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Abstract
OBJETIVO: Avaliar a resposta terapêutica das alergias oculares por meio da citologia esfoliativa de material obtido de raspado conjuntival. MÉTODO: Foi realizada citologia esfoliativa conjuntival mediante estudo prospectivo em quarenta e seis olhos de vinte e três pacientes com conjuntivite alérgica. Foram realizadas três colheitas: (1) na fase aguda (pré-tratamento), (2) após uso de corticosteróides (tratamento A) e (3) após uso de estabilizador de membrana de mastócitos (tratamento B), e que foram submetidas à coloração pelo método de Giemsa. RESULTADOS: Dos vinte e três pacientes, cinco (21,7%) eram do sexo feminino e dezoito (78,3%) do sexo masculino, com média de 10,8 anos. Dezoito (78,3%) apresentaram conjuntivite primaveril e cinco (21,7%) ceratoconjuntivite atópica. Após análise estatística da citologia conjuntival, o número de células epiteliais degeneradas foi maior para os dois grupos de tratamento em relação à citologia pré-tratamento. A contagem de neutrófilos foi estatisticamente menor no grupo de tratamento A em relação ao tratamento B e pré-tratamento. Quanto aos eosinófilos, os dois tratamentos apresentaram distribuição percentual estatisticamente menor do que o pré-tratamento. O número de monócitos foi estatisticamente menor após o tratamento A do que o grupo B e o pré-tratamento. CONCLUSÃO: A citologia esfoliativa conjuntival mostrou-se um teste apropriado para avaliar a resposta terapêutica nas alergias oculares.
Keywords: Conjuntivite alérgica; Conjuntivite alérgica; Contagem de células; Eosinófilos
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a albumina como fixador de material obtido de raspado conjuntival para citologia esfoliativa. MÉTODOS: Foi realizada citologia esfoliativa conjuntival por meio de estudo prospectivo em quarenta e seis olhos de vinte e três pacientes com conjuntivite alérgica. Foram realizadas três colheitas: (1) na fase aguda, (2) após uso de corticosteróides (tratamento A) e (3) após uso de estabilizador de membrana de mastócitos (tratamento B); em dois tipos de lâminas, com e sem albumina, sendo submetidas à coloração pelo método de Giemsa. RESULTADOS: Dos vinte e três pacientes, cinco (21,7%) eram do sexo feminino e dezoito (78,3%) do sexo masculino, com média de 10,8 anos. Dezoito (78,3%) apresentaram conjuntivite primaveril e cinco (21,7%) ceratoconjuntivite atópica. Após análise estatística da citologia conjuntival, as lâminas tratadas com albumina apresentaram maior número de células epiteliais íntegras em relação às não tratadas, apenas nos grupos pré-tratamento e no grupo do tratamento B. A contagem de neutrófilos foi significativamente maior no grupo de tratamento B nas lâminas não tratadas com albumina em relação às tratadas. Na contagem de eosinófilos não houve diferença entre as lâminas tratadas com albumina em relação às não tratadas, já no grupo de tratamento B houve diferença estatística entre olho direito e esquerdo na lâmina sem albumina. CONCLUSÃO: Não houve diferenças estatísticas entre as lâminas tratadas com albumina e as não tratadas para a maioria das células pesquisadas, além disso, a albumina adere muco dificultando a observação das lâminas, não sendo indicada na citologia esfoliativa de conjuntiva.
Keywords: Conjuntiva; Conjuntivite alérgica; Albuminas; Técnicas citológicas
Abstract
OBJETIVOS: Avaliar a aplicabilidade (especificidade, sensibilidade) do teste da reação da cadeia de polimerase (PCR) na detecção de citomegalovírus (CMV), herpes vírus e varicela zoster (HSV, VZV), Epstein-Barr vírus (EBV), Mycobacterium sp e Toxoplasma gondii no diagnóstico de pacientes com ou sem AIDS, com uveíte infecciosa presumível, utilizando amostras de humor aquoso, humor vítreo e soro. MÉTODOS: Vinte pacientes com uveíte infecciosa presumível foram estudados. Dezesseis destes apresentavam AIDS e quatro eram imunocompetentes. Foram utilizados quatro pacientes como grupo controle que se submeteram a vitrectomia. A avaliação clínica foi feita conjuntamente com três oftalmologistas. O exame do PCR do soro, aquoso e vítreo foi feito sem o conhecimento da hipótese diagnóstica pela equipe do laboratório. RESULTADOS: Doze pacientes tinham o diagnóstico clínico de retinite por CMV. Deste subgrupo 6 (50%) eram PCR positivo para CMV no vítreo, 3 (25%) eram PCR positivos para CMV no soro e nenhum destes foi positivo no aquoso. Cinco pacientes tinham o diagnóstico clínico de necrose aguda de retina (ARN). Três (60%) destes eram PCR positivos para HSV/VZV no vítreo. Um destes pacientes era PCR positivo tanto para EBV e HSV/VZV na amostra do vítreo. Um destes pacientes com herpes zoster cutâneo era PCR positivo para HSV/VZV no soro. Quatro pacientes tinham o diagnóstico de toxoplasmose ocular presumida, um paciente (25%) era PCR positivo para Toxoplasma gondii no soro, 3 (75%) eram positivos no aquoso e 2 (50%) eram positivo no vítreo. Um paciente com tuberculose ocular presumível era PCR positivo tanto no soro quanto no vítreo. Nenhum dos pacientes do grupo controle era PCR positivo em qualquer amostra. CONCLUSÃO: O exame do PCR é procedimento diagnóstico auxiliar que deve ser utilizado conjuntamente com os aspectos clínicos.
