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Abstract
OBJETIVO: Comparar dois métodos de aplicação de toxina botulínica A (TBA) em músculo ocular externo: com auxílio de eletromiógrafo (EMG) e com a pinça de Mendonça. MÉTODOS: Foram analisados no Departamento de Oftalmologia da UNIFESP 29 pacientes que apresentavam estrabismo e baixa acuidade visual em um olho. Foram divididos em dois grupos: grupo I - 17 pacientes que receberam a toxina botulínica A por meio de injeção com auxílio da pinça de Mendonça e grupo II - 12 pacientes que receberam a toxina botulínica A por injeção guiada pelo eletromiógrafo. Os pacientes dos dois grupos foram avaliados no 7º e no 14º dia após aplicação. Compararam-se os resultados dos dois grupos neste período de tempo. Os testes de correlação de Friedman e Mann-Whitney foram usados para análise estatística. RESULTADOS: Houve diferença estatística entre as médias de desvio pré-aplicação e em pelo menos um período (7º ou 14º dia) após aplicação, tanto no grupo dos pacientes em que foi utilizada a pinça, quanto no grupo de pacientes em que foi utilizado o eletromiógrafo. Não houve diferença estatística dos desvios pré-aplicação e pós-aplicação entre os dois grupos. CONCLUSÃO: Os dois métodos de aplicação da toxina botulínica A são equivalentes e portanto, o uso da pinça de Mendonça pode ser método alternativo ao uso do eletromiógrafo, para guiar a injeção de toxina botulínica A.
Keywords: Estrabismo; Toxina botulínica tipo A; Toxina botulínica tipo A; Injeções; Músculos oculomotores; Eletromiografia; Ambliopia; Resultado de tratamento
Abstract
Objetivos: Avaliar as frequências do estrabismo e as características cronológica, etiológica e morfológica das cataratas pediátricas. Método: Estudo retrospectivo dos prontuários de crianças atendidas no Ambulatório de Catarata Congênita do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo no período entre 2001 e 2011. Foram incluídos pacientes com diagnóstico de catarata congênita ou de desenvolvimento. Foram excluídos os pacientes com catarata traumática; secundárias a uveíte, radiação ou medicamentos; pacientes operados em outro serviço; pacientes com glaucoma; leucocorias não cristalinianas (retinoblastoma, retinopatia da prematuridade, leucocorias pré-cristalinianas), e com sub-luxação do cristalino. Foram avaliadas: as frequências cronológicas, etiológicas e morfológicas das cataratas; a lateralidade e a ocorrência de estrabismo associado nestes pacientes. Resultados: Foram incluídos 207 pacientes. Cento e dezessete (56,5%) apresentavam catarata congênita e 90 (43,5%) apresentavam catarata de desenvolvimento. Cento e nove (52,6%) pacientes eram portadores de catarata unilateral. Quanto à morfologia, 72 crianças (33,8%) apresentavam catarata zonular e 66 (31,9%) apresentavam catarata total. A etiologia idiopática foi a mais frequente (72,5%) afetando 150 pacientes. Foram observados 108 pacientes (52,2%) com estrabismo associado, especialmente endotropias secundárias. Conclusões: A etiologia idiopática foi a mais frequente neste estudo. O tipo morfológico zonular foi o mais frequentemente diagnosticado. Cataratas unilaterais ocorreram mais frequentemente em pacientes com persistência da vasculatura fetal. O estrabismo associado ocorreu em 52% dos pacientes. A análise dos resultados deste estudo pode contribuir para diagnosticar a catarata pediátrica precocemente e de modo mais preciso.
Keywords: Catarata/congênito; Catara/diagnóstico; Estrabismo; Síndrome da persistência do padrão de circulação fetal; Humanos; Criança
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