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Search for: Corneal edema; Corneal diseases; Edema; Visual acuity; keratoconus.
Abstract
Objetivo: Descrever os resultados clínicos do tratamento do crescimento epitelial através da técnica de remoção manual seguido da utilização de um compressor de ar comprimido aquecido após a cirurgia de laser in situ keratomileusis (LASIK).
Métodos: Vinte olhos de 17 pacientes foram incluídos no estudo. Cada paciente havia sido submetido a cirurgia de LASIK com presença de crescimento epitelial e foi submetido a tratamento cirúrgico para sua retirada. O objetivo primário foi identificar a presença de crescimento epitelial recorrente ao final de 3 meses de seguimento. Os objetivos secundários foram as medidas de acuidade visual sem correção, acuidade visual com correção, e complicações pós-operatórias.
Resultados: Dez pacientes (58,8%) eram homens e 7 mulheres. Oito olhos de sete (41,2%) pacientes apresentavam cirurgia de LASIK primária e 12 olhos de 10 pacientes tinham cirurgia de LASIK com retratamento; dezesseis olhos (80%) utilizaram microcerátomo manual e quatro (20%) laser de femtosegundo. A média de idade no momento da cirurgia de remoção do epitélio era de 37,0 anos ± 9,3 (DP) (variando de 24 a 55 anos). Ocorreu recidiva do crescimento epithelial em dois olhos (10%) após 3 meses de seguimento. A acuidade visual sem correção antes da cirurgia era de 0,07 ± 0,09 logMAR, e após a cirurgia passou para 0,02 ± 0,04 logMAR (p=0,06). A chance (odds ration) de aparecimento do crescimento epithelial após uma reoperação de LASIK é 29,41 vezes maior do que no LASIK primário.
Conclusão: A técnica de remoção epitelial manual seguida da utilização de ar comprimido aquecido é segura e efetiva no tratamento do crescimento epitelial após LASIK. Ao final do último acompanhamento, nenhum olho apresentou perda de linhas de visão.
Keywords: Epitélio/crescimento & desenvolvimento; Endotélio corneano; Doenças da córnea; Ceratomileuse assistida por excimer laser in situ; Ceratectomia fotorrefrativa; Procedimentos cirúrgicos refrativos; Acuidade visual
Abstract
OBJETIVO: O ceratocone na população pediátrica apresenta algumas particularidades em relação à população adulta. O maior desafio é devido à doença ser geralmente mais severa e rapidamente progressiva em crianças.
MÉTODOS: Este artigo utiliza uma análise retrospectiva para relatar o uso do crosslinking em jovens menores de 18 anos e sua evolução pelo menos 24 meses após o procedimento. Foram estudados 12 olhos de 10 pacientes, e dados como acuidade visual com e sem correção, ceratometria máxima, espessura corneana, espessura foveal e microscopia endotelial avaliados no pré e pós-operatórios. O crosslinking corneano foi realizado em todos os pacientes pelo mesmo cirurgião.
RESULTADOS: Observou-se uma tendência de redução do valor do Kmax e melhora da acuidade visual corrigida em todos os momentos de pós operatório. Com relação à paquimetria, observou-se afinamento corneano do ponto mais fino, nos primeiros quatro meses de pós-operatório.
CONCLUSÃO: Resultados encorajadores foram obtidos com relação à estabilização da doença, progressão e segurança do procedimento, corroborando com as conclusões de outros autores. A importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento a curto prazo do paciente deve ser destacada.
Keywords: Ceratocone/diagnóstico; Ceratocone/tratamento farmacológico; Córnea; Doenças da córnea; Topografia da córnea; Colágeno/metabolismo; Raios ultravioleta; Reagentes para ligações cruzadas/uso terapêutico; Riboflavina/uso terapêutico; Acuidade visual; Adolesc
Abstract
Objetivo: Avaliar o impacto dos tumores córneo-conjuntivais na superfície ocular e na qualidade de vida dos pacientes antes e após o tratamento cirúrgico.
