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Abstract
As células tronco derivadas da medula óssea têm sido propostas como uma fonte em potencial de células para medicina regenerativa. No olho, a degeneração de células neurais da retina são a marca de doenças difusas, como a degeneração macular relacionada com a idade (DMRI) e a retinose pigmentar. A medula óssea é um tecido ideal para estudar as células tronco por causa da sua acessibilidade. Devido a estas características e a experiência do transplante de medula óssea no tratamento de doenças hematológicas, como as leucemias, as célulastronco derivadas da medula óssea têm se tornado a maior ferramenta na medicina regenerativa. Essas células podem ser capazes de restaurar a função da retina através dos seguintes mecanismos: A) diferenciação celular; B) efeito parácrino; C) reparo do epitélio pigmentado da retina. Nesta revisão nós descrevemos os possíveis mecanismos de recuperação da função da retina com uso de terapia celular com células tronco derivadas da medula óssea.
Keywords: Retinose pigmentar; Degeneração retiniana; Células tronco; Medula óssea
Abstract
OBJETIVO: Comparar a dor relacionada à injeção intravítrea e panfotocoagulação no tratamento de pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco. MÉTODOS: Estudo prospectivo incluindo pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco e nenhum tratamento a laser prévio aleatoriamente designados para receber panfotocoagulação retiniana (grupo PRP) ou panfotocoagulação e ranibizumabe intravítreo (grupo PRPplus). Em todos os pacientes, a panfotocoagulação foi administrada em duas sessões (semanas 0 e 2), e ranibizumabe intravítreo foi administrado no final da primeira sessão de laser no grupo PRPplus. Retratamento foi realizado nas semanas 16 e 32 se neovasos ativos fossem detectados na angiofluoresceinografia, utilizando ranibizumabe intravítreo no grupo PRPplus e laser adicional grupo PRP. Após o fim do retratamento, uma Escala Analógica Visual de 100-unidades foi utilizada para a estimativa da pontuação da dor. O paciente foi questionado sobre a intensidade da dor durante todo o procedimento (sessão de fotocoagulação de retina ou injeção intravítrea de ranibizumabe). A comparação dos índices de dor foi realizada utilizando um teste não-paramétrico (Wilcoxon rank sums). RESULTADOS: Dezessete pacientes do grupo PRPplus e 14 do grupo PRP foram avaliados para os índices de dor. Não houve diferenças significativas entre os dois grupos quanto ao sexo, hemoglobina glicosilada e duração da doença. A média de dor da injeção intravítrea (±SEM) foi 4,7 ± 2,1, significativamente menor (p<0,0001) do que a dor média da panfotocoagulação (60,8 ± 7,8). Doze dos 17 pacientes do grupo PRPplus referiram pontuação de intensidade da dor zero, enquanto que o índice mínimo no grupo PRP foi encontrado em um paciente com 10,5. CONCLUSÃO: Em pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco que necessitaram de retratamento por neovasos persistentes, houve mais conforto para o paciente quando o retratamento foi realizado com uma injeção intravítrea em comparação com fotocoagulação da retina. Estudos posteriores são necessários para confirmar nossos achados preliminares.
Keywords: Dor; Injeções intravítreas; Retinopatia diabética; Fotocoagulação; Fator A de crescimento endotélio vascular
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Objetivo: Comparar a previsibilidade refrativa pós-operatória do IOLMaster 500 e Pentacam HR com base nos valores de ceratometria e profundidade de câmara anterior nos olhos com indicação de implante de lentes intraoculares multifocais.
Métodos: Estudo retrospectivo realizado em 118 olhos tratados com facoemulsificação e implante de lentes intraoculares multifocal. Apenas os olhos que atingiram a emetropia na refração dinâmica no 30º dia pós-operatório foram incluídos. A fórmula de Haigis foi usada em cada caso para calcular o poder das lentes intraoculares, e a lente intraocular com a refração alvo mais próxima da emetropia foi implantada. Cenários de cálculo de quatro lentes foram testados pela combinação de medidas de ceratometria e profundidade de câmara anterior obtidas usando os dois dispositivos.
Resultados: IOLMaster 500 e Pentacam HR diferiram quanto à média de ceratometria (D 0,07 ± 0,03 D; p=0,0065) e profundidade de câmara anterior (D 0,08 ± 0,01 mm; p<0,001). Na análise da covariância, as seguintes diferenças foram obtidas usando a fórmula de Haigis quando confrontadas com os valores biométricos obtidos pela inserção dos valores de ceratometria e profundidade de câmara anterior, respectivamente: Penta/IOL x IOL/Penta (0,13 ± 0,03; p<0,0001); Penta/Penta x IOL/Penta (0,13 ± 0,03; p<0,0001); Penta/IOL x IOL/IOL (0,11 ± 0,03; p=0,001); Penta/Penta x IOL/IOL (0,11 ± 0,03; p=0,002); IOL/IOL x IOL/Penta (0,02 ± 0,03; p=0,865); Penta/IOL x Penta/Penta (0,002 ± 0,03; p=0,99). A diferença foi menor ao medir a profundidade da câmara anterior usando o IOLMaster 500, independentemente de qual dispositivo foi usado para medir a ceratometria.
Conclusões: O Pentacam HR diferiu significativamente do IOLMaster 500 no cálculo de ceratometria. Quanto à profundidade da câmara anterior, os dois dispositivos foram igualmente precisos.
Keywords: Biometria; Catarata; Interferometria; Lentes intraoculares; Lentes intraoculares multifocais Biometria; Catarata; Interferometria; Lentes intraoculares; Lentes intraoculares multifocais
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