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Nesta revisão, analisamos diferentes aspectos relacionados à métrica da percepção visual. Atenção especial foi dada à mensuração de distância egocêntrica (distância de um observador a um objeto) e à mensuração de distância exocêntrica (distância entre dois objetos, ou partes de um objeto). Além disso, foram, brevemente, consideradas as teorias, a natureza dos indícios de distância, os tipos de indicadores de distância percebida, e os ambientes nos quais as distâncias são mensuradas. Concluímos que, a relação entre distância percebida e distância real não reflete uma simples transformação de sua contraparte física; em vez disso, esta relação depende substancialmente do ambiente no qual as distâncias são estimadas bem como da combinação de indícios de distância presente neste ambiente.
Keywords: Percepção de profundidade; Percepção espacial; Percepção visual; Percepção de distância; Psicofísica; Ilusões ópticas
Abstract
OBJETIVO: Comparar a dor relacionada à injeção intravítrea e panfotocoagulação no tratamento de pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco. MÉTODOS: Estudo prospectivo incluindo pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco e nenhum tratamento a laser prévio aleatoriamente designados para receber panfotocoagulação retiniana (grupo PRP) ou panfotocoagulação e ranibizumabe intravítreo (grupo PRPplus). Em todos os pacientes, a panfotocoagulação foi administrada em duas sessões (semanas 0 e 2), e ranibizumabe intravítreo foi administrado no final da primeira sessão de laser no grupo PRPplus. Retratamento foi realizado nas semanas 16 e 32 se neovasos ativos fossem detectados na angiofluoresceinografia, utilizando ranibizumabe intravítreo no grupo PRPplus e laser adicional grupo PRP. Após o fim do retratamento, uma Escala Analógica Visual de 100-unidades foi utilizada para a estimativa da pontuação da dor. O paciente foi questionado sobre a intensidade da dor durante todo o procedimento (sessão de fotocoagulação de retina ou injeção intravítrea de ranibizumabe). A comparação dos índices de dor foi realizada utilizando um teste não-paramétrico (Wilcoxon rank sums). RESULTADOS: Dezessete pacientes do grupo PRPplus e 14 do grupo PRP foram avaliados para os índices de dor. Não houve diferenças significativas entre os dois grupos quanto ao sexo, hemoglobina glicosilada e duração da doença. A média de dor da injeção intravítrea (±SEM) foi 4,7 ± 2,1, significativamente menor (p<0,0001) do que a dor média da panfotocoagulação (60,8 ± 7,8). Doze dos 17 pacientes do grupo PRPplus referiram pontuação de intensidade da dor zero, enquanto que o índice mínimo no grupo PRP foi encontrado em um paciente com 10,5. CONCLUSÃO: Em pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco que necessitaram de retratamento por neovasos persistentes, houve mais conforto para o paciente quando o retratamento foi realizado com uma injeção intravítrea em comparação com fotocoagulação da retina. Estudos posteriores são necessários para confirmar nossos achados preliminares.
Keywords: Dor; Injeções intravítreas; Retinopatia diabética; Fotocoagulação; Fator A de crescimento endotélio vascular
Abstract
Os indícios binoculares foram considerados a informação prevalente na determinação da profundidade desde os primórdios da pesquisa em visão. No presente estudo, duas respostas perceptivas, o clássico relato verbal e um método mais recente, o caminhar em ciclo aberto, foram empregados para verificar o papel da informação binocular na percepção de distâncias egocêntricas. Em duas condições de indícios, plena e reduzida de indícios visuais, os observadores julgaram e caminharam distâncias egocêntricas de estímulos apresentados no nível do olho, sob visão binocular ou monocular. Os resultados indicaram constância perceptual para caminhar em ciclo aberto e respostas sob visão binocular, assim como baixa performance sob forte degradação da informação visual (condição reduzida de indícios sob visão monocular), nos fornecendo subsídios para sustentar o papel fundamental da informação binocular na percepção de distâncias egocêntricas. Além disso, as ações visualmente dirigidas podem ser medidas adequadas da distância percebida, com fidedignidade maior que o relato verbal, já que é relativamente incólume à intrusão de processos inferenciais e tendências perceptuais. Somando-se a isso, reduzidos movimentos da cabeça, tanto translacionais quanto deflexões para frente e para trás, podem ter contribuído para uma quase perfeita interação entre a disparidade binocular e as respostas de caminhar em ciclo aberto.
Keywords: Percepção visual; Percepção do espaço; Habilidades motoras; Caminhar
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