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Abstract
OBJETIVO: Determinar o custo do tratamento clínico antiglaucomatoso com drogas de ação úveo-escleral considerando o numero de gotas por frascos, volume médio das gotas assim como a duração máxima do tratamento propiciada por frasco. MÉTODOS: Realizou-se estudo experimental utilizando oito frascos de cada espécie de quatro colírios antiglaucomatosos: latanoprost, travoprost, bimatoprost e unoprostona isopropílica. Mediram-se o número e volume médio das gotas por frasco de colírio, calculando-se a duração e custo do tratamento antiglaucomatoso. RESULTADOS: O número médio de gotas por frasco variou amplamente nos quatro produtos estudados: latanoprost, com média de 110,87 (±5,35) gotas por 2,5 ml exibiu a contagem mais elevada, seguido do travoprost com 102,62 (±4,27) gotas, enquanto que o bimatoprost com 90,93 (±3,77) gotas por 2,5 ml exibiu a contagem mais baixa. O volume médio da gota para o grupo das quatro medicações foi de 25,13 µl. Em relação à duração da terapêutica, o latanoprost e o travoprost durariam mais com respectivamente 55,43 e 51,31 dias enquanto o bimatoprost e unoprostona isopropílica durariam menos, 45,45 e 45,72 dias. Observou-se que a unoprostona isopropílica apresentou o menor custo diário R$ 0,81. Quanto ao tratamento durante o período de um ano, verificou-se: latanoprost, custo anual variando entre R$ 335,80 a 463,23, travoprost, R$ 306,60 a 427,05, bimatoprost, R$ 372,30 a 496,40 e unoprostona isopropílica, R$ 211,70 a 295,65. CONCLUSÃO: Este estudo sugere que existem marcadas diferenças no custo diário entre as drogas de ação úveo-escleral.
Keywords: Custo; Glaucoma; Tratamento; Gotas
Abstract
OBJETIVO: Alguns estudos apontam para uma associação entre obesidade e aumento da pressão intraocular em adultos. Entretanto, essa associação ainda não foi completamente estudada em crianças. O objetivo do estudo é avaliar a associação entre o índice de massa corpórea (IMC) e a pressão intraocular em crianças. MÉTODOS: Noventa e seis crianças atendidas no Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP), Brasil, foram estudadas. Trinta e três apresentavam excesso de peso ou obesidade com uma média de IMC de 29,7 ± 5,2 e os outros 63 tinham uma média de IMC de 20,8 ± 3,3. A pressão intraocular foi medida por meio do tonômetro de aplanação de Goldmann, corrigida pela espessura da córnea. O coeficiente de correlação entre o IMC e a pressão intraocular foi calculado. RESULTADOS: Não foi observada diferença significativa na pressão intraocular entre as crianças com e sem excesso de peso/obesidade. A média da pressão intraocular foi de 13,5 e 13,0 mmHg no olho direito e 13,1 e 12,9 mmHg no olho esquerdo, respectivamente (p=0,38 e p=0,71). Os resultados permaneceram os mesmos após a correção pela paquimetria; 13,0 e 13,1 mmHg para o olho direito e 12,4 e 12,9 mmHg para o olho esquerdo, respectivamente (p=0,88 e p=0,41). O coeficiente de correlação entre o IMC e a pressão intraocular foi 0,070 (p=0,496). CONCLUSÃO: O índice de massa corpórea não parece apresentar correlação com a pressão intraocular em crianças. Novos estudos são necessários para esclarecer a associação entre o IMC e a pressão intraocular.
Keywords: Pressão intraocular; Tonometria; Índice de massa corpórea; Obesidade; Sobrepeso; Criança
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