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Abstract
OBJETIVOS: Determinar a eficiência da bromoprida na profilaxia de náuseas na angiofluoresceinografia, quando comparada a um placebo. MÉTODOS: O estudo foi um ensaio clínico aleatório duplo-mascarado, entre dezembro de 2004 e abril de 2005. Os exames foram realizados com fluoresceína sódica a 20% intravenosa em dose única de 2,5 ml. Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo 1, pacientes que receberam 10 mg/ 2 ml de bromoprida via intravenosa e o grupo 2, pacientes que receberam uma dose 2 ml de cloreto de sódio a 0,9% (placebo), ambos 20 minutos antes da injeção do contraste. Foram registrados os casos de náusea durante e após o exame. RESULTADOS: Foram selecionados 352 pacientes, 176 em cada grupo. Foram registrados casos de náusea em 12 (6,8%) pacientes do grupo da bromoprida e 11 (6,3%) pacientes do grupo placebo (p<0,829 - risco relativo=1,09). CONCLUSÃO: Neste estudo a bromoprida não preveniu a ocorrência de náuseas na angiofluoresceinografia, quando comparada a um placebo.
Keywords: Náusea; Metoclopramida; Angiofluoresceinografia; Hipersensibilidade a drogas; Ensaio clínico controlado aleatório
Abstract
OBJETIVOS: Verificar a relação entre a prescrição de óculos e a presença de afecções oculares encontradas em crianças na idade escolar. MÉTODOS: Crianças na idade escolar que foram examinadas na Campanha " Olho no Olho" em Recife no ano de 2004. Foram seguidas etapas recomendadas pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia para realização desta Campanha, desde a preparação dos professores para triagem das crianças até a consulta com os oftalmologistas. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a necessidade de prescrição de óculos, sendo relacionados com a presença de doença ocular ou não. Trata-se de um estudo descritivo de delineamento transversal que teve seus resultados analisados a partir do programa estatístico Epi Info versão 6.0. RESULTADOS: De uma amostra de 1.994 escolares, 686 deles apresentaram necessidade de óculos (34,4% Grupo1), sendo que 543 (27,2%) não apresentaram qualquer doença ocular, enquanto 143 (7,17%) tinham alguma doença ocular. Em 1.308 crianças (65,5% Grupo 2) não houve necessidade de óculos. Destas, 1.256 (62,5%) não apresentavam doença oftalmológica, enquanto 52 (2,6%) apresentavam algum tipo de afecção ocular. Os grupos 1 e 2 foram comparados entre si verificando que crianças que necessitam de óculos apresentam um risco relativo de possuírem doença ocular de 5,24 (Intervalo de Confiança de 95%: 3,87 a 7,10) vezes maior que as crianças que não precisam dos mesmos, com diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos (p= 0.0000001). CONCLUSÃO: Conclui-se que escolares que necessitam de óculos apresentam maior probabilidade de ter doença ocular, sendo necessário um exame oftalmológico completo na infância realizado por oftalmologistas capacitados para a detecção e tratamento das diversas afecções encontradas além da prescrição adequada dos óculos.
Keywords: Saúde escolar; Promoção da saúde; Óculos; Oftalmopatias; Acuidade visual
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