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Search for: Midori Hentona Osaki
Abstract
OBJETIVO: Avaliar os custos e a qualidade de vida dos pacientes com blefaroespasmo essencial e espasmo hemifacial, submetidos à terapia com a toxina botulínica-A. MÉTODOS: Vinte e oito pacientes, sendo 16 com blefaroespasmo essencial e 12 com espasmo hemifacial, tratados com toxina botulínica-A, foram avaliados por meio de dois instrumentos: o SF-36 e a Escala de Disfunção de Blefaroespasmo. Os custos foram calculados segundo o número de unidades da toxina utilizadas por cada paciente no período de um ano. RESULTADOS: O custo total direto foi estimado em 1081,62 reais por ano (±89,39) para blefaroespasmo essencial e 618,06 reais por ano (±60,06) para espasmo hemifacial, para tratamento ambulatorial (p<0,001). Antes do tratamento, todos os domínios do SF-36 foram significantemente piores em ambas as doenças. Sob tratamento efetivo com toxina botulínica-A, os aumentos nos índices do SF-36 evidenciaram mudanças nas taxas de saúde geral da população em estudo, com diferença estatisticamente significante entre as respostas pré e pós-tratamento (p<0,05). Relacionando-se o SF-36 com Escala de Disfunção de Blefaroespasmo, foram observadas nos casos de blefaroespasmo essencial, relações significantes positivas (capacidade funcional, estado geral, aspecto emocional e aspectos sociais), ao passo que nos pacientes com espasmo hemifacial não foi encontrada nenhuma correlação. CONCLUSÃO: Este estudo demonstra notável impacto negativo das doenças na qualidade de vida desses pacientes, e uma significante melhora em ambas as doenças após tratamento com toxina botulínica-A. Além disso, os dados fornecem subsídios para justificar o alto custo da aquisição da toxina botulínica-A, devido a seus consideráveis benefícios para a qualidade de vida.
Keywords: Toxina botulínica tipo-A; Toxina botulínica tipo-A; Espasmo hemifacial; Blefaroespasmo; Custos de cuidados de saúde; Qualidade de vida; Custos de medicamentos
Abstract
OBJETIVOS: Comparar a sensibilidade tátil corneal entre olhos normais e aqueles com phthisis bulbi e avaliar as alterações provocadas na sensibilidade tátil corneal pelo uso de lente escleral cosmética em phthisis bulbi. MÉTODOS: Estudo prospectivo de 23 pacientes com phthisis bulbi unilateral. Foram realizadas medidas da sensibilidade tátil corneal em ambos os olhos utilizando-se o estesiômetro de Cochet-Bonnet antes e após 3 meses do uso da lente escleral cosmética. RESULTADOS: Em todos os pacientes, a medida da sensibilidade tátil corneal no olho com phthisis bulbi foi menor do que no contralateral (controle). Em 96% houve diminuição da sensibilidade tátil corneal após a adaptação da lente escleral cosmética. CONCLUSÃO: Após a adaptação da lente escleral cosmética, ocorre diminuição da sensibilidade tátil corneal nos olhos. A fisiopatologia é semelhante à encontrada nos usuários de lentes de contato.
Keywords: Córnea; Olho artificial; Dermatite de contato; Anoxia
Abstract
OBJETIVOS: Avaliar a importância dos exames objetivos, da história ocular, além da anatomia orbitária e periorbitária, na identificação dos pacientes com risco de desenvolver olho seco no pós-operatório da blefaroplastia. MÉTODOS: Realizado estudo prospectivo em 29 pacientes com dermatocálaze, que foram avaliados antes e três meses após a blefaroplastia. Mudanças nos sintomas oculares, no exame físico e nos testes objetivos (teste de Schirmer, tempo de quebra do filme lacrimal e coloração com rosa bengala), foram avaliadas. RESULTADOS: Não foram encontradas alterações estatisticamente significativas nos resultados dos testes objetivos, à exceção do teste de Schirmer II, entre o pré e o pós-operatório. Em relação às modificações na anatomia palpebral, foram observadas alterações na fenda palpebral e na excursão do músculo levantador da pálpebra superior, que foram estatisticamente significativas no pós-operatório. CONCLUSÕES: Podemos afirmar que as modificações da fenda palpebral acontecem com elevada freqüência nos pacientes submetidos à blefaroplastia estética. Pode-se concluir ainda que, no presente estudo, os exames objetivos para a avaliação do olho seco não demonstraram alterações significativas no pós-operatório, à exceção do teste de Schirmer II.