Métodos: Este estudo prospectivo conduziu uma avaliação pré-operatória e com 30 e 90 dias de pós-operatório de pacientes com diagnóstico de tumores de córnea e conjuntiva. Os dados demográficos foram coletados no pré-operatório. Os questionários Health Survey Short-Form (SF-12) e Ocular Surface Disease Index (OSDI) foram aplicados para avaliar a qualidade de vida dos pacientes e a percepção de suas funções relacionadas à visão. Os testes tear break-up time (TBUT) e Schirmer foram realizados para avaliação da superfície ocular. A extensão do tumor foi medida usando o programa ImageJ.
Resultados: Vinte e três pacientes foram incluídos. A média de idade foi de 52,8 ± 17,3 anos (27-79 anos). O tipo mais comum de tumor foi o carcinoma de células escamosas (61,5%). A acuidade visual dos pacientes melhorou significativamente em 1 mês e 3 meses (p=0,018 e p=0,036, respectivamente). Não houve diferenças significativas entre os testes tear break-up time e Schirmer no pré-operatório e com 3 meses de pós-operatório (p=0,150 e p=0,490, respectivamente). Os escores do SF-12 demonstraram que o componente mental apresentou diferença estatisticamente significante entre o pré-operatório e no 30 e 90 dias de pós-operatório (p=0,008 e p=0,026, respectivamente). A extensão do tumor foi de 868,7 ± 344,9 pixels (intervalo, 224,6-1481,6 pixels) e foram significativamente correlacionados com o componente mental de SF-12 no pré-operatório (p=0,011), 30 (p=0,017) e 90 dias de pós-operatório (p=0,012), e o componente emocional no 30º dia de pós-operatório (p=0,016).
Conclusão: Pacientes com tumores córneo-conjuntivais melhoraram os sintomas oculares, a acuidade visual e o componente emocional da qualidade de vida após a excisão cirúrgica do tumor.
Keywords: Neoplasias oculares; Neoplasias da túnica conjuntiva; Doenças da córnea; Acuidade visual; Qualidade de vida.
Abstract
Objetivo: Este estudo teve como objetivo comparar os resultados clínicos após ceratoplastia lamelar anterior profunda e ceratoplastia penetrante nos olhos contralaterais dos mesmos pacientes.
Métodos: Nesta série de casos comparativa e retrospectiva, avaliaram-se os seguintes dados de resultados clínicos: melhor acuidade visual corrigida, equivalente esférico refrativo, astigmatismo refrativo, densidade de células endoteliais, perda de células endoteliais, espessura central da córnea e pressão intraocular. Esses dados foram avaliados aos 6, 12, 24 e 36 meses após ceratoplastia lamelar anterior profunda e ceratoplastia penetrante. Também foram avaliadas as complicações.
Resultados: Foram incluídos 52 olhos (26 pacientes), sendo que 19 pacientes apresentavam ceratocone, 6 apresentavam distrofia estromal e 1 apresentava ectasia após ceratomileuse in situ assistida por laser. O tempo médio de acompanhamento foi de 44,1 ± 10,5 meses no grupo da ceratoplastia lamelar anterior profunda e 47,9 ± 11,9 meses no grupo da ceratoplastia penetrante. Nenhuma diferença significativa foi observada nas médias da melhor acuidade visual corrigida, equivalente esférico refrativo, astigmatismo refrativo e espessura central da córnea entre os grupos da ceratoplastia lamelar anterior profunda e da ceratoplastia penetrante durante o acompanhamento. A densidade de células endoteliais foi significativamente maior no grupo da ceratoplastia lamelar anterior profunda que no grupo da ceratoplastia penetrante aos 24 e 36 meses de pós-operatório (p=0,022 e 0,013, respectivamente). A perda de células endoteliais foi significativamente menor no grupo da ceratoplastia lamelar anterior profunda que no grupo da ceratoplastia penetrante aos 24 e 36 meses de pós-operatório (p=0,025 e 0,001, respectivamente). A pressão intraocular foi significativamente menor no grupo da ceratoplastia lamelar anterior profunda que no grupo da ceratoplastia penetrante aos 6 meses de pós-operatório (p=0,015). Ocorreu microperfuração em 4 olhos (15%) durante a cirurgia de ceratoplastia lamelar anterior profunda; entretanto, a ceratoplastia penetrante não foi necessária. Não ocorreu nenhuma rejeição endotelial no grupo da ceratoplastia penetrante durante o período de acompanhamento.
