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Abstract
OBJETIVO: Relato de caso raro de esclerite infecciosa por Nocardia asteroides, em paciente sem fatores de risco para esclerite. MÉTODOS: Paciente feminina, de 38 anos, apresentando olho vermelho e dor durante 1 mês, com esclerite nodular no olho direito. Sem história prévia de trauma ou cirurgia ocular. Exames laboratoriais normais, sem doenças sistêmicas ou imunodepressão. Foi submetida à biópsia diagnóstica, com ressecção conjuntival da área acometida, cuja cultura evidenciou Nocardia asteroides. Fez tratamento sistêmico com sulfametoxazol-trimetropima e tópico com colírio de amicacina. Após dois meses de tratamento apresentou remissão total do processo infeccioso e acuidade visual final corrigida 20/20. CONCLUSÃO: O diagnóstico e tratamento precoces na esclerite infecciosa por Nocardia asteroides podem permitir prognóstico visual satisfatório.
Keywords: Esclerites; Esclerites; Esclerites; Nocardia asteróides; Infecções oculares; Soluções oftálmicas; Relato de caso; Feminino
Abstract
OBJETIVO: Realizar a normatização do eletrorretinograma por reversão alternada em indivíduos oftalmologicamente normais e sem doenças neurológicas associadas, determinando a faixa de normalidade estratificada por sexo, faixa etária e estímulo utilizado. MÉTODOS: A padronização seguiu o modelo proposto pela Organização Internacional de Eletrorretinografia e a normatização foi específica para o laboratório de potenciais evocados do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas - Universidade Estadual de Campinas. Dois tipos de estímulos foram utilizados: o denominado estímulo 16, que proporciona ângulo visual de 60 minutos de arco e o de 32, que proporciona ângulo visual de 30. RESULTADOS: Em todos os pacientes obteve-se uma onda positiva, definida internacionalmente como P50 e uma negativa, chamada N95, sem a presença de artefatos. Foram observados intervalos de normalidade que continham a média das latências, amplitudes e durações das curvas positiva e negativa, internacionalmente aceitas. As ondas P50 e N95 apresentaram diferenças significativas na amplitude, latência e duração quando comparadas às diversas faixas etárias, ocorrendo diminuição na amplitude das ondas e aumento na latência total do eletrorretinograma com o aumento da idade. Construíram-se tabelas com intervalo de predição de 95% em relação à idade para a amplitude, latência e duração das curvas P50 e N95. CONCLUSÕES: A normatização do eletrorretinograma por reversão alternada proporciona a reprodutibilidade dos resultados e a possibilidade de estudos comparativos.
Keywords: Eletrorretinografia; Potenciais evocados visuais; Nervo óptico; Reprodutibilidade de resultados
Abstract
Os corpos estranhos intracristalinianos representam cerca de 5 a 10% de todos os corpos estranhos intra-oculares. A conduta depende de alguns fatores, como: tamanho, localização, tipo de material e probabilidade de infecção. Relatamos um caso de um paciente com um corpo estranho metálico intracristaliniano no olho esquerdo que, após realizar tratamento inicial com esteróide e antibiótico tópicos, submeteu-se à aspiração do cristalino, retirada do corpo estranho e implante de lente intra-ocular com bom resultado visual.
Keywords: Corpos estranhos no olho; Traumatismos oculares penetrantes; Cristalino; Implante de lente intra-ocular; Relatos de casos
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