Keywords: Blefaroplastia; Síndromes do olho seco; Rosa bengala; Estudos prospectivos
Abstract
OBJETIVOS: Avaliar a importância dos exames objetivos, da história ocular, além da anatomia orbitária e periorbitária, na identificação dos pacientes com risco de desenvolver olho seco no pós-operatório da blefaroplastia. MÉTODOS: Foi realizado estudo prospectivo em 29 pacientes com dermatocálase, que foram avaliados antes e três meses após a blefaroplastia. Mudanças nos sintomas oculares, no exame físico e nos testes objetivos (teste de Schirmer, tempo de quebra do filme lacrimal e coloração com rosa bengala), foram avaliadas. RESULTADOS: Não foram encontradas alterações estatisticamente significativas nos resultados dos testes objetivos, à exceção do teste de Schirmer II, entre o pré e o pós-operatório. Em relação às modificações na anatomia palpebral, foram observadas alterações na fenda palpebral e na excursão do músculo levantador da pálpebra superior, que foram estatisticamente significativas no pós-operatório. CONCLUSÕES: Podemos afirmar que as modificações da fenda palpebral acontecem com elevada freqüência nos pacientes submetidos à blefaroplastia estética. Pode-se concluir ainda que, no presente estudo, os exames objetivos para a avaliação do olho seco não demonstraram alterações significativas no pós-operatório, à exceção do teste de Schirmer II.
Keywords: Blefaroplastia; Síndromes do olho seco; Rosa bengala; Estudos prospectivos
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida dos portadores de blefaroptose e o impacto da correção cirúrgica sobre os mesmos. MÉTODOS: Foram aplicados questionários adaptados do "Visual Function Questionnaire" (VFQ) antes e após tratamento cirúrgico em 21 pacientes com blefaroptose congênita ou adquirida. RESULTADOS: A pontuação média dos pacientes, no pré-operatório, foi de 74 e, no pós-operatório, 81 e diferença pré e pós-cirurgia estatisticamente significante de 7 (p=0,004). Na avaliação das questões (alfa=0,002) e subdomínios (alfa=0,004) houve diferença estatisticamente significante apenas para o subdomínio saúde mental (p=0,001). CONCLUSÃO: A qualidade de vida dos pacientes com blefaroptose apresentou melhora significante após a intervenção cirúrgica na avaliação com o VFQ. Os resultados reforçam a necessidade do uso de questionários elaborados especificamente para esta doença.
Keywords: Qualidade de vida; Blefaroptose; Questionário
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OBJETIVO: Avaliar o uso de octil-2-cianoacrilato (Band-Aid liquid®, Ethicon, Johnson & Johnson, New Jersey, EUA) como tratamento temporário em pacientes com entrópio involucional, enquanto aguardam cirurgia. MÉTODOS: Foram avaliados treze pacientes (15 pálpebras) com entrópio involucional enquanto aguardavam tratamento cirúrgico definitivo. As pálpebras foram reposicionadas através da aplicação de octil-2-cianoacrilato na prega malar. Os pacientes foram avaliados nos dias 1, 7 e 15. Foram descritos os resultados e duração da aplicação. RESULTADOS: Todos os pacientes apresentaram melhora satisfatória da posição palpebral no dia 1, com melhora significativa dos sinais e sintomas. A média de duração da ação do octil-2-cianoacrilato foi de três dias. Não foram observadas reações dermatológicas ou oculares. CONCLUSÃO: Octil-2-cianoacrilato mostrou-se como uma alternativa simples, segura e eficaz para o tratamento temporário do entrópio involucional, enquanto os pacientes aguardavam a realização do tratamento cirúrgico.
Keywords: Entrópio; Adesivos teciduais; Doenças palpebrais
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a influência da toxina botulínica na função lacrimal de pacientes com distonias faciais. MÉTODOS: Pacientes com diagnóstico de espasmo hemifacial ou blefaroespasmo essencial em atividade foram clinicamente avaliados e responderam questionário de desconforto ocular (OSDI) e foram submetidos aos testes de Schirmer I e basal, tempo de ruptura do filme lacrimal e clearance da lágrima para avaliação da função lacrimal. No dia seguinte, os pacientes receberam tratamento padronizado com toxina botulínica. O questionário e todos os exames iniciais foram repetidos 30 dias após o tratamento pelo mesmo examinador. RESULTADOS: Foram incluídos 26 pacientes no estudo, sendo 15 (57,7%) com espasmo hemifacial e 11(42,3%) com blefaroespasmo essencial. Nos pacientes com espasmo hemifacial a média de idade foi 70,9 ± 13,3 anos e a relação masculino/feminino foi de 1:1,5. Nos pacientes com blefaroespasmo essencial a média de idade foi 68,9 ± 8,4 anos com predomínio do sexo feminino (90,9%). Após o tratamento o escore do OSDI e os valores dos testes de Schirmer I e basal diminuíram significantemente nos dois grupos. O valor médio da ruptura do filme lacrimal aumentou significantemente nos dois grupos. No teste do clearance da lágrima houve um aumento no número de olhos que apresentaram drenagem completa da lágrima após o tratamento nos dois grupos. CONCLUSÃO: O tratamento com toxina botulínica melhorou os sintomas de olho seco em pacientes com distonias faciais. Apesar da porção aquosa da lágrima ter diminuído, as alterações no piscar aumentaram a estabilidade e melhoraram a drenagem da lágrima.