Conclusões: Durante o acompanhamento de 3 anos, a perda de células endoteliais e a pressão intraocular foram significativamente menores no grupo da ceratoplastia lamelar anterior profunda que no grupo da ceratoplastia penetrante, mas os resultados visuais e refrativos foram semelhantes.
Keywords: Doenças da córnea/cirurgia; Ceratocone/cirurgia; Ceratoplastia penetrante/métodos; Transplante de córnea/métodos; Pressão intraocular; Estudo comparativo.
Abstract
Objetivo: Avaliar se as características da tomografia de coerência óptica de domínio espectral dos espaços cistoides intraretinianos prevêem resultados visuais em pacientes que recebem terapia de injeção intravítrea com fator de crescimento endotelial antivascular (bevacizumab 1,25 mg/0,05 ml) para edema macular cistoide diabético.
Métodos: A relação entre as propriedades dos espaços cistoides antes da injeção e os resultados anatômicos e funcionais após a injeção foi investigada em pacientes que receberam três injeções intravítreas para edema macular cistoide. A melhor acuidade visual corrigida para a melhora funcional e a espessura do subcampo central para a melhora anatômica foram avaliadas. Além disso, foi avaliada a relação da localização dos espaços cistoides com a integridade dos fotorreceptores e camadas internas da retina.
Resultados: Em 36 olhos de 36 pacientes, a melhor acuidade visual corrigida foi significativamente aprimorada (p=0,002), e a espessura média do subcampo central foi diminuída após injeções (p=0,003). O aprimoramento da melhor acuidade visual corrigida foi limitado nos olhos com cistos na camada nuclear externa (p=0,045). A reflexividade intracística foi maior nos olhos que falharam na melhor acuidade visual corrigida do que nos olhos com resultados visuais bem-sucedidos (p=0,028). A zona elipsoide interrompida esteve presente em 13 (59,0%) de 22 olhos com cistos na camada nuclear externa, e em apenas 1 de 14 olhos (7,1%) sem cistos na camada nuclear externa (p=0,009). A desorganização das camadas internas da retina esteve presente em 15 dos 22 olhos (68,1%) com cistos na camada nuclear externa, enquanto apenas 2 em 14 olhos (14,2%) sem cistos na camada nuclear externa tiveram desorganização das camadas internas da retina (p=0,013).
Conclusão: Características dos espaços cistoides intrarretinianos podem prever prognóstico em pacientes com edema macular cistoide diabético e ganho visual pode ser limitado nos olhos com cistos na camada nuclear externa.
Keywords: Diabetes Mellitus; Retinopatia diabética; Edema macular; Tomografia de coerência óptica; Espaços cistoides intrarretinianos; Acuidade visual.
Abstract
PURPOSE: Keratoconus presents certain peculiarities in pediatric patients when compared with adults. The greatest challenge in children is that the disease is more severe and faster in progression. In this retrospective study, we aimed to compare the accelerated and Dresden protocols for corneal crosslinking in patients aged <18 years who were followed-up for at least 12 months.
METHODS: A total of 36 eyes from 27 patients were included in the study. The best corrected and uncorrected visual acuity, maximal keratometry, corneal thickness, foveal thickness, and endothelial microscopy findings were evaluated at baseline and during the postoperative period at one, three, and six months. Thereafter, the patients were evaluated at one, three, six and twelve months postoperative. Corneal crosslinking was performed in all patients via the Dresden protocol (n=21 eyes) or the accelerated protocol (n=15 eyes). Data between the two groups were compared and XY statistical analysis was used.
RESULTS: Both protocols were effective in halting keratoconus progression. No patient had progression at the 12-month follow-up. A significant reduction in Kmax and improvement in the corrected distance visual acuity were observed only in the Dresden protocol group. Although the Dresden protocol was superior to the accelerated protocol in reducing Kmax (p=0.002), there was no significant difference in corrected distance visual acuity between the two groups.
CONCLUSION: The accelerated protocol is as efficient as the Dresden protocol in stabilizing keratoconus progression. Although the Dresden protocol was superior to the accelerated protocol in reducing the Kmax, it did not produce better clinical results. Thus, the accelerated protocol is an efficient option. Furthermore, considering the advantages of reduced surgical time, the accelerated protocol is effective in halting keratoconus progression in the pediatric age group.
