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Abstract
Objetivos: Avaliarem-se os efeitos do cetorolaco de trometamina 0,5%, sem conservante, sobre a expressão da iNOS e da MMP-9, em córneas com úlceras químicas. Métodos: Doze olhos de coelhos machos, 120 dias de idade, foram tratados (GT ), a cada 6 horas, com o cetorolaco de trometamina 0,5% e outros 12 com solução salina (GC), imediatamente à ocorrência de úlceras por hidróxido de sódio (NaOH) 1 mol/L. A reepitelização foi monitorada por fluresceína a cada seis horas. Decorridas 24 horas, seis córneas (n=6) de cada grupo foram colhidas (primeiro momento). As demais (n=6) o foram após a sua reepitelização (segundo momento). Em ambos os momentos, avaliaram-se o infiltrado inflamatório e as condições do epitélio neoformado (HE). Por imuno-histoquímica, avaliou-se a imunomarcação de iNOS e de MMP-9. Resultados: A média do tempo de epitelização no GT foi de 55 ± 0,84 horas. No GC, ela foi de 44 ± 1,06 horas (p=0,001). Às 24 horas, as córneas do GT apresentaram menor exsudação inflamatória (p<0,01). No segundo momento, o GT mostrou discreta exsudação inflamatória (p>0,05) e menor número de camadas epiteliais comparativamente ao GC. A média de imunomarcação de iNOS em células do estroma não diferiu do GT, em ambos os momentos (p>0,05). No segundo momento, a região central da córnea expressou mais iNOS, comparativamente à periférica, em ambos os grupos. Não se observaram diferenças significativas nos escores de imunomarcação epitelial de iNOS entre os grupos e os momentos (p=0,69). Os escores de imunomarcação epitelial para MMP-9 não diferiram entre os grupos (p=0,69). A média de imunomarcação da MMP-9 em células do estroma não exibiram diferenças entre os grupos e momentos da avaliação (p=0,32). Não houve correlação entre a imunomarcação de iNOS e de MMP-9, assim como quanto ao quantitativo de células inflamatórias e à imunomarcação de iNOS. Conclusões: Cetorolaco 0,5% reduziu a inflamação e atrasou a epitelização na queimadura corneal por álcali sem alterar a expressão de iNOS ou MMP-9 Descritores: Úlcera da córnea/induzida quimicamente; Cetorolaco de trometamina/administração; iNOS; MMP-9
Keywords: Úlcera da córnea/induzida quimicamente; Cetorolaco de trometamina/administração; iNOS; MMP-9
Abstract
Objetivos: Avaliar os efeitos da nalbufina 1% sobre a expressão da metaloproteinase 1 (MMP-1), da metaloproteinase 9 (MMP-9) e do fator de crescimento opióide (OGF), em córneas de coelhos submetidas à ceratectomia lamelar. Métodos: Constituíram-se dois grupos: grupo nalbufina (GN, n=30), que recebeu 30 µL de nalbufina 1% em 4 aplicações diárias, a intervalos regulares, até a epitelização corneal; controle (GC, n=30), que recebeu solução salina nas mesmas condições adotadas no GN. As córneas foram colhidas para imuno-histoquímica decorridos 1, 3, 5, 7 e 9 dias das ceratectomias lamelares, visando a se avaliarem as MMP-1, MMP-9 e OGF. Resultados: A expressão das MMP-1 e de MMP-9 se elevou até o quinto dia de avaliação, sem diferença entre GN e GC (p>0,05). Nos dias 7 e 9, observou-se redução significativa na expressão das enzimas (p<0,01), sendo que diferenças não foram observadas entre os grupos (p>0,05). O OGF exibiu imunomarcação constante em todos os períodos (p>0,05), restrita ao epitélio corneal. Não foram encontradas diferenças entre os grupos (p>0,05). Conclusões: Com base dos resultados obtidos, há como admitir que a nalbufina 1% não alterou o padrão de expressão da MMP-1, da MMP-9 e do OGF em córneas de coelhos submetidas à ceratectomia lamelar.
Keywords: Córnea; Ceratectomia fotorrefrativa; Nalbufina/uso terapêutico; Metaloproteinases da matriz; Receptores opióides; Imuno-histoquímica; Animais; Coelhos
Abstract
Objetivo: Estudaram-se os efeitos da instilação de morfina 1% sobre parâmetros clínicos, turbidez do humor aquoso e expressão de fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa), de interleucina-1 beta (IL-1beta), de prostaglandina E2 (PGE2) e de mieloperoxidase (MPO), em olhos de coelhos com uveíte induzida por endotoxina. Material e Métodos: Vinte e quatro coelhos da raça Nova Zelândia Branco foram distribuídos em quatro grupos (n=6, em cada): grupo controle (GC), morfina (GM), naloxona (GN) e morfina-naloxona (GMN). Sob anestesia dissociativa, injetou-se 0,1 mL de solução contendo 0,2 µg de lipossacarídeo (LPS) endotóxico da parede celular de Salmonella typhimurium na câmara vítrea. Realizou-se avaliação clínica (hiperemia conjuntival, quemose, blefaroespasmo e secreção ocular) e a flaremetria a “laser” antes (basal) e após 10 e 20 horas da indução da uveíte. No final, os coelhos foram submetidos à eutanásia e os olhos com uveíte foram enucleados para a quantificação dos níveis de TNF-alfa, IL-1 beta, PGE2 e MPO. Diferenças foram consideradas significativas quando p<0,05. Resultados: Os grupos da pesquisa não diferiram quanto aos parâmetros clínicos e os valores de “flare”. Observou-se elevação significativa nos níveis de TNF-alfa e de IL-1 beta, comparativamente ao basal, nos grupos GC, GM, GN e GMN (p<0,05). Valores de PGE2 variaram entre os grupos GM e GNM (p<0,05). A atividade de MPO aumentou após a indução da uveíte, porém, sem significância estatística (p>0,05). Conclusões: A morfina não atuou sobre parâmetros clínicos, “flare” e expressão dos mediadores inflamatórios estudados, quando instilada em olhos de coelhos com uveíte induzida por injeção intravítrea de LPS.
Keywords: Lasers/uso diagnóstico; Fotometria/métodos; Morfina/administração & dosagem; Endotoxinas/toxicidade; Uveítes/induzido quimicamente; Coelhos
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