Keywords: Blefarospasmo; Espasmo hemifacial; Toxina botulínica tipo A; Distúrbios distônicos; Síndromes do olho seco; Drenagem; Lágrimas; Agentes neuromusculares; Questionários
Abstract
OBJETIVO: Verificar a eficácia do preenchimento dos sulcos nasojugal e palpebromalar deprimidos através da injeção de ácido hialurônico e analisar as complicações observadas. MÉTODOS: Foi realizado um estudo piloto, prospectivo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, com pacientes recrutados no Serviço de Plástica Ocular do Departamento de Oftalmologia da UNIFESP/EPM. Foram selecionados pacientes de ambos os sexos, com idade entre 25 e 60 anos, que apresentavam os sulcos nasojugal e/ou palpebromalar deprimidos, que não haviam sido submetidos à cirurgia na pálpebra inferior nem apresentavam histórico de trauma nesse local. O ácido hialurônico foi aplicado via transcutânea e depositado na região supraperiosteal em pequenos volumes. Todo paciente foi tratado pelo mesmo cirurgião (GAPV), tendo sido examinado no pós-operatório em intervalos regulares e fotografado no pré-operatório, no pós-operatório imediato, na 4ª semana, no 6º e no 12º mês após o procedimento. Ao final deste período todas as fotos foram analisadas por profissional não ligado a esta pesquisa, visando verificar a eficiência da técnica em atingir seus objetivos. RESULTADOS: Entre junho e agosto de 2008, 10 pacientes foram incluídos neste estudo piloto. Oito pacientes foram tratadas uma única vez, enquanto duas precisaram de retoque na 4ª semana após a aplicação inicial. O volume injetado foi em média de 0,61 ml (DP=0,25) no lado direito e de 0,65 ml (DP=0,26) no lado esquerdo. As complicações observadas foram equimose em 6 casos, edema local maior que 48 horas em um paciente e lesão cutânea semelhante à acne em um participante. CONCLUSÕES: O estudo piloto demonstrou que o tratamento dos sulcos nasojugal e pálpebro-malar com uso de ácido hialurônico se mostrou eficaz e previsível, com alto nível de satisfação dos pacientes e com resultado duradouro.
Keywords: Ácido hialurônico; Ácido hialurônico; Pálpebras; Resultado de tratamento; Face; Técnicas cosméticas
Abstract
OBJETIVO: Avaliar as aberrações ópticas de alta ordem em pacientes com distonias faciais tratados com toxina botulínica tipo A. MÉTODOS: Pacientes com diagnóstico clínico de espasmo hemifacial ou blefaroespasmo essencial em atividade foram submetidos ao exame biomicroscópico e à análise de frente de ondas através do aberrômetro Alcon LADARvision®, sob midríase medicamentosa. A seguir, foram tratados com injeções de toxina botulínica tipo A. Após um mês, a análise de frente de ondas foi repetida da mesma forma e pelo mesmo oftalmologista. As aberrações de alta ordem foram comparadas antes e após o tratamento. O teste T pareado foi utilizado para comparar os valores numéricos antes e após o tratamento. RESULTADOS: Foram incluídos no estudo um total de 11 pacientes, 6 com blefaroespasmo essencial (54,5%) e 5 com espasmo hemifacial (45,5%). Nos pacientes com espasmo hemifacial foram analisados apenas o lado acometido, totalizando 17 olhos com espasmo. A idade variou de 50 a 72 anos, com média de 65,9 ± 8,2 anos. Oito pacientes eram do sexo feminino (72,7%), sendo a relação masculino/feminino de 1:2,6. A média do "root mean square" (RMS) das aberrações de alta ordem foi 0,68 antes e 0,63 após um mês do tratamento (p=0,01). A média da aberração esférica foi de 0,23 e 0,17 antes e após o tratamento respectivamente (p=0,01). Não houve diferenças estatisticamente significantes nos demais tipos de aberrações de alta ordem após o tratamento (p>0,05). CONCLUSÃO: O tratamento com toxina botulínica A pode diminuir as aberrações esféricas em pacientes com distonias faciais.
