Showing of 1 until 7 from 7 result(s)
Search for: Ozdemir Ozdemir
Abstract
Objetivo: Comparar o efeito de bevacizumab aplicado subconjuntival e topicamente em um modelo de neovascularização de córnea de ratos induzida por queimadura alcalina. Métodos: Córneas direitas de 24 ratos Wistar-Albino foram cauterizados por nitrato de prata. Os indivíduos foram divididos aleatoriamente e igualmente em três grupos: controle (n=8), o bevacizumab subconjuntival (n=8), o bevacizumab tópico (n=8). Imediatamente após a cauterização, 0,05 ml (1,25 mg) de bevacizumab foi injetado no grupo subconjuntival. Grupo tópico foi inculcado com 10 mg/ml de bevacizumab duas vezes por dia. O grupo controle recebeu solução salina normal, topicamente, duas vezes ao dia. A graduação do estímulo da queimadura e a graduação da neovascularização foram avaliados utilizando a técnica descrita por Mahoney e Waterbury. Fotografias digitais foram obtidas dos olhos serem enucleados. Seções da córnea foram analisadas por histopatologia. Resultados: A média da graduação do estímulo da queimadura foi de 1,86 ± 0,6 e não houve diferença estatisticamente entre os grupos (p=0,730). As médias das graduações da neovascularização no grupo bevacizumab subconjuntival e no grupo bevacizumab tópico foram estatisticamente menores do que o grupo controle (p<0,05). A percentagem média de área de neovascularização da córnea foi de 82,5 ± 22,1 no grupo controle, 42,7 ± 15,0 no grupo subconjuntival e 55,8 ± 18,2 no grupo tópico. As diferenças entre os grupos de tratamento e grupo de controlo foram estatisticamente significativos (p<0,05). A histopatologia mostrou que os grupos de tratamento apresentavam menos neovascularização, inflamação e atividade de fibroblastos do que o grupo controle (p<0,05). Conclusões: Este estudo demonstra que a administração tanto subconjuntival quanto tópica de bevacizumab inibe a neovascularização da córnea, e diminui a inflamação e atividade de fibroblastos em córneas de ratos submetidas a queimaduras alcalinas.
Keywords: Neovascularização da córnea/induzido quimicamente; Fator A de crescimento do endotélio vascular; Inibidores de angiogênese/administração & dosagem; Injeções; Modelos animais de doenças; Doenças da córnea; Animais; Ratos
Abstract
Objetivo: Determinar o diâmetro horizontal corneano, a espessura corneana central e o comprimento axial de prematuros. Métodos: Crianças com peso de nascimento menor que 2.500 g ou idade gestacional menor que 36 semanas foram incluídas no estudo. Recém-nascidos com retinopatia da prematuridade (ROP) foram alocados no Grupo 1 (n=138), sem ROP foram alocados no Grupo 2 (n=236). Todos os bebês foram submetidos a exame oftalmológico completo, incluindo medida do diâmetro corneano, paquimetria, biometria e fundoscopia. O diâmetro horizontal corneano, a espessura corneana central e o comprimento axial dos grupos foram comparados. Teste de "Student" para amostras independentes foi utilizado na análise estatística. Resultados: Os dados foram obtidos a partir de 374 olhos de 187 crianças (102 meninas, 85 meninos). A idade gestacional média ao nascer foi de 30,7 ± 2,7 semanas (variação de 25 a 36 semanas). O peso médio ao nascer foi de 1.514 ± 533,3 g (variação de 750 a 1.970 g). A idade pós-menstrual média de exame foi de 40,0 ± 4,8 semanas. A idade gestacional e o peso médio do Grupo 1 eram estatisticamente inferiores aos do Grupo 2 (p<0,05). Não houve diferenças significativas no diâmetro horizontal da córnea, espessura corneana central e medidas de comprimento axial entre dois grupos (p>0,05). Conclusões: A presença de ROP em prematuros não altera o diâmetro da córnea horizontal, espessura corneana central e o comprimento axial.
