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Abstract
O implante das lentes intra-oculares foi grande avanço na reabilitação visual de pacientes submetidos à cirurgia de extração da catarata. Contudo, os materiais utilizados na fabricação destas lentes, apesar de terem boa biocompatibilidade, são passíveis de alterações posteriores ao implante. No presente estudo, os autores relatam um caso raro de opacificação tardia de lente de polimetilmetacrilato, material inerte e bem tolerado intra-ocularmente, discutindo aspectos importantes no manejo desta complicação, bem como indicação de explante e substituição da lente.
Keywords: Extração de catarata; Lentes intra-oculares; Implante de lente intra-ocular; Polimetilmetacrilato; Remoção de dispositivo; Complicações pós-operatórias; Relatos de casos
Abstract
OBJETIVOS: Avaliar alterações estruturais observadas na síndrome de tração macular vítreo-retiniana idiopática (STMI) pela tomografia de coerência óptica (OCT), antes e depois da vitrectomia; identificar situações em que a tomografia de coerência óptica fornece informações adicionais da morfologia e patogênese desta doença. MÉTODOS: Imagens tomográficas (OCT Stratus) comparativas da estrutura vítreo-retiniana foram realizadas em quatro pacientes, em estágios variados da síndrome de tração macular vítreo-retiniana idiopática. RESULTADOS: A tomografia de coerência óptica Stratus apresenta imagens vítreo-retinianas que auxiliam na conduta e tratamento da síndrome de tração macular vítreo-retiniana idiopatica. CONCLUSÃO: O exame da tomografia de coerência óptica permite boa visualização da arquitetura morfológica do vítreo e da retina na síndrome de tração macular vítreo-retiniana idiopática. Este exame nos auxilia na compreensão da patogênese, no planejamento do tratamento, clínico ou cirúrgico, e na avaliação pós-operatória das alterações estruturais retinianas.
Keywords: Tomografia de coerência óptica; Descolamento do vítreo; Vitrectomia; Triancinolona; Edema macular cistóide
Abstract
OBJETIVO: Demonstrar a eficácia da tomografia de coerência óptica na avaliação da estrutura anatômica macular em olhos com a cavidade vítrea preenchida por óleo de silicone. MÉTODOS: Estudo observacional descritivo de 28 (vinte e oito) pacientes submetidos a vitrectomia com utilização de óleo de silicone como substituto vítreo. Estes pacientes foram avaliados pela biomicroscopia, oftalmoscopia indireta e pela tomografia de coerência óptica. RESULTADO: Todos os pacientes apresentaram retina aplicada no pós-operatório. A realização da tomografia de coerência óptica não apresentou dificuldade técnica na sua execução. O "cisto" de retina, membrana epi-retiniana e buraco lamelar foram apenas detectados na tomografia de coerência óptica. CONCLUSÃO: A tomografia de coerência óptica demonstrou boa eficácia para detectar alterações maculares em olhos com óleo de silicone. Assim, evidenciamos que é factível a execução deste exame e que este pode nos ajudar a diagnosticar alterações subclínicas no pós-operatório nestes pacientes.
Keywords: Óleos de silicone; Vitrectomia; Tomografia de coerência óptica; Retina; Descolamento retiniano
Abstract
OBJETIVO: Comprovar a presença do óleo de silicone no espaço subconjuntival de pacientes submetidos previamente à cirurgia vitreorretiniana por meio de estudo histopatológico das amostras conjuntivais obtidas, nos quais o exame biomicroscópico não foi capaz de comprovar sua presença. Determinar qual a incidência da presença do óleo de silicone no espaço subconjuntival em uma série de casos e quais implicações clínico-patológicas. MÉTODOS: Estudo prospectivo em 30 olhos de 30 pacientes. Foram incluídos no estudo os pacientes que haviam sido submetidos previamente à cirurgia vitreorretiniana com implante intra-ocular de óleo de silicone e que possuíssem indicação para retirada do óleo de silicone e que não apresentassem ao exame biomicroscópico sinais da presença do óleo de silicone no espaço subconjuntival. Após sua retirada, a amostra era encaminhada para análise histopatológica pelo método de hematoxilina-eosina. RESULTADOS: Foi observada a presença de espaços vazios correspondentes às áreas de localização do óleo de silicone, removido durante processamento histológico, em 10 (33%) amostras. Observou-se também a presença de sinais inflamatórios na substância própria caracterizada por congestão vascular, leucostase e infiltrado linfomononuclear em 27 (90%) amostras. CONCLUSÃO: Portanto, em pacientes submetidos ao implante intra-ocular do óleo de silicone, devemos suspeitar que o óleo esteja presente no espaço subconjuntival, mesmo que o exame biomicroscópico pareça normal.
Keywords: Óleos de silicone; Retina; Corpo vítreo; Biopsia; Cuidados pós-operatórios
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