Keywords: Blefaroespasmo; Espasmo hemifacial; Toxinas botulínicas tipo A; Distonia; Músculos faciais; Astigmatismo; Índice de gravidade de doença
Abstract
OBJETIVO: Foi realizado um estudo prospectivo com objetivo de avaliar os resultados de cinquenta pacientes submetidos a blefaroplastia inferior transcutânea, visando a análise do resultado clínico e a satisfação dos pacientes na Universidade Federal de São Paulo, entre abril de 2005 e maio de 2007. MÉTODOS: Os pacientes foram alocados aleatoriamente em dois grupos cirúgicos. O Grupo Cirúrgico 1 (Grupo Controle) foi composto por 25 pacientes submetidos a blefaroplastia inferior tradicional e cantopexia lateral de rotina. O Grupo Cirúrgico 2 (Grupo Experimental) foi composto por 25 pacientes submetidos a blefaroplastia inferior com transposição das bolsas adiposas e cantopexia lateral de rotina. Para avaliar os resultados obtidos foi utilizado a avaliação da autoestima dos pacientes, por meio da Escala de Autoestima de Rosenberg UNIFESP/EPM. O outro método utilizado foi solicitar a participação de três cirurgiões independentes que avaliaram as fotografias de pré e pós-operatório e com auxílio de uma escala topográfica, quantificaram os resultados. RESULTADOS: A média de idade foi de 48,8 anos, com predomínio do sexo feminino (96%). A análise das fotografias mostrou que 96% dos pacientes apresentaram melhora significativa. A autoestima melhorou de um escore médio no pré-operatório de 5,1 (desvio padrão = 4,1) para um valor médio de 3,6 (desvio padrão = 3,5) após 6 meses da cirurgia (p=0,001). CONCLUSÃO: Os autores concluíram que ambos os procedimentos seriam seguros e eficazes, com baixo índice de complicação, apresentando melhora da autoestima, visível após seis meses da cirurgia.
Keywords: Pálpebras; Blefaroplastia; Autoimagem; Estética; Autoestima; Satisfação do paciente; Questionários
Abstract
Objetivo: Avaliar se a administração da toxina botulínica tipo A (BTX-A) no músculo orbicular de pacientes com ceratocone a fim de reduzir a força muscular palpebral pode alterar os parâmetros corneanos indicativos de progressão da doença. Métodos: Ensaio clínico randomizado paralelo prospectivo. Quarenta olhos de 40 pacientes, randomizados em grupo controle ou grupo BTX-A na razão de 1:1. Pacientes do grupo BTX-A foram submetidos à injeção subcutânea da toxina botulínica tipo A no músculo orbicular. Os pacientes do grupo controle não sofreram nenhuma intervenção. Foram avaliados a medida da fenda palpebral, melhor acuidade visual corrigida, e topografia corneana nos momentos pré-operatório, e aos 3-,6-,12-, e 18 meses de seguimento. Resultados: Média ± DP (desvio padrão) da fenda palpebral no pré-operatório nos grupos controle e BTX-A foram 9,74 ± 187 e 9,45 ± 1,47 mm, respectivamente; aos 18 meses, a média da altura da fenda palpebral vertical nos grupos controle e BTX-A foram 10,0 ± 1,49 mm e 9,62 ± 1,73 mm, respectivamente, sem diferença significante entre os grupos (p=0,337). A média pré-operatória da melhor acuidade visual corrigida nos grupos controle e BTX-A foram 0,63 ± 0,56 e 0,60 ± 0,27, respectivamente (p=0,643); aos 18 meses, a média nos grupos controle e BTX-A foram 0,52 ± 0,59 e 0,45 ± 0,26, respectivamente, sem diferença significante entre os grupos (p=0,452). Não houve diferença estatística entre os grupos aos 18 meses para todos os parâmetros topográficos ceratométricos avaliados, mais plano-(K1), mais curvo-(K2), e ceratometria média Km (p≥0,562). Conclusão: A inibição da força muscular palpebral pela toxina botulínica tipo A não causou alterações detectáveis nos parâmetros corneanos em pacientes com ceratocone, com 18 meses de seguimento.
Keywords: Doenças da córnea; Ceratocone; Pálpebras; Toxinas botulínicas/uso terapêutico
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