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Abstract
Objetivo: Avaliar se a adesão hialoidea é mais prevalente em pacientes com degeneração macular relacionada a idade (DMRI) (exsudativa e não exsudativa) comparado ao grupo controle e avaliar se a prevalência é maior na forma exsudativa comparada a forma não exsudativa. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, analítico, de grupo controle, com os pacientes atendidos no Departamento de Retina do Serviço de Oftalmologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE), que tiveram o diagnóstico de DMRI confirmado após a biomicroscopia de fundo e angiofluoresceinografia. Os pacientes foram divididos em três grupos, um composto por pacientes sem doenças vitreorretinianas (30 olhos), outro pacientes com DMRI exsudativa (22 olhos) e o terceiro grupo por pacientes com DMRI não exsudativa (11 olhos). Para melhor estudo da interface vitreorretiniana, todos os pacientes foram submetidos aos exames de SD-TCO (Cirrus HD-TCO, versão 4000; Carl Zeeis Meditec) e ultrassonografia (UltraScan®, Alcon). Foram considerados significativos os resultados com valor de p≤0,05. Resultados: Foram avaliados 75 olhos de 23 pacientes com DMRI e 15 no grupo controle, sendo que apenas 33 olhos que apresentavam DMRI obedeciam aos critérios de inclusão, sendo 11 pertencentes à forma seca (nenhuma forma atrófica) e 22 à forma exsudativa (11 de forma ativa e 11 disciforme). A adesão foi encontrada em oito olhos no grupo controle (26,67%), em sete olhos com DMRI exsudativa (31,82%) e em cinco olhos no grupo DMRI não exsudativa (45,45%). Conclusão: Neste estudo, pacientes com DMRI (formas exsudativa e não exsudativa) não apresentaram maior adesão vitreorretiniana quando comparados ao grupo controle, ao serem avaliados através SD-TCO (Cirrus HD-TCO, versão 4000; Carl Zeeis Meditec) e ultrassonografia (UltraScan®, Alcon). Neste estudo, pacientes com DMRI exsudativa (ativa e disciforme) não apresentaram maior adesão quando comparados à forma seca, ao serem avaliados pelos mesmos métodos.
Keywords: Degeneração macular/ultrassonografia; Macula lútea; Tomografia de coerência óptica/métodos; Aderências teciduais
Abstract
Objetivo: Comparar as medidas obtidas de lesões diagnosticadas clinicamente como nevus de coroide através da tomografia de coerência óptica de domínio espectral (Spectralis, Heidelberg Engineering, Inc.), ultrassonografia com 10 MHz e de 20 MHz. Métodos: Estudo prospectivo realizado entre maio e dezembro de 2011, avaliou olhos com diagnóstico de nevus de coroide, utilizando documentação fotográfica, ultrassonografia com transdutor 10-MHz e 20-MHz A- e B-mode e SD-OCT em modo de EDI, por um examinador diferente para cada técnica. Os cortes realizados perpendiculares entre si, correspondentes ao corte ântero-posterior e latero-lateral à ultrassonografia. Resultados: Foram avaliados 14 olhos de 12 pacientes (6 do sexo masculino), com média de idade média de 64,5 anos. Todos os nevus tinham um perfil melanocítico. Observou-se 8 nevus no equador, 5 no polo posterior (peripapilar em uma amostra), e 1 deslocado a partir do equador para a periferia. Em SD-OCT, a dimensão máxima mensurável foi de 9 mm. As lesões no polo posterior eram mais fáceis de avaliar e aquisição de imagens de lesões mais periféricas era possível, dependendo da colaboração do paciente. A avaliação precisa da altura era difícil. As dimensões usando transdutor 10-MHz e 20-MHz US foram maiores que as encontradas pelo SD-OCT. Não foram observadas diferenças significativas na altura entre métodos SD-OCT e US. Todas as medidas foram estatisticamente semelhantes entre 20-MHz e 10-MHz. Conclusão: Para o parâmetro AP e T não foi detectada diferença entre as medidas utilizando US de 10-MHz e de 20-MHz. Porém estas medidas se mostraram significativamente maiores em relação à medida obtida com OCT. Para a altura, não foram detectadas diferenças estatística em relação à técnica utilizada, US 10-MHz e 20-MHz e SD-OCT.
Keywords: Neoplasias da coroide/ultrassonografia; Nevo pigmentado/patologia; Tomografia de coerência óptica; Ultrassonografia
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