descolamento do epitélio pigmentado vascularizado e um olho com osteoma de coroide), a rotura ocorreu em três olhos antes de quaisquer injeções. A mediana do número de injeções de ranibizumab após o diagnóstico da rotura do RPE foi de 3 (mínimo 2, máximo 5). Na visita de acompanhamento mais recente, não houve correlação estatisticamente significante entre o grau de RPE e logMAR de BCVA (p>0,05, r=0,112). Oito dos doze olhos tinham descolamento do epitélio pigmentado, desses, 7 olhos tinham PEDs com contornos irregulares antes da injeção. A altura média do PED foi 447 ± 122 µm. Conclusões: Nesta série, as roturas de epitélio pigmentado da retina aconteceram principalmente após a injeção intravítrea anti-VEGF para descolamento do epitélio pigmentado vascularizado. O aumento da altura vertical e contornos irregulares dos PEDs podem ser considerados fatores de risco para a formação da rotura de epitélio pigmentado da retina.
Keywords: Degeneração macular; Descolamento retiniano; Epitélio pigmentado da retina; Injeções intravítreas; Anticorpos monoclonais humanizados; Tomografia de coerência óptica; Fator A de crescimento do endotélio vascular; Angiofluoresceinografia
Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia de ranibizumab e bevacizumab intravítreos no tratamento da retinopatia da prematuridade (ROP) tipo 1. Método: Foram avaliados retrospectivamente 36 olhos de 20 pacientes com retinopatia da prematuridade tipo 1 que receberam injeções intravítreas anti fator de crescimento endotelial vascular (anti VEGF) entre agosto de 2011 e fevereiro 2013. Quinze olhos de 8 pacientes receberam 0,25 mg ranibizumab (grupo 1) e 21 olhos de 12 pacientes receberam 0,625 mg bevacizumab (grupo 2). Os olhos foram examinados por oftalmoscopia indireta no primeiro dia, terceiro dia, primeira semana, e primeiro mês e conforme necessário após a injeção. Fotocoagulação com laser foi realizada quando foi detectada progressão da retinopatia da prematuridade. Resultados: Média do tempo de gestação para os pacientes do grupo 1 foi de 26,2 ± 2,7 semanas, enquanto para o grupo 2 foi de 27,1 ± 2,5 semanas. Não houve diferença estatística em relação ao tempo de gestação entre os grupos. A média de acompanhamento foi de 20 ± 4,5 meses. Fotocoagulação a laser foi realizada a 6 dos 15 olhos do grupo 1 e 2 dos 21 olhos do grupo 2. Nenhum dos olhos desenvolveu descolamento de retina no período de acompanhamento. Conclusão: O ranibizumab e bevacizumab são eficazes no tratamento da retinopatia da prematuridade tipo 1. Incidência de progressão foi maior nos olhos que receberam ranibizumab. Ensaios clínicos controlados futuros são necessários para comparar esses dois medicamentos.
Keywords: Retinopatia da prematuridade; Fator de crescimento do endotélio vascular; Anticorpos monoclonais; Inibidores da angiogênese; Injeções intravítreas
Abstract
Objetivos: Avaliar as diferenças de desempenho cognitivo entre pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto (POAG), glaucoma de pressão normal (NTG) e controle de indivíduos saudáveis (C). Métodos: Um total de 60 pessoas (20 POAG, 20 NTG e 20 indivíduos saudáveis) foram incluídos neste estudo. Um exame oftalmológico detalhado foi realizado em todos os participantes. Um sistema de tomografia de coerência óptica de domínio espectral (SD-OCT) foi utilizado para medir as espessuras da camada de células ganglionares plexiforme interna (GC-IPL) e da camada de fibras nervosas da retina (RNFL). Para avaliar o desempenho cognitivo de todos os participantes, foi realizado pelo mesmo neurologista um exame neurológico detalhado, incluindo mini-exame do estado mental (MMSE). Resultados: Não houve diferenças significativas entre os grupos em termos de idade (p=0,348) e sexo (p=0,935). Espessuras médias da RNFL foram significativamente diferentes, sendo 85,2 ± 14,7, 76,8 ± 10,3 e 91,4 ± 7,7 µm nos grupos POAG, NTG e controles, respectivamente (p<0,001). As espessuras médias da GC-IPL observadas foram 77.5 ± 9.7 μm no grupo POAG, 73,4 ± 7,8 µm no grupo NTG e 78,8 ± 3,8 µm nos controlos. As diferenças entre os grupos não foram estatisticamente significantes (p=0,085). Graduações do MMSE foram 26,1 ± 1,4, 25,7 ± 2,3 e 28,8 ± 0,9 nos grupos POAG, NTG e controles, respectivamente. Houve diferenças significativas entre os três grupos (p<0,001). Houve diferença significativa entre NTG e saudáveis (p<0,001). Houve diferença significativa entre POAG e saudáveis (p=0,001). Não houve diferença significativa entre o POAG e NTG (p=0,595). Conclusões: Parecem haver fatores de risco semelhantes no glaucoma e nos distúrbios neurodegenerativos que causam deterioração no desempenho cognitivo. Comparando a baixa graduação do MMSE de pacientes com POAG e NTG com controles saudáveis referenda nossa hipótese. Consequentemente recomenda-se que um neurologista também examine os pacientes de glaucoma.
Keywords: Glaucoma de ângulo aberto; Glaucoma de baixa tensão; Transtornos cognitivos; Demencia
Abstract
RESUMOO carcinoma adenóide cístico cutâneo primário (PCACC) é um tumor maligno epitelial raro, mais comumente observado no couro cabeludo e na pele do peito sendo originário da porção palpebral da glândula lacrimal na órbita. Apresentamos o diagnóstico e tratamento de um caso raro de carcinoma adenóide cístico cutâneo primário do olho em um paciente do sexo masculino de 52 anos de idade, com uma lesão maciça da pálpebra inferior direita. A observação da falta de encapsulamento e um padrão de secreção diferente do calázio durante biópsia incisional permitiu a diferenciação da lesão de um calázio. A avaliação dos resultados do exame patológico resultou no diagnóstico de carcinoma adenóide cístico cutâneo primário. A análise do caso indica a importância de uma inspeção cuidadosa para a diferenciação macroscópica da carcinoma adenóide cístico cutâneo primário do calázio após a cirurgia inicial e avaliação patológica de todas as lesões de massa removidas cirurgicamente para o diagnóstico e tratamento corretos.
Keywords: Calázio; Carcinoma cístico de adenóide; Neoplasias palpebrais; Diagnóstico macroscópicos
ABO is licensed under a Creative Commons Attribution-NonComercial 4.0 Internacional.
About
Issues
Editorial Board
Submission
Official publication of Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Rua Casa do Ator, 1.117 - 2º andar - CEP: 04546-004
São Paulo - SP, Brazil
Phone: +55 11 3266-4000