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Abstract
A inflamação é parte do processo fisiológico que visa reparar o dano tecidual causado por infecção, trauma, auto-imunidade. Quando este processo fisiológico encontra-se alterado, pode contribuir para o aumento do dano tecidual. As quimiocinas e seus receptores são importantes elementos envolvidos no processo de migração celular para os tecidos inflamados. Nas doenças oculares, principalmente nas uveítes, estas proteínas estão sendo identificadas como importantes mediadores da resposta inflamatória. Esta revisão visa discutir o papel das quimiocinas em diversas doenças oculares, dando ênfase aos processos uveíticos.
Keywords: Quimiocinas; Uveíte; Inflamação; Doenças da úvea; Revisão
Abstract
Citocinas são moléculas envolvidas na comunicação intercelular nas respostas inflamatória e imune, desempenhando papel relevante nas uveítes. Polimorfismos dos genes responsáveis pela produção de determinadas citocinas têm sido relacionados com a ocorrência e a gravidade de algumas uveítes. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo relatar essas possíveis associações, salientando o aspecto individual genético no prognóstico das uveítes.
Keywords: Uveíte; Polimorfismo genético; Citocinas; Paraparesia tropical espástica; Infecções por HTLV-I; Antígenos HLA; Oftalmopatias; Prognósico
Abstract
OBJETIVOS: Documentar características clínicas, associações sistêmicas, tratamento e evolução de 100 pacientes com esclerite, examinados no serviço de uveítes da Universidade Federal de Minas Gerais. PACIENTES E MÉTODOS: Identificados 100 pacientes com esclerite, registrados e analisados dados com relação às queixas dos mesmos, sinais oculares, visão, alterações ecográficas, manifestações sistêmicas, tratamento e evolução. RESULTADOS: Sessenta e nove pacientes eram mulheres e 31 homens. Esclerite anterior difusa e nodular ocorreu em 71 pacientes, esclerite anterior necrosante em 3, esclerite posterior em 24 e escleromalácia perfurans em 2 pacientes. Envolvimento unilateral em 79 e bilateral em 21 pacientes. A principal queixa foi dor ocular e o sinal fundoscópico predominante na esclerite posterior foi o descolamento seroso de retina. Em 13 pacientes a esclerite determinou o encontro de doença sistêmica e a principal forma de tratamento foi com droga anti-inflamatória não-esteróide oral. Dezoito pacientes precisaram de tratamento imunossupressor para o controle do quadro ocular e a incidência de complicação ocular foi de 35%. DISCUSSÃO: Esclerite é doença rara, às vezes de difícil diagnóstico e potencialmente devastadora, todos os esforços devem ser necessários para um diagnóstico rápido e correto dessa doença. O conhecimento sobre a esclerite, suas formas de apresentação, associações sistêmicas, tratamento e evolução são fundamentais para que possamos fazer este diagnóstico correto e conduzir o quadro ocular da maneira mais adequada possível tendo sempre como objetivo final o controle do quadro escleral e preservação da visão do paciente.
Keywords: Esclerite; Infecções oculares; Ciclosporinas
Abstract
OBJETIVOS: Documentar características clínicas, associações sistêmicas, tratamento e evolução de 23 pacientes com esclerite posterior, examinados no serviço de uveítes da Universidade Federal de Minas Gerais. MÉTODOS: Revisão de todos os pacientes com esclerite atendidos neste serviço, de 1999 até 2006, para identificar aqueles com esclerite posterior. Identificados 23 pacientes, registrados e analisados os dados com relação aos sinais e sintomas oculares, visão, alterações na ecografia, manifestações sistêmicas, tratamento e evolução. RESULTADOS: Dezesseis pacientes do sexo feminino e 7 do sexo masculino com média de idade de 44,7 anos. Esclerite posterior ocorreu associada à esclerite anterior em 10 pacientes, envolvimento unilateral em 17 pacientes e, bilateral simultâneo, em 6 pacientes. Esclerite posterior associada à doença sistêmica ocorreu em 8 pacientes (síndrome de Cogan, tuberculose, granulomatose de Wegener, herpes simples e zoster, aspergilose, retocolite-ulcerativa e sarcoidose). A principal queixa foi dor ocular seguida de embaçamento visual e o sinal fundoscópico que predominou foi o descolamento seroso de retina. O achado mais comum na ecografia foi espessamento da parede escleral observado em 18 pacientes e a principal forma de tratamento, o uso de corticóide sistêmico. Somente 4 pacientes necessitaram de imunossupressor. CONCLUSÃO: Esclerite posterior é doença de difícil diagnóstico e pode ser potencialmente devastadora. Análises estatísticas são incapazes de revelar outras características específicas da esclerite posterior, características clínicas dos pacientes e evolução da doença que poderiam ajudar na identificação dos casos com maior risco de perda visual ou com maior probabilidade de doença sistêmica.
Keywords: Esclerite; Esclera; Descolamento retiniano; Dor; Ecografia; Prednisolona
Abstract
A infecção pelo Toxoplasma gondii é uma importante causa de doença ocular, tanto em indivíduos imunocomprometidos como em imunocompetentes. A patogênese da destruição retinocoroidiana associada a essa infecção ainda não está totalmente esclarecida. Nesta revisão, discute-se o papel do sistema imune no controle da infecção pelo Toxoplasma, especialmente, no olho.
Keywords: Toxoplasmose ocular; Coriorretinite; Uveíte; Toxoplasma; Autoimunidade; Linfócitos T reguladores; Citocinas
Abstract
Anormalidades da pupila em pacientes com doença de Hansen, ocorrem mais comumente devido a irite crônica com perda do estroma iriano, miose, diminuição da reação à luz, e dificuldade de dilatação em resposta a colírios anticolinérgicos. Relatamos dois pacientes com doença de Hansen na forma lepromatosa que desenvolveram pupilas tônicas, caracterizadas por midríase, ausência de reação a luz e para perto e hipersensibilidade a fraca concentração de solução colinérgica. O exame revelou irite e atrofia iriana. Em ambos os casos a instilação de pilocarpina 0,1% causou miose nos olhos afetados. A pupila tônica tem sido relatada em muitas condições, mas sua associação com doença de Hansen ainda não havia sido descrita.
Keywords: Pupila tônica; Midríase; Hanseníase; Irite; Iris/lesões; Atrofia; Relato de casos
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