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Abstract
Objetivo: Analisar os valores da pressão intra-ocular (PIO) entre diferentes grupos de pacientes (diabéticos, hipertensos com ou sem retinopatia) e a população normal. Métodos: Realizou-se a aferição da pressão intra-ocular (PIO) em um total de 924 olhos de 482 pacientes com idade igual ou maior que 40 anos (x=56,70; dp=11,89) examinados segundo um protocolo de estudo que incluiu medida da PIO, pressão arterial e glicemia, além da fundoscopia. A determinação da PIO foi obtida pelo tonômetro de aplanação de "Goldmann" e a glicemia foi aferida por meio de tiras reativas (Dextrostix -- Bayer). Em seguida, os pacientes foram divididos em 7 (sete) grupos: hipertensos, hipertensos com retinopatia, diabéticos, diabéticos com retinopatia, hipertensos e diabéticos, hipertensos e diabéticos com retinopatia e a população controle. Resultados: Pelo teste de ANOVA-uma via, numa distribuição normal no nível de significância de 5%, observou-se que o valor médio da PIO é significativamente maior no grupo de pacientes hipertensos sem retinopatia (média PIO=16,10), no grupo dos hipertensos com retinopatia (média PIO=16,33) e no grupo de diabéticos e hipertensos com retinopatia retinopatia (média PIO=16,95). Conclusões: Observou-se que o valor médio da PIO é progressivamente mais elevado conforme o tempo de evolução da doença hipertensiva e também quando esta se encontra associada à diabetes mellitus.
Keywords: Diabetes; Hipertensão; Pressão intra-ocular; Glaucoma
Abstract
OBJETIVO: Relatar um caso de atrofia girata de coróide e retina com confirmação por meio da bioquímica do plasma. MÉTODO: Aferiu-se a melhor acuidade visual corrigida de ambos olhos (AO) em tabela de Snellen. Foram realizados biomicroscopia do segmento anterior, refração, mapeamento de retina, angiografia fluoresceínica, campo visual e dosagem da ornitina sérica (aminoacidograma). RESULTADOS: Paciente de 22 anos, sexo feminino, cor branca, apresentando alta miopia e acuidade visual (AV) 20/100 em AO. À biomicroscopia do segmento anterior apresentava catarata subcapsular posterior em AO. À oftalmoscopia foram verificadas lesões atróficas da coróide e da retina bem delimitadas em meia periferia de AO. O aminoacidograma constatou elevação correspondente ao complexo da ornitina. CONCLUSÃO: Relata-se um caso típico de atrofia girata, distrofia retiniana rara associada a hiperornitinemia.
Keywords: Atrofia girata; Coróide; Retina; Coroideremia
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