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Abstract
Os autores descrevem o caso de um paciente que após ter sido submetido a uma cirurgia no cólon apresentou um quadro de endoftalmite no olho direito que levou à evisceração do mesmo. São descritos os procedimentos e infecções não contíguas que também podem levar à endoftalmite endógena.
Keywords: Endoftalmite; Complicações pós-operatórias; Evisceração ocular; Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos; Relato de caso
Abstract
OBJETIVO: Descrever as características dos pacientes com melanoma de coróide diagnosticados e tratados no Serviço de Oftalmologia do Hospital Regional de São José - Santa Catarina, e apresentar os resultados. MÉTODOS: Análise de uma série de 24 pacientes diagnosticados com melanoma maligno de coróide no período de 1º de março de 1997 a 21 de julho de 2003, avaliando: idade, sexo, raça, sintomas e duração, métodos diagnósticos, tratamento realizado, tamanho e tipo do tumor. RESULTADOS: Não existiu diferença em relação ao sexo e a idade média dos pacientes foi de 57,20±16,56 anos. O tumor predominou em brancos (83,33%) e a baixa da acuidade visual foi o sintoma mais freqüente (83,33%), sendo o tempo médio do início da sintomatologia até atendimento inicial de 152,12±114,00 dias. A oftalmoscopia indireta e a ultra-sonografia foram utilizadas em todos os pacientes para diagnosticar o tumor. Todos os pacientes foram submetidos à enucleação, pois apresentavam tumores grandes (maior diâmetro basal superior a 16 mm na USG). O tipo mais freqüente foi o de células fusiformes (58,5%) e o tamanho médio dos tumores foi de 11,8±4,5 mm de diâmetro basal. Dois pacientes apresentaram metástase à distância. CONCLUSÕES: Todos os pacientes foram diagnosticados em estágio avançado do tumor, piorando o prognóstico visual e sistêmico e limitando as opções terapêuticas, sendo por isso enucleados.
Keywords: Melanoma; Neoplasias da coróide; Enucleação ocular
Abstract
Degeneração macular relacionada à idade (DRMI) é a principal causa de cegueira no mundo ocidental. Várias formas clínicas foram reconhecidas, e membrana neovascular coroideana (MNSR) representa manifestação importante passível de tratamento. O tratamento de MNSR tem sido um foco importante de pesquisa nas últimas décadas e a primeira terapia estabelecida baseada em evidência foi a fotocoagulação a laser, que reduziu o risco de perda visual em lesões extrafoveais. No fim da década de 90 a terapia fotodinâmica foi estabelecida como método eficiente de tratamento de MNSR predominantemente clássicas e ocultas. Terapias adicionais como a translocação macular, cirurgia submacular, e protrombose mediada por indocianina verde estão atualmente em investigação em ensaios clínicos em larga escala. A biologia molecular permitiu recentemente uma melhor compreensão da patogênese da DMRI e o fator de crescimento vascular endotelial foi reconhecido como um mediador-chave na angiogênese da formação de MNSR. Portanto, a abordagem farmacológica surge como opção terapêutica no tratamento da MNSR. O primeiro agente terapêutico aprovado pelo FDA é o aptâmero pegaptanib sódio (Macugen®), que inativa a isoforma fundamental para a angiogênese intra-ocular: VEGF165. Outros inativadores de VEGF como ranibizumab RhuFab V2 (Lucentis®) e bevacizumab (Avastin®) estão em avaliação em estudos clínicos. Resultados impressionantes de bevacizumab intravítreo foram liberados recentemente. Adicionalmente, o derivado de esteróides acetato de anecortave, assim como o corticosteróide acetato de triancinolona têm sido propostos como métodos no tratamento de DMRI-neovascular. Este artigo apresenta os princípios e resultados iniciais na terapia antiangiogênica farmacológica da MNSR na DMRI.
Keywords: Degeneração macular; Neovascularização retiniana; Fator de crescimento do endotélio vascular; Inibidores de angiogênese
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