Keywords: Reação em cadeia da polimerase; Uveíte; Inflamação; Oftalmopatias
Abstract
OBJETIVO: Comparar, por microscopia eletrônica, a integridade anatômica e a presença de fatores de crescimento e citocinas da membrana amniótica preservada com glicerol/MEM (1:1) e dimetilsulfóxido puro. MÉTODOS: As membranas amnióticas preservadas em glicerol/MEM (1:1) ou dimetilsulfóxido puro foram processadas para microscopia eletrônica de transmissão e varredura. Como controle, membrana amniótica fresca foi imediatamente fixada após coleta e processada para microscopia eletrônica. As citocinas e os fatores de crescimento avaliados foram: TGF-beta- fator transformador de crescimento beta; TGF-beta ativ- fator transformador de crescimento beta ativado; EGF- fator recombinante de crescimento epitelial humano; FGF-4- fator de crescimento fibroblástico 4; FGF-beta- fator de crescimento fibroblástico básico; IL-4- interleucina 4; PGE2- prostaglandina E2; IL-10- interleucina 10; KGF- fator de crescimento de queratinócito; HGF- fator de crescimento de hepatócito. RESULTADOS: As membranas amnióticas do grupo controle apresentavam epitélio íntegro, com microvilos na superfície e complexos juncionais entre as células e a membrana basal. As membranas amnióticas preservadas em glicerol/MEM tinham aspecto semelhante às do controle, com maior altura das células epiteliais. Já as membranas amnióticas preservadas em dimetilsulfóxido mostraram redução das junções intercelulares e destacamento do epitélio da membrana basal. As citocinas e fatores de crescimento não apresentaram diferenças entre os grupos, exceto FGF-4, FGF-beta, PGE2 e KGF. CONCLUSÕES: A membrana amniótica preservada em meio glicerol/MEM apresentou melhor integridade tecidual, com menor desprendimento do epitélio da membrana basal, em comparação com a preservada no dimetilsulfóxido puro. Os fatores de crescimento e citocinas estavam, em sua maior parte, preservados com as duas técnicas de preservação.
Keywords: Âmnio; Microscopia eletrônica; Glicerol; Dimetilsulfóxido; Citocina; Fator transformador de crescimento beta
Abstract
OBJETIVO: Uveíte é a maior causa de doença ocular que afeta o trato uveal, e ocasionalmente a esclera, cornea e o nervo óptico. Esta doença é a maior causa de morbidade ocular e cegueira em pacientes imunocompetentes e imunossuprimidos. Neste trabalho nós analisamos a sensiblidade e especificidade do PCR em tempo real para detectar agentes etiológicos no sangue, plasma, humor vítreo e aquoso, e comparamos com a hipótese diagnóstica. MÉTODOS: Vinte e sete pacientes (13 homens) foram estudados e o método de PCR em tempo real foi usado para detectar o vírus da herpes simples 1 (HSV-1), vírus da herpes simples 2 (HSV-2), vírus varicella zoster (VZV), citomegalovírus (CMV), Mycobacterium tuberculosis (TB) e Toxoplama gondii (Toxo) no humor aquoso e vítreo, além do sangue e plasma. RESULTADOS: Nossos resultados mostraram a presença de Toxo, CMV, VZV ou HSV-2 em 19,2% das amostras de humor aquoso, e em 30% das amostras de humor vítreo. Nas amostras de plasma e sangue somente CMV foi detectado (11,1% e 3,7%, respectivamente). CONCLUSÃO: PCR em tempo real foi capaz de detectar e confirmar a hipótese diagnóstica em uveíte. Nossos dados confirmam que o humor vítreo é a melhor fonte para diagnóstico molecular de uveíte infecciosa, porém o humor aquoso também foi uma fonte importante de detecção, além de ser mais fácil de se obter.
Keywords: Reação em cadeia da polimerase; Uveíte; Uveíte; Uveíte; Infecções oculares virais; Humor aquoso; Corpo vítreo
Abstract
Objetivo: Analisar o uso do PCR em tempo real (qPCR) na detecção do DNA do T. gondii no sangue periférico e no humor aquoso de pacientes com lesões de retinocoroidite focal, ativa por toxoplasmose. Métodos: Cinquenta e cinco pacientes com uveite infecciosa foram incluídos neste estudo. Os pacientes foram atendidos entre 2009 a 2013, no Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais da Universidade Federal de São Paulo. Quarenta e três pacientes tiveram o diagnóstico de lesões de retinocoroidite focal, ativa por toxoplasmose e, os outros 12 tiveram o diagnóstico de uveíte infecciosa não toxoplásmica e, por isso foram usados como grupo controle. A técnica de qPCR foi utilizada na detecção de DNA do T. gondii em amostras de sangue periférico e humor aquoso. Resultados: O qPCR foi positivo para o DNA do T. gondii em 37,21% (16/43) das amostras de humor aquoso, 2,33% (1/43) nas amostras de sangue periférico e, 16,27% (7/43) em ambas amostras simultaneamente. Conclusão: O qPCR foi capaz de detectar o DNA do T. gondii em pacientes com lesões de retinocoroidite focal, ativa por Toxoplasmose, no sangue bem como, no humor aquoso, podendo ajudar no diagnostico.
Keywords: Toxoplasmose ocular/diagnóstico; Toxoplasma; Sangue/parasitologia; Coriodite; Reação em cadeia da polimerase em tempo real; Humor aquoso
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