Keywords: Córnea/anatomia & histologia; Retinopatia da prematuridade; Prematuro; Peso ao nascer; Idade gestacional
Abstract
Objetivo: Medir os comprimentos axiais dos componentes oculares e avaliar a relação com a idade gestacional, peso ao nascer e idade pós-menstrual em crianças nascidas prematuramente. Método: O olho direito de 361 crianças prematuras, que nasceram com menos de 36 semanas de gestação, foram avaliados. O peso ao nascer, semanas de gestação e gênero foram registrados. Um biômetro A-scan foi utilizado para a obtenção das medidas axiais da profundidade da câmara anterior, espessura do cristalino, comprimento vítreo e comprimento axial total. Resultados: A idade gestacional e os valores de peso ao nascimento variaram de 23 a 36 semanas e de 560 a 2.670 g, respectivamente. A idade gestacional e o peso ao nascer foram 30,8 ± 2,8 semanas e 1.497,9 ± 483,6 g. Ao primeiro exame (4 a 5 semanas de idade pós-natal), o peso ao nascimento e a idade gestacional dos recém-nascidos apresentaram correlação positiva, estatisticamente significativa, com a espessura do cristalino, comprimento vítreo e comprimento axial total (r>0,5 p<0,001), mas não com a profundidade da câmara anterior (r<0,5). O alongamento de comprimento vítreo e do comprimento axial total se correlacionaram significativamente com o aumento da idade pós-menstrual dos lactentes (r=0,669; p<0,001 e r=0,845; p<0,001, respectivamente). Conclusões: A espessura do cristalino, o comprimento vítreo e o comprimento axial total, mas não profundidade da câmara anterior, foram significativamente correlacionados com o peso ao nascimento e com a idade gestacional. Todos os quatro componentes aumentaram com a idade pós-menstrual, apresentando correlações mais elevadas do comprimento vítreo e comprimento axial total do que da profundidade da câmara anterior e espessura do cristalino. Concluiu-se que o alongamento axial resultou principalmente do aumento do comprimento da câmara posterior.
Keywords: Camada anterior; Comprimento axial do olho; Biometria; Idade gestacional; Infant; Premature; Peso ao nascer
Abstract
Objetivo: Apresentar os resultados anatômicos e visuais de injeções de ranibizumab em pacientes que foram diagnosticados com roturas do epitélio pigmentado da retina (RPE). Métodos: Olhos com um mínimo de seis meses de acompanhamento após diagnóstico de roturas do RPE foram avaliados retrospectivamente. Cada olho foi tratado com, pelo menos, três doses de ranibizumab em intervalos mensais. Acuidade visual com a melhor correção (BCVA), achados do segmento anterior, pressão intraocular e exames de fundo de olho foram avaliados nas visitas de controle. Retinografia colorida, angiografias fluoresceínicas, autofluorescência de polo posterior e tomografia de coerência óptica imagens de domínio espectral (SD-OCT) foram obtidos. A altura do descolamento do epitélio pigmentado (PED) foi medida com SD-OCT. Resultados: Doze olhos com roturas do epitélio pigmentado da retina foram incluídos no estudo. Nove olhos (75%) desenvolveram roturas do epitélio pigmentado da retina durante as injeções ranibizumab para neovascularização de coroide (oito olhos com descolamento do epitélio pigmentado vascularizado e um olho com osteoma de coroide), a rotura ocorreu em três olhos antes de quaisquer injeções. A mediana do número de injeções de ranibizumab após o diagnóstico da rotura do RPE foi de 3 (mínimo 2, máximo 5). Na visita de acompanhamento mais recente, não houve correlação estatisticamente significante entre o grau de RPE e logMAR de BCVA (p>0,05, r=0,112). Oito dos doze olhos tinham descolamento do epitélio pigmentado, desses, 7 olhos tinham PEDs com contornos irregulares antes da injeção. A altura média do PED foi 447 ± 122 µm. Conclusões: Nesta série, as roturas de epitélio pigmentado da retina aconteceram principalmente após a injeção intravítrea anti-VEGF para descolamento do epitélio pigmentado vascularizado. O aumento da altura vertical e contornos irregulares dos PEDs podem ser considerados fatores de risco para a formação da rotura de epitélio pigmentado da retina.
