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Abstract
Objetivo: Analisar os fatores de risco, resultados, características demográficas dos trabalhadores e atitudes em relação à lesão por corpo estranho metálico na córnea. Métodos: Foram avaliados cem pacientes consecutivos que se apresentaram com corpo estranho metálico na córnea à clínica oftalmológica do Diyarbakir Training and Research Hospital. Um questionário foi respondido e as características da lesão foram anotadas. Resultados: Todos os pacientes eram do sexo masculino. A idade média foi de 32,46 ± 1,03 anos. Cinquenta e cinco por cento dos pacientes eram trabalhadores não registrados. Cinquenta e nove por cento dos pacientes estavam trabalhando no setor da indústria metal, 65% das lesões resultaram de corte de metal. A presença de óculos de proteção no local de trabalho foi de 64%. Cinquenta e sete por cento dos pacientes não estavam usando óculos de proteção no momento do acidente, e 43% sofreram a lesão, apesar do uso óculos de proteção. Cinquenta e dois por cento dos pacientes tentaram remover o corpo estranho por si só. Dezesseis por cento dos corpos estranhos foram na zona central da córnea. Um depósito de ferrugem permaneceu após a remoção do corpo estranho em 26% dos pacientes. Cinquenta e oito por cento dos pacientes tinham cicatrizes na córnea por causa de lesões por corpo estranho anteriores. Os locais de trabalho que proporcionaram remuneração por visita médica relacionada à ocupação foram de apenas 8%. Conclusões: Locais de trabalho de alto risco devem ser detectados e medidas de proteção devem ser aumentadas. Os programas educacionais devem ser implementados para os trabalhadores e médicos do trabalho. As leis sobre trabalhadores sem carteira assinada deve ser melhor fiscalizadas pelo governo.
Keywords: Córnea/lesões; Corpos estranhos oculares; Lesões oculares; Saúde ocupacional; Acidentes de trabalho
Abstract
Objetivo: Medir e investigar a função visual e a qualidade de vida relacionada à saúde (QOL) em pacientes após ferimentos ocular penetrantes (OPI). Método: Cinquenta e quatro pacientes adultos com OPI e 26 indivíduos saudáveis (controles) foram incluídos no estudo. O questionário de função visual do National Eye Institute (NEI VFQ-25) e a avaliação curta de 36 itens (Short Form Health Survey - SF 36) foram administrados. Dados sociais, demográficos e clínicos também foram coletados. As comparações e análise multivariada entre os grupos para as subescalas do NEI VFQ-25 e do SF 36 foram consideradas como resultados primários. Resultados: Todos os índices do NEI VFQ-25, exceto saúde geral, foram significativamente menores no grupo OPI do que aqueles no grupo controle. Todos os índices do SF 36 foram significativamente menores no grupo OPI do que no grupo controle. Os índices das subescalas do NEI VFQ-25 não apresentaram diferenças significativas em relação à idade, escolaridade, ou acuidade visual no olho ferido. Os índices das subescalas do SF 36 não revelaram diferenças significativas de acordo com o nível de escolaridade ou sexo. Conclusões: Pacientes com OPI apresentaram sintomas psicológicos aumentados e níveis mais baixos de qualidade de vida que os indivíduos saudáveis. Deteriorações na qualidade de vida devem ser consideradas ao gerenciar pacientes com OPI.
Keywords: Eye injuries, penetrating; Quality of life; Questionnaires; Ferimentos oculares penetrantes; Qualidade de vida; Questionários
Abstract
Objetivo: Neste estudo, examinamos os achados da tomografia de coerência óptica (OCT) de domínio espectral na doença de Behçet ocular (OB) em pacientes com uveíte inativa. Especificamente, analisamos a integridade da junção dos segmentos interno e externo (linha IS/OS) e o efeito da alteração da integridade da linha IS/OS na acuidade visual. Métodos: Avaliamos retrospectivamente os prontuários e as imagens de OCT dos pacientes com OB examinados entre janeiro e junho de 2013 na Dicle University Eye Clinic. Sessenta e seis olhos de 39 pacientes foram incluídos no estudo. Resultados: Análise das imagens de OCT dos pacientes com OB inativa revelou que aproximadamente 25% dos pacientes tinham alterações da integridade da linha IS/OS e da membrana limitante externa (ELM), e apresentavam acuidade visual (VA) e espessura macular menor do que os outros. A análise de regressão linear revelou que a espessura macular não é uma variável independente para VA. Por outro lado, a integridade da linha IS/OS foi uma variável independente para VA em pacientes com OB inativa. Conclusão: Neste estudo, nós mostramos que a integridade da linha IS/OS foi uma variável independente para a VA em pacientes com OB inativa. Precisamos de mais estudos prospectivos para avaliar a integridade da linha IS/OS em pacientes com OB.
