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Abstract
Introdução: Queimaduras oculares químicas podem produzir danos importantes à superfície ocular, resultando em incapacidade visual transitória ou permanente. Objetivos: Levantar dados acerca da epidemiologia e do tratamento inicial aplicado aos pacientes vítimas de queimaduras oculares químicas que chegam a um hospital-escola. Métodos: Foi realizado exame oftalmológico em 47 pacientes vítimas de queimaduras oculares químicas no pronto- socorro do Hospital São Paulo - Escola Paulista de Medicina / Universidade Federal de São Paulo. Resultados: A maioria das vítimas era de jovens do sexo masculino e acidentes de trabalho foram bastante freqüentes (46,8%). Agentes de natureza básica (alcalina) foram envolvidos em 55,32% dos casos. A córnea foi afetada em 95,7% dos casos. Os graus I (78,8%) e II (12,8%) da classificação de Hughes foram os mais observados. O tratamento inicial dos pacientes foi realizado em 89,4% dos casos (irrigação copiosa do olho afetado com solução salina e remoção de debris) e 21 (44,68%) casos receberam medicações tópicas. Conclusões: Foram observados vários erros na abordagem inicial dos pacientes, o que pode ter influenciado o prognóstico de alguns pacientes.
Keywords: Queimaduras oculares; Epidemiologia; Tratamento de emergência
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a concordância entre tomografia de coerência óptica (OCT) e angiofluoresceinografia (AF) no diagnóstico do edema macular cistóide (EMC) secundário a cirurgia de catarata. MÉTODOS: Estudo retrospectivo observacional comparativo de 25 olhos com provável EMC. Pacientes com baixa de acuidade visual e alterações na biomicroscopia de fundo após cirurgia de catarata foram submetidos aos exames de OCT e AF na mesma visita. O diagnóstico do EMC foi realizado considerando a presença de vazamento de fluoresceína na angiografia e o espessamento retiniano e/ou espaços cistóides e/ou líquido subretiniano pela OCT. RESULTADOS: Vinte e cinco olhos de 25 pacientes foram avaliados. Vinte e dois olhos mostraram resultados semelhantes no OCT e AF, sendo que 15 olhos apresentaram EMC e 7 olhos não apresentaram EMC. Dois olhos com EMC foram diagnosticados apenas pela AF e um olho apenas pelo OCT. A concordância entre os exames foi boa (Kappa = 0,7331; p=0,0001) sem tendência para achados positivos ou negativos (p=1,0). CONCLUSÃO: Conforme este estudo preliminar, OCT parece ser tão efetiva quanto a AF na detecção do EMC com boa concordância entre os dois métodos.
Keywords: Edema macular cistóide; Extração de catarata; Angiofluoresceinografia; Tomografia; Estudo comparativo
Abstract
OBJETIVO: Analisar retrospectivamente a evolução de pacientes portadores de hifema decorrente de trauma ocular contuso quanto à acuidade visual inicial e final, aumento da pressão intra-ocular, ocorrência de ressangramento, tempo de absorção do coágulo, e necessidade de cirurgia. MÉTODOS: Foram avaliados 54 pacientes com idade superior a 15 anos, com diagnóstico de traumatismo ocular fechado, assistidos no Pronto Socorro de Oftalmologia do Hospital São Paulo, no período de dezembro de 2000 a janeiro de 2002. O hifema foi classificado em cinco subgrupos: microscópico; grau I; grau II; grau III e grau IV (hifema total). Os pacientes foram divididos em dois grupos, de acordo com o comprometimento ou não do segmento posterior, para comparação dos dados pelo teste de Mann-Whitney e o teste exato de Fisher. A acuidade visual final foi avaliada por meio de regressão linear múltipla. RESULTADOS: Noventa e um por cento dos pacientes eram do sexo masculino, com idade média de 32 anos. Na admissão, 37% dos pacientes apresentaram PIO superior a 24 mmHg. O ressangramento ocorreu em 8% deles. Durante a evolução, seis pacientes necessitaram de intervenção cirúrgica. No grupo I (sem lesões de segmento posterior) houve melhora estatisticamente significante da AV (p<0,001), o que não foi observado no grupo II (p=0,4772). CONCLUSÃO: A classificação do hifema permite avaliação da gravidade da lesão, prognóstico e conduta. A baixa de visão persistente correlacionou-se principalmente ao comprometimento do seguimento posterior e à acuidade visual na admissão. O sucesso do tratamento depende da identificação dos fatores de risco, medicação apropriada e indicação cirúrgica precisa.
