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Abstract
Objetivo: Determinar os efeitos da deficiência de vitamina D nos microvasos da retina usando angiotomografia de coerência óptica.
Métodos: Este estudo foi planejado para ser do tipo caso-controle observacional. Foram avaliados 98 olhos de pacientes com deficiência de vitamina D e 96 olhos de participantes saudáveis com nível sérico de vitamina D superior a 30 ng/mL. Foram adquiridas imagens de varredura centralizadas na mácula, com um tamanho de 6,00 × 6,00 mm. Mediram-se a densidade dos vasos nos plexos capilares superficial e profundo da retina, a área da zona avascular foveal e a área do fluxo coriocapilar.
Resultados: Os grupos mostraram-se semelhantes em relação à melhor acuidade visual corrigida, ao gênero, ao comprimento axial, ao erro refrativo, à idade e à pressão intraocular ajustada. O nível médio de vitamina D foi significativamente menor no grupo de estudo (p=0,021). As densidades total, parafoveal e perifoveal do plexo capilar profundo foram significativamente maiores no grupo de estudo que no grupo controle (respectivamente, p=0,012, p=0,014 e p=0,023). As áreas da zona avascular foveal e do fluxo coriocapilar foram semelhantes nos dois grupos (respectivamente, p=0,37 e p=0,27). Além disso, houve uma forte correlação negativa do nível sérico de vitamina D com as densidades vasculares medidas em toda a imagem e nas regiões parafoveais e perifoveais do plexo capilar profundo no grupo de estudo (respectivamente, ρ de Spearman = -0,71, p=0,043; ρ de Spearman = -0,79, p=0,011; e ρ de Spearman = -0,74, p=0,032).
Conclusão: Pode ocorrer um aumento na densidade vascular da retina devido a alterações estruturais dos vasos causadas pela deficiência de vitamina D. O aumento da densidade vascular, especialmente no plexo capilar profundo, pode ser usado para o diagnóstico precoce da vasculopatia associada à deficiência de vitamina D.
Keywords: Deficiência de vitamina D; Vasos retinianos/fisiopatologia; Doenças vasculares/ prevenção & controle; Tomografia de coerência óptica
Abstract
OBJETIVO: Atribuir variações microvasculares à cabeça do nervo óptico no glaucoma pseudoesfoliativo e primário de ângulo aberto, e definir a relação entre a densidade dos vasos e a espessura da camada de fibras nervosas da retina.
MÉTODOS: Este estudo foi projetado como observacional e transversal. Foram incluídos 72 olhos com glaucoma primário de ângulo aberto, 41 olhos com glaucoma pseudoesfoliativo e 60 olhos saudáveis. Foram obtidas imagens do nervo óptico centralizadas na cabeça do nervo com 4,5 × 4,5 mm de tamanho de varredura. A densidade vascular foi avaliada em toda a imagem, na área peripapilar, dentro do disco óptico e em todos os quadrantes setoriais.
RESULTADOS: Em todas as regiões, a densidade vascular foi menor em ambos os grupos com glaucoma que nos olhos saudáveis (p<0,05 para todas as variáveis). Em ambos os grupos com glaucoma, a densidade vascular mostrou resultados semelhantes nos setores nasal inferior, inferior nasal e temporal inferior (respectivamente, p=0,157, p=0,128 e p=0,143). Os olhos com glaucoma pseudoesfoliativo mostraram densidade vascular acentuadamente menor que nos olhos com glaucoma primário de ângulo aberto em todas as outras regiões (p<0,05). A espessura média da camada de fibras nervosas da retina demonstrou uma correlação positiva com a densidade vascular em todos os setores peripapilares em ambos os grupos com glaucoma (p<0,05 para todas as variáveis).
CONCLUSÕES: A redução da densidade vascular foi correlacionada a uma redução da espessura da camada de fibras nervosas da retina em ambos os grupos com glaucoma. A densidade vascular reduzida na cabeça do nervo óptico poderia ser usada para provar patologias microvasculares e possíveis alterações isquêmicas responsáveis por uma evolução mais rápida e um prognóstico pior no glaucoma pseudoesfoliativo.
Keywords: Disco óptico; Glaucoma de ângulo aberto; Fibras nervosas; Vasos retinianos; Tomografia de coerência óptica; Angiografia por tomografia computadorizada
Abstract
OBJETIVO: Avaliar através de angiotomografia de coerência óptica o fluxo sanguíneo macular e da cabeça do nervo óptico em pacientes pediátricos com epilepsia tratados com levetiracetam por pelo menos 12 meses.
MÉTODO: Trinta e três pacientes pediátricos com epilepsia e 30 crianças voluntárias saudáveis pareadas por sexo e idade foram incluídos no estudo. A angiotomografia de coerência óptica foi utilizada para avaliar as alterações da perfusão da cabeça do nervo óptico e da macular. As médias das pressões de perfusão ocular também foram calculadas. Pacientes em uso de múltiplas drogas antiepilépticas ou com história prévia de uso de diferentes drogas foram excluídos do estudo.
RESULTADO: A área do fluxo coriocapilar foi significativamente menor no Grupo Estudo do que no Grupo Controle (p=0,006). Entretanto, a zona avascular foveal e as densidades vasculares no plexo capilar superficial e profundo da região macular e na cabeça do nervo óptico não foram significativamente diferentes daquelas
de olhos saudáveis (p>0,05). Também não houve diferença significativa entre os dois grupos em relação às médias da pressão de perfusão ocular (p=0,211). Nenhuma correlação aparente foi encontrada entre a duração do tratamento e os parâmetros da angiotomografia de coerência óptica ou a média da pressão de perfusão ocular.
CONCLUSÃO: Em crianças usando levetiracetam, a perfusão coroidal mostrou-se reduzida em comparação ao grupo controle, enquanto a perfusão retiniana não foi afetada neste estudo com angiotomografia de coerência óptica.
Keywords: Pressão intraocular; Levetiracetam; Tomografia de coerência óptica; Angiofluoresceinografia; Epilepsia; Criança
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