Keywords: Síndrome de Behçet; Tomografia de coerência óptica; Segmento interno das células fotorreceptoras da retina; Segmento externo das células fotorreceptoras da retina
Abstract
Objetivo: Relatamos abordagens clínicas dos departamentos de oftalmologia e otorrinolaringologia para tratar complicações orbitais da sinusite. Uma revisão em profundidade literatura é discutida. Métodos: Foram analisados retrospectivamente os prontuários de 51 pacientes no período de janeiro de 2008 a janeiro de 2014. Os registros foram avaliados quanto à idade, sexo, tipo de complicação orbital, sintomas, fatores predisponentes, estudos de imagem, tratamento médico e cirúrgico, resultados da cultura microbiológica e seguimento. Foi utilizado o programa SPSS versão 15.0 (Statistical Analysis, The Statistical Package for Social Sciences Inc, Chicago, IL) para a análise estatística. Resultados: Cinquenta e um pacientes preencheram os critérios, com os registros médicos disponíveis, para o estudo (29 do sexo masculino, 22 do sexo feminino). Trinta e dois (62,7%) foram diagnosticados com celulite presseptal e 19 (37,3%), com celulite posseptal. Depois de uma avaliação detalhada, 15 foram diagnosticados como abscesso subperiosteal (SPA), 4 eram celulite orbitária. A idade e sexo foi similar para ambos os grupos. Cinco pacientes com abscesso subperiosteal medial foram tratados com cirurgia endoscópica, um paciente com abscessso subperiosteal inferior foi tratado com cirurgia externa, 6 pacientes com outras localizações foram tratados com a combinação de cirurgia endoscópica e cirurgia externo. Todos os pacientes apresentaram eritema e edema periorbital. Tempo de internação hospitalar e a duração dos sintomas foi similar em ambos os grupos. A acuidade visual foi entre 1/10 a 10/10 (média de 7/10) e estatisticamente significante para os grupos celulite presseptal e posseptal (p<0,001). Todos os pacientes receberam antibióticos por via intravenosa, no primeiro dia de admissão. Conclusão: A complicação orbital da sinusite aguda exige um acompanhamento intensivo e multidisciplinar. A tomografia computadorizada dos seios paranasais com contraste pode detectar a extensão da infecção. Uma tentativa inicial com o uso de antibióticos intravenosos é adequada quando um acompanhamento rigoroso é possível. A cirurgia é indicada quando não houver melhora dentro de 48 horas de tratamento clínico, diminuição da acuidade visual (em 8/10) e abscesso não-medial.
Keywords: Sinusite/complicações; Doenças orbitárias/etiologia; Abscesso
Abstract
Objetivo: Avaliar o conhecimento e comportamento dos oftalmologistas na Turquia sobre o suporte micronutricional em pacientes com degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Métodos: Este estudo continha 1.845 oftalmologistas, e uma pesquisa científica foi enviado a todos os participantes por e-mail. O levantamento abrangeu as seguintes informações: características demográficas, conhecimento na subespecialidade sobre a preferência micronutricional para a prescrição micronutrientes a pacientes com degeneração macular relacionada à idade, e a razão por trás dessa preferência. Se um participante respondeu que prescreveu micronutrientes, foi solicitado que indicasse a origem do tratamento, bem como tratamentos suplementares. Resultados: Duzentos e quarenta e nove de 1.845 oftalmologistas responderam à pesquisa. Destes oftalmologistas 9% (22) nunca haviam usado micronutrição, 43% (107), utilizava eventualmente, 37% (92) usavam com frequência, e 11% (27) sempre usou. O subgrupo de prescrição mais frequente era composto por oftalmologistas gerais (22%), seguido por subespecialistas em retina e/ou úvea (13,9%). A frequência de prescrição de micronutrientes foi de 54,8% dentre os subespecialistas em retina e/ou úvea quando resultados de resposta foram combinados em "frequente" e "sempre." Não houve diferença estatisticamente significativa entre os subgrupos com relação à prescrição de micronutrientes. Entre os oftalmologistas que prescreviam micronutrição, 57,1% deles não usavam os critérios The Age-Related Eye Disease Study-1 (AREDS) e 31,3% deles prescreviam de acordo com critérios AREDS. A utilização dos critérios teve distribuição semelhante entre os oftalmologistas gerais e os especialistas, 56,3% vs 20,2%, e 54,1% vs 36,1%, respectivamente. A micronutrição não era recomendada pelas seguintes razões: preço (55,4%), baixa expectativa de paciente (40%), nenhum efeito (30%), e baixa aderência do paciente à droga (25,4%). Além disso, 55,2% dos clínicos recomendam a atividade física, mudanças na dieta, e cessação do tabagismo; 7,3% deles não recomendam estas mudanças comportamentais. Conclusão: Este estudo demonstrou que a preferência por micronutrientes em degeneração macular relacionada à idade foi baixa dentre os oftalmologistas da Turquia. Além disso, os subespecialistas da retina têm uma menor taxa de prescrição. Apoio micronutricional e outras recomendações (cessação do tabagismo, mudanças na dieta, etc.) devem ser lembrados mais em pacientes com degeneração macular relacionada à idade.