Keywords: Traumatismos oculares; Hifema; Acuidade visual; Estudos prospectivos; Câmara anterior; Pressão intra-ocular; Seguimentos
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OBJETIVO: Avaliar alterações oculares (em especial lesões fundoscópicas) em pacientes com hepatite C tratados com alfa-interferon (IFN). MÉTODOS: Estudo prospectivo, descritivo e observacional de pacientes com hepatite C do serviço de Gastroenterologia da UNIFESP com indicações de uso de alfa-interferon entre novembro de 1999 e junho de 2000. Esses pacientes foram submetidos a exame oftalmológico completo antes e 1, 3, 6 e 12 meses após o início do tratamento. Pacientes HIV positivos, ou com exposição prévia à droga foram excluídos. RESULTADOS: De um total de 51 pacientes selecionados, 31 foram acompanhados. A relação masculino-feminino foi de 1,55, e a média de idade de 47 anos. A acuidade visual corrigida variou de 20/15 a 20/40. Vinte e dois por cento dos pacientes queixaram-se de sensação de corpo estranho, principalmente nos dois primeiros meses de terapia. Queixas gerais foram: artralgia, cefaléia, depressão, fraqueza muscular. Achados oculares foram: hemorragia retiniana (um olho) e exsudatos moles (três olhos), todos assintomáticos. Em um paciente com história pregressa de tratamento com interferon, observou-se presença de hemorragia vítrea, exsudatos duros e moles e tortuosidade vascular. Um paciente faleceu durante o tratamento por infarto cardíaco. CONCLUSÕES: Existem alterações oculares por uso sistêmico de alfa-interferon. Não existem estudos no nosso país descrevendo essas alterações. Médicos clínicos gerais e gastroenterologistas devem prestar atenção a esse tipo de problema, e encaminhar os pacientes a um serviço de oftalmologia para acompanhamento paralelo.
Keywords: Hepatite C; Alfa-interferon; Retinopatia
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OBJETIVO: Descrever os aspectos morfológicos da mácula em pacientes com retinopatia da prematuridade (ROP). MÉTODOS: Doze pacientes com retinopatia da prematuridade graus I, II and III foram submetidos a mapeamento de retina e avaliação por tomografia de coerência óptica. RESULTADOS: Em todos os treze olhos de 12 pacientes a tomografia de coerência óptica mostrou a camada do epitélio pigmentar hiperrefletiva, sendo a área macular com maior intensidade. Nesses olhos as camadas da retina não estavam totalmente diferenciadas. A depressão foveal ficou claramente evidente pela tomografia de coerência óptica em 23%. CONCLUSÃO: Nos pacientes prematuros com retinopatia da prematuridade, a tomografia de coerência óptica mostrou as camadas da retina pouco diferenciadas com aumento da refletividade na área macular do complexo epitélio retiniano pigmentar-coriocapilar.
Keywords: Retinopatia da prematuridade; Tomografia de coerência óptica; Macula lutea; Fóvea central
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OBJETIVO: Descrever os achados epidemiológicos do trauma ocular na infância em uma unidade de emergência. MÉTODOS: Em estudo retrospectivo, foram analisados prontuários de pacientes menores que 16 anos que foram atendidos por trauma ocular no Pronto-Socorro de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo de setembro de 2001 a setembro de 2004. Foram coletadas informações a respeito da idade, sexo, olho envolvido, local, circunstância e mecanismo do trauma, acuidade visual inicial e conduta imediata. RESULTADOS: Um total de 273 pacientes foi incluído no estudo. A faixa etária com maior número de casos foi a de 7 a 10 anos (39,9%). A causa mais freqüente de lesão ocular foi traumatismo com objetos externos como pedra, ferro ou madeira (28,9%) e o local mais comum foi a própria casa (53,1%). A acuidade visual inicial foi melhor que 20/40 em 63,4% dos casos. Houve trauma ocular fechado em 201 (73,6%) acidentes. Setenta e seis pacientes (27,8%) foram tratadas com medicamentos e em quarenta e oito (17,6%) casos foi necessário procedimento cirúrgico. CONCLUSÃO: O trauma ocular na infância foi mais freqüente no sexo masculino, em escolares e foi associado a objetos tais como pedra, madeira, ferro, utensílios domésticos e brinquedos. Os acidentes aconteceram mais freqüentemente em casa e trauma fechado foi a lesão predominante. São necessários programas de educação e prevenção do trauma na infância.
Keywords: Traumatismos oculares; Infância; Ferimentos oculares penetrantes; Serviço hospitalar de emergência
Abstract
O fechamento espontâneo de um buraco macular traumatico é evento raro. A tomografia de coerência óptica (OCT-Spectral domain) é o exame de eleição para o seu acompanhamento. Descrevemos um caso de fechamento espontâneo de buraco macular traumático em menino de 15 anos de idade, com recuperação visual completa em apenas 8 semanas, documentado por tomografia de coerência óptica.