Keywords: Degeneração macular; Descolamento retiniano; Epitélio pigmentado da retina; Injeções intravítreas; Anticorpos monoclonais humanizados; Tomografia de coerência óptica; Fator A de crescimento do endotélio vascular; Angiofluoresceinografia
Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia de ranibizumab e bevacizumab intravítreos no tratamento da retinopatia da prematuridade (ROP) tipo 1. Método: Foram avaliados retrospectivamente 36 olhos de 20 pacientes com retinopatia da prematuridade tipo 1 que receberam injeções intravítreas anti fator de crescimento endotelial vascular (anti VEGF) entre agosto de 2011 e fevereiro 2013. Quinze olhos de 8 pacientes receberam 0,25 mg ranibizumab (grupo 1) e 21 olhos de 12 pacientes receberam 0,625 mg bevacizumab (grupo 2). Os olhos foram examinados por oftalmoscopia indireta no primeiro dia, terceiro dia, primeira semana, e primeiro mês e conforme necessário após a injeção. Fotocoagulação com laser foi realizada quando foi detectada progressão da retinopatia da prematuridade. Resultados: Média do tempo de gestação para os pacientes do grupo 1 foi de 26,2 ± 2,7 semanas, enquanto para o grupo 2 foi de 27,1 ± 2,5 semanas. Não houve diferença estatística em relação ao tempo de gestação entre os grupos. A média de acompanhamento foi de 20 ± 4,5 meses. Fotocoagulação a laser foi realizada a 6 dos 15 olhos do grupo 1 e 2 dos 21 olhos do grupo 2. Nenhum dos olhos desenvolveu descolamento de retina no período de acompanhamento. Conclusão: O ranibizumab e bevacizumab são eficazes no tratamento da retinopatia da prematuridade tipo 1. Incidência de progressão foi maior nos olhos que receberam ranibizumab. Ensaios clínicos controlados futuros são necessários para comparar esses dois medicamentos.
Keywords: Retinopatia da prematuridade; Fator de crescimento do endotélio vascular; Anticorpos monoclonais; Inibidores da angiogênese; Injeções intravítreas
Abstract
Objetivo: Investigar se o tratamento com zinco tem efeito protetor, no curto prazo (1 semana) e longo prazo (8 semanas), sobre os danos induzidos na glândula lacrimal por iodo radiotativo (RAI) em ratos. Métodos: Quarenta ratos foram divididos em dois grupos. No grupo RAI (n=20) foi administrada uma única dose de 3 mCi 131I e 1 cc de solução salina fisiológica durante 7 dias, por gavagem gástrica. O grupo zinco (n=20) recebeu uma dose única de 3 mCi 131I e 1 cc de solução salina fisiológica contendo sulfato de zinco na concentração de 10 mg/kg durante 7 dias por gavagem gástrica. Os testes de função lacrimal foram realizadas para todos os animais antes e após uma semana da administração da RAI. Em seguida, após 1 semana da administração, metade dos animais de cada grupo foi sacrificada e as glândulas lacrimais extraorbitais foram removidas para exame histopatológico. Os animais remanescentes dos grupos foram submetidos aos mesmos procedimentos após 8 semanas a radiação. Resultados: As médias de produção lacrimal foram de 3,75 ± 1,55 e 3,65 ± 1,53 mm na linha de base, 2,10 ± 1,07 e 3,30 ± 1,34 mm na 1a semana (p=0,004), e 3,22 ± 1,48 e 3,50 ± 1,78 mm na 8a semana, para os grupos RAI e zinco, respectivamente. As pontuações médias de coloração fluoresceína foram 4,65 ± 2,16 e 4,80 ± 2,21 no início do estudo, 7,85 ± 1,90 e 5,45 ± 2,06 na primeira semana (p=0,001), 5,44 ± 2,13 e 4,90 ± 2,08 pontos na 8a semana, para os grupos RAI e zinco, respectivamente. As alterações histopatológicas das glândulas lacrimais em 1 e 8 semanas foram consistentes com os testes de função lacrimal resultados. Conclusões: O tratamento de zinco parece ser protetor sobre os danos glândula lacrimal induzidos por RAI em ratos, especialmente no período agudo.
Keywords: Antioxidantes; Aparelho lacrimal; Radioisótopos do iodo; Zinco; Protetores contra radiação; Animais; Ratos
Abstract
RESUMOUma criança feminina com seis meses de idade se apresentou à nossa clínica com edema palpebral bilateral, membranas brancas amareladas sob as pálpebras de ambos os olhos e descarga mucosa. Sua tia já havia apresentado problemas oculares semelhantes que não foram diagnosticados. As membranas conjuntivais foram excisadas e a investigação histopatológica das membranas demonstraram conjuntivite lenhosa. O diagnóstico de deficiência de plasminogênio foi obtido a partir de um exame laboratorial. Tratamento tópico com plasma fresco congelado (FFP) sem qualquer terapia sistêmica mostrou boa resposta. Não foram observadas recorrências das membranas. O tratamento tópico com FFP pode ajudar a reabilitação rápida e prevenir a recorrência em pacientes com conjuntivite lenhosa.
Keywords: Conjuntivite/terapia; Plasminogênio/análise; Administração tópica; Relatos de casos
ABO is licensed under a Creative Commons Attribution-NonComercial 4.0 Internacional.
About
Issues
Editorial Board
Submission
Official publication of Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Rua Casa do Ator, 1.117 - 2º andar - CEP: 04546-004
São Paulo - SP, Brazil
Phone: +55 11 3266-4000