Keywords: Degeneração macular/prevenção & controle; Suplementos dietéticos; Vitaminas/administração & dosagem; Luteína/administração & dosagem; Guias como assunto; Turquia
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Objetivo: O objetivo deste estudo foi investigar o volume plaquetário médio (MPV) de pacientes com oclusão da artéria da retina (RAO). Métodos: Trinta e sete pacientes com diagnóstico de RAO e 32 indivíduos do grupo controle foram incluídos neste estudo retrospectivo. A oclusão da artéria da retina foi diagnosticada com base em exame clínico e angiofluoresceinografia. Todos os participantes foram submetidos ao exame ocular completo. MPV, hematócrito, hemoglobina e contagem de plaquetas dos participantes foram registrados. Os dados dos pacientes com RAO foi comparado com os de sujeitos do grupo controle. Resultados: Pacientes com RAO apresentaram valores significativamente mais elevados MPV (7,96 ± 1,2 fL) em comparação aos indivíduos do grupo controle (7,33 ± 0,7 fL) (p<0,001). Nenhuma diferença significativa foi encontrada no número de plaquetas entre os grupos RAO e controle (262 ± 70,1 109/L and 251 ± 56,6 109/L, respectivamente, p=0,50). MPV foi um preditor independente de RAO (odds ratio (OR)=0,50; intervalo de confiança de 95% (IC)=0,28-0,89; p=0,019). Conclusões: Os resultados demonstraram que os valores de MPV foram significativamente maiores nos pacientes com RAO, sugerindo que plaquetas maiores podem contribuir na patogênese da RAO.
Keywords: Volume plaquetário médio; Plaquetas; Oclusão da artéria retiniana; Doenças retinianas; Vasos retinianos
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Objetivos: Analisar a pressão intraocular (IOP) e a espessura corneana central (CCT) em recém-nascidos durante as primeiras 12 horas de vida. Método: Quarenta e três recém-nascidos nascidos por parto vaginal (VD) e 30 recém-nascidos nascidos após cesariana (CS) foram avaliados. IOP e CCT foram medidos com Tono-Pen e Handheld Pachymeter no quinto minuto após o parto e na décima segunda hora de vida. Resultados: A média de IOP para o grupo VD foi significativamente maior do que o grupo CS tanto no quinto minuto quanto na décima segunda hora (p=0,042, p=0,018, respectivamente). Em ambos os grupos, a IOP diminuiu na décima segunda hora, mas a redução foi significativa apenas para o grupo CS (p=0,020). A diminuição da CCT nas doze horas foi significativa para ambos os grupos (p<0,001). Nos grupos VD e CS os valores de IOP dos homens foram significativamente maiores do que das mulheres apenas no quinto minuto (p=0,024 e p=0,043, respectivamente). Outros valores não foram significativamente diferentes entre os sexos. Conclusões: A IOP em recém-nascidos é afetada pela via de parto e pelo sexo. A IOP é maior em recém-nascidos de parto normal durante pelo menos 12 horas. A CCT mostra queda significativa no prazo de 12 horas. Recém-nascidos do sexo masculino têm valores de IOP significativamente mais elevados nos primeiros minutos de vida.
Keywords: Cesárea; Parto obstétrico; Pressão intraocular; Córnea/anatomia & histologia; Recém-nascido
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