Keywords: Traumatismos oculares; Traumatismos oculares; Tomografia de coerência óptica; Perforações retinianas; Relato de caso
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OBJETIVO: A tomografia de coerência óptica (OCT) é um método diagnóstico valioso para estudo da mácula. Entretanto, por se basear na energia luminosa, não pode ser realizada quando existe opacidade de meios. Nesses casos, o ultrassom (US) pode predizer algumas características maculares. Este estudo teve como objetivos caracterizar imagens obtidas por US com transdutores de 10 e 20-MHz comparadas ao OCT, assim como analisar a relação vitreorretiniana em olhos com buraco macular (BM). MÉTODOS: Vinte e nove olhos de 22 pacientes com evidência biomicroscópica de BM em diferentes estágios foram incluídos. Todos os pacientes foram avaliados com ultrassonografia utilizando transdutores de 10 e 20-MHz e OCT de domínio espectral. RESULTADOS: OCT diagnosticou BM em 25 dentre 29 olhos estudados. Os 4 casos não identificados por US eram pseudoburacos decorrentes de membrana epirretiniana. Nos BM estágios I (2 olhos) e II (1 olho), ambos transdutores não foram úteis para analisar o espessamento macular, mas foram identificados sinais sugestivos como irregularidade macular, opérculo ou descolamento parcial do vítreo posterior (DVP). Nos estágios III (14 olhos) e IV (5 olhos), ambos transdutores identificaram irregularidade, dupla corcova e espessamento macular. O US foi capaz de medir a espessura macular e identificar outros indícios de BM, como opérculo, tração vitreorretiniana e DVP. Em pseudoburacos, o US identificou irregularidades no contorno macular e discreta depressão. CONCLUSÃO: US de 10-MHz foi útil para uma avaliação global do corpo vítreo e sua relação à retina. O US de 20-MHz forneceu informações importantes sobre a junção vitreorretiniana e contorno macular. OCT fornece qualidade superior para estudo morfológico da região macular, exceto em casos de opacidade de meios. Nesses casos, ou quando o exame tomográfico não for disponível, o estudo ultrassonográfico de 10 e 20-MHz é capaz de proporcionar análise válida da região macular e auxiliar na abordagem terapêutica.
Keywords: Perfurações retinianas; Tomografia de coerência óptica; Transdutores; Descolamento do vítreo
Abstract
Relatamos o caso de uma criança de 5 anos, sexo feminino com persistência do vítreo primário que apresentou crise de fechamento angular por síndrome do mau direcionamento do humor aquoso, aparentemente associado a regressão da cicloplegia. Tratamento inicial com corticoide tópico, colírios antiglaucomatosos e atropina mostraram controle insuficiente da pressão intraocular (PIO). Tratamento cirúrgico com lensectomia e vitrectomia anterior permitiu o controle satisfatório da PIO, sem intercorrências no seguimento de 6 meses.
Keywords: Glaucoma de ângulo fechado; Vítreo primário hiperplásico persistente; Midiátricos; Vitrectomia; Criança
Abstract
Paciente de 78 anos do sexo masculino com história de dois dias de baixa acuidade visual em olho esquerdo e exame fundoscópico sugestivo de oclusão da artéria retiniana, além de história de alergia a fluoresceína sódica. Em exame de fundoscopia de olho esquerdo pode ser observado disco óptico róseo, mal delimitado, palidez difusa da retina, com banda em área macular apresentando cor rósea preservada. A tomografia de coerência óptica apresentava aumento de espessura de retina interna em áreas de palidez e espessura e camadas preservadas em área poupada. A tomografia de coerência óptica-A mostrou sinal diminuído em camadas superficiais, com sinal de fluxo diminuído em coriocapilar. A tomografia de coerência óptica-A é uma alternativa válida para seguimento de pacientes com oclusão da artéria retiniana, em casos de alergia ao contraste ou contra indicação ao exame. O exame é não invasivo e pode melhorar não somente a avaliação dos pacientes nos dias de hoje como aumenta possibilidades em futuros estudos e tratamentos da oclusão da artéria retiniana.
Keywords: Tomografia de coerência óptica; Oclusão da artéria retiniana
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O objetivo deste estudo foi relatar o primeiro caso na América do Sul de angiostrongilíase intravítrea tratada com vitrectomia posterior via pars plana e remoção do verme. Este foi um relato de caso observacional. O prontuário médico, sistema de imagem digital de campo amplo, ultrassonografia ocular, e potenciais evocados visuais foram revistos. Um menino de 1 ano e 8 meses de idade manifestou meningite eosinofílica e exotropia olho direito. A análise de PCR do liquor foi positiva para Angiostrongylus cantonensis. O exame de fundo de olho revelou disco óptico pálido, faixas sub-retinianas, opacidades vítreas, descolamento de retina tracional periférico e um verme morto no vítreo. O paciente foi submetido a vitrectomia posterior via pars plana com a remoção do verme. Concluindo, este é o primeiro relato de caso de angiostrongilíase intravítrea na América do Sul, possivelmente relacionado com a disseminação de uma espécie de lesma exótica neste continente.
