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Abstract
O objetivo deste trabalho é prevenir o oftalmologista, ao se deparar com trauma por projétil de arma de fogo atingindo a órbita, de que é possível estar diante de um quadro de coriorretinite esclopetária. Foram descritos três casos, dois do sexo feminino e um do masculino, com idades variando entre 15 e 25 anos, atendidos no pronto-socorro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Keywords: Coriorretinite; Corpos estranhos no olho; Coróide; Ferimentos oculares penetrantes; Órbita; Ferimentos por arma de fogo; Retina; Ruptura; Relato de caso
Abstract
OBJETIVOS: Familiarizar o oftalmologista com a anatomia da região temporal, descrever a técnica cirúrgica da retirada da fáscia temporal e da suspensão frontal e analisar as vantagens e desvantagens da fáscia temporal na suspensão frontal. MÉTODOS: Revisão do prontuário de uma paciente com blefaroptose grave que foi submetida à suspensão frontal com fáscia temporal. Revisão da anatomia da fossa temporal e das técnicas cirúrgicas. RESULTADOS: Bom resultado estético e funcional foi conseguido no caso descrito. CONCLUSÃO: A fáscia temporal é boa opção na suspensão frontal com algumas vantagens: é um tecido autógeno, de fácil obtenção e mínima morbidade no pós-operatório.
Keywords: Fáscia; Blefaroptose; Retalhos cirúrgicos
Abstract
OBJETIVO: Desenvolvimento de método de treinamento prático em cirurgia palpebral baseado em modelo animal, orientado para o oftalmologista geral e para o iniciante em cirurgia palpebral. MÉTODOS: O modelo porcino foi selecionado devido à semelhança com relação à pálpebra humana. Após breve estudo dirigido com material didático abordando aspectos básicos em cirurgia palpebral e roteiro prático detalhado dos procedimentos a serem realizados, passou-se ao treinamento prático. As técnicas de cirurgia palpebral abordadas foram ressecção pentagonal com reconstrução direta e por planos da pálpebra e técnica original de Bick. O treinamento foi monitorizado cuidadosamente por instrutores com ampla experiência no assunto. Cada aluno tinha à disposição 4 pálpebras. RESULTADOS: Quatorze oftalmologistas foram treinados por meio deste modelo no 1º Curso de Cirurgia Palpebral em Animal em dezembro de 2001. Ao final do treinamento, os alunos se mostraram mais confiantes na realização dos procedimentos realizados, acreditando que a experiência havia contribuído positivamente para o desenvolvimento prático em cirurgia palpebral. CONCLUSÃO: O modelo animal porcino de treinamento pode ser etapa valiosa na transição da esfera teórica para a habilitação prática em Plástica Ocular, e pode ser utilizado como estratégia eficaz na capacitação em ressecção pentagonal com reconstrução direta e por planos da pálpebra e técnica original de Bick.
Keywords: Pálpebras; Modelos animais; Capacitação; Cirurgia; Procedimentos cirúrgicos operatórios
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a eficácia e possíveis complicações da remoção do segmento vertical do canalículo lacrimal, em pacientes com síndrome do olho seco grave. MÉTODOS: Seis canalículos de quatro pacientes, 3 dos quais tinham o diagnóstico de olho seco associado à síndrome de Sjögren primária e o quarto, ceratoconjuntivite sicca por remoção completa de glândula lacrimal, foram submetidos a exérese do segmento vertical do canalículo lacrimal. Os critérios de inclusão foram: sinais e sintomas de olho seco que não melhoraram com tratamento clínico, Schirmer menor que 5 mm, rosa bengala corando córnea e conjuntiva e casos de recanalização após eletrocauterização dos pontos. Os pontos lacrimais foram avaliados por exame biomicroscópico após 7, 15, 30, 90 e 180 dias da cirurgia. RESULTADOS: No período de seguimento, nenhum canalículo sofreu recanalização. Em cinco olhos, houve diminuição da ceratite ponteada difusa e dos filamentos corneanos e melhora nos valores do teste de Schirmer e rosa bengala. No olho submetido à remoção completa da glândula lacrimal, a córnea ainda apresentava ceratite ponteada difusa, mesmo após dois meses de cirurgia. Não houve alterações da margem palpebral. CONCLUSÃO: Esta técnica, além de mostrar-se efetiva e simples para oclusão permanente do canalículo lacrimal, não cursou com complicações observadas em outros procedimentos.
Keywords: Síndromes do olho seco; Aparelho lacrimal; Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos
Abstract
OBJETIVO: Medir a espessura retiniana pela tomografia de coerência óptica (OCT) no edema macular angiográfico do pseudofácico (ACME). MÉTODOS: Trabalho prospectivo composto de um grupo de estudo com 36 olhos pseudofácicos, entre a 4ª e a 6ª semana de pós-operatório, submetidos ao mapa macular com a tomografia de coerência óptica 2 e à angiofluoresceinografia no mesmo dia e, um grupo controle com 22 olhos pseudofácicos com visão igual a 20/20 e no mínimo 6 meses de pós-operatório, submetidos apenas ao mapa macular com o tomografia de coerência óptica 2. Os critérios de exclusão foram diabetes e maculopatias e exames de qualidade insuficiente para análise. Os angiogramas foram divididos em 3 grupos segundo a intensidade do edema: Grupo I: nível 0 (ausência de edema macular angiográfico do pseudofácico); grupo II: níveis 1 e 2 (edema macular angiográfico do pseudofácico perifoveal incompleto e completo) e grupo III: níveis 3 e 4 (edema macular angiográfico do pseudofácico até um e maior que um diâmetro papilar de área). As nove zonas do mapa macular da tomografia de coerência óptica foram comparadas entre o controle os três subgrupos do grupo de estudo e, entre o grupo I e os grupos II e III. RESULTADOS: Dos 36 olhos do grupo de estudo, 23 (64%) foram classificados como grupo I, 10 (28%) como grupo II e 3 (8%) como grupo III. A espessura para a zona fóvea foi de 185±15 µm no grupo controle, de 189±24 µm no grupo I, de 213±33 µm no grupo II e de 455± 38 µm no grupo III. Diferenças significativas para esta região foram observadas entre o grupo controle ou grupo I e o grupo III para todas as zonas (p<0,01) e, entre o grupo I e o grupo II para a zona fóvea e a temporal interna (p<0,05). CONCLUSÃO: O programa de mapa macular da tomografia de coerência óptica 2 é útil para o diagnóstico de edema macular angiográfico do pseudofácico.
Keywords: Catarata; Edema macular cistóide; Angiofluoresceinografia; Tomografia de coerência óptica; Retina
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