Keywords: Angiostrongylus cantonensis; Oftalmopatias/parasitologia; Vitrectomia; Relatos de casos; América do Sul
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Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos casos de evisceração e enucleação no pronto-socorro oftalmológico de um hospital terciário brasileiro.
Métodos: Análise retrospectiva dos casos tratados no pronto-socorro oftalmológico do Hospital São Paulo (Universidade Federal de São Paulo) entre os anos de 2013 a 2018. Os casos urgentes de evisceração e enucleação foram incluídos e os casos eletivos foram excluídos. A análise dos prontuários médicos foi baseada em: dados demográficos, causas imediatas e associadas ao procedimento, acuidade visual informada, duração dos sintomas antes do atendimento oftalmológico, complicações, distância da residência até o hospital e tempo de hospitalização.
Resultados: 61 enucleações e 121 eviscerações foram incluídas no estudo. Os pacientes tinham uma média de idade de 63,27 ± 18,68 anos; 99 eram do sexo masculino (54,50%) e 83 do sexo feminino (45,60%). As indicações de evisceração e enucleação foram: perfuração corneana com (44,50%) e sem (23,63%) sinais infecciosos, endoftalmite (15,38%), trauma ocular (14,29%), neoplasia (0,55%), queimadura (1,10%) e phthisis bulbi (0,55%). A acuidade visual informada foi de ausência de percepção luminosa (87,36%), percepção luminosa (1.10%), ausência de colaboração (3,30%) e sem dados informados (8,24%). A média de tempo até a busca pelo serviço oftalmológico foi de 18,32 dias. Houve 2 casos de oftalmia simpática após evisceração.
Conclusões: Eviscerações foram predominantemente realizadas em comparação a enucleações em todo o período de estudo. As características demográficas mais comuns foram idade >60 anos e sexo masculino. As principais indicações para procedimentos urgentes de evisceração e enucleação foram perfuração corneana com e sem infecção, endoftalmite e trauma ocular. Este estudo poderia guiar medidas preventivas para evitar procedimentos oculares destrutivos.
Keywords: Evisceração do olho; Enucleação ocular; Úlcera da córnea/epidemiologia; Endoftalmite; Traumatismos oculares; Serviços médicos de emergência; Serviços de saúde ocular.
Abstract
Objetivos: Rever características epidemiológicas de crianças submetidas a cirurgia de catarata, em centro de referência no estado de São Paulo, Brasil, e fatos associados a atrasos no tratamento.
Métodos: Um total de 240 olhos submetidos a cirurgia de catarata, em 178 crianças, foram revisados neste estudo transversal observacional. Os seguintes aspectos foram analisados: características clínicas e epidemiológicas, sinais apontados pelos pais, teste do reflexo vermelho, olho operado e idade no diagnóstico e na cirurgia.
Resultados: A média de idades na primeira visita e cirurgia de catarata foi de 48.9 meses (DP=50,0 meses) e 64.5 meses (DP=55.4 meses), respectivamente. O sinal mais importante apontado pelos pais foi a leucocoria. O teste do reflexo vermelho foi realizado em dois terços das crianças com resultados anormais em 28%. Histórico familiar de catarata foi evidente em 30 (20,9%) crianças (n=144). Os achados mais prevalentes em termos de histórico de problemas oculares foram: cirurgias oculares prévias em 37 (16,6%) olhos (n= 223), alterações do segmento anterior em 20 (9,0%) olhos (n=221), estrabismo em 21 (9,5%) olhos (n=220) e nistagmo em 38 (24,4%) crianças (n=156).
Conclusões: Uma das causas para o atraso na admissão pode ter sido a falha em realizar o teste do reflexo vermelho, apesar de não ter sido possível verificar se todas as crianças foram submetidas ao exame. A hereditariedade foi o fator mais importante quanto à causa da catarata nessas crianças. A presença de estrabismo e nistagmo mais uma vez aponta para o diagnóstico tardio. Ausência de programas de referência e centros oftalmológicos especializados em crianças, além do número restrito de profissionais de apoio treinados na área e especialistas em oftalmologia pediátrica, foram as barreiras mais importantes para o tratamento adequado da catarata em crianças.
Keywords: Catarata/ congênito; Extração de catarata; Técnicas de diagnóstico oftalmológico ; Baixa visão; Atenção terciária à saúde; Criança
Abstract
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