Keywords: Keratoconus; Corneal diseases; Ultraviolet rays; Cross-linking reagents; Visual acuity
Abstract
OBJETIVO: Examinar os efeitos do tratamento de reticulação unilateral do colágeno corneano na acuidade visual e os achados topográficos em olhos não tratados de pacientes com ceratocone progressivo bilateral.
MÉTODOS: Foram rastreados retrospectivamente pacientes com ceratocone progressivo submetidos a tratamento de reticulação. Foram incluídos no estudo 188 olhos não tratados de 188 pacientes tratado unilateralmente com reticulação padrão ou acelerada e que recusaram o procedimento de reticulação no outro olho. A acuidade visual e os achados topográficos dos olhos não tratados foram obtidos no pré- e pós-operatório no 1o, 3o, 6o, 12o, 24o, 30o e 36o mês.
RESULTADOS: As alterações ao longo do tempo foram semelhantes para as variáveis examinadas nos olhos não tratados de pacientes tratados com métodos de reticulação padrão e acelerado (p>0,05). No 12º mês, 136 olhos não tratados (95,8%) estavam estáveis, de acordo com os critérios de progressão. Apenas quatro olhos (8%) mostraram progressão no 24o mês. Nenhuma progressão foi observada nos 16 pacientes que tiveram um acompanhamento de 36 meses.
CONCLUSÕES: O estudo mostrou que os olhos não tratados de pacientes com ceratocone progressivo bilateral não apresentaram taxas de progressão significativas após o tratamento unilateral com reticulação.
Keywords: Topografia da córnea; Reagentes de ligações cruzadas; Ceratocone; Fármacos fotossensibilizantes; Colágeno/uso terapêutico; Fotoquimioterapia/métodos; Acuidade visual
Abstract
PURPOSE: To investigate the association of pre-photorefractive keratectomy Schirmer-1 test value with post-photorefractive keratectomy central corneal epithelial thickness, ocular surface disease index score, and uncorrected distance visual acuity.
METHODS: Patients were categorized according to preoperative Schirmer-1 value: the normal Schirmer Group (n=54; Schirmer-1 test value, >10 mm) and the low Schirmer Group (n=52; Schirmer-1 test value, between 6 and 10 mm). We analyzed ablation depth, visual acuity, result of Schirmer-1 test (with anesthesia), tear film break-up time, ocular surface disease index score, central corneal epithelial thickness, and spherical equivalent refraction.
RESULTS: We found significant differences between the groups in Schirmer-1 test value, tear film break-up time, and ocular surface disease index score, both preoperatively and postoperatively (p<0.001). The preoperative central corneal epithelial thicknesses of the two groups were similar (p>0.05). After photorefractive keratectomy, the Schirmer-1 test value and spherical equivalent refraction decreased in both groups (p<0.05), and ocular surface disease index scores and central corneal epithelial thickness values increased in the low Schirmer Group (p<0.001) but not in the normal Schirmer Group (p>0.05). The postoperative central corneal epithelial thicknesses of the low Schirmer Group were significantly higher than those of the normal Schirmer Group (p<0.001). Postoperative uncorrected distance visual acuity did not differ significantly between the two groups (p>0.05).
CONCLUSIONS: In patients with low Schirmer-1 test values before photorefractive keratectomy, the corneal epithelium thickened and ocular surface complaints increased during the postoperative period. However, changes in the corneal epithelium did not affect the postoperative uncorrected distance visual acuity. To reduce postoperative problems on the ocular surface in these patients, we recommend that dry eye be treated before photorefractive keratectomy.
Keywords: Epithelium, corneal; Cornea; Photorefractive keratectomy; Schirmer test; Visual acuity
Abstract
PURPOSE: Posterior capsule rupture is defined as an intraoperative posterior capsule tear resulting in vitreous loss. This study aimed to analyze the clinical characteristics, preoperative risk factors, intraoperative management strategies, and postoperative complications associated with posterior capsule rupture during phacoemulsification surgery.
METHODS: This was a retrospective observational cohort study of the medical records for 25,224 phacoemulsification surgeries performed at our tertiary eye care center between 2017 and 2022. We collected and collated the demographic characteristics and clinical findings of the patients in our cohort. Intraoperative management strategies and postoperative outcomes over a 1-year followup period were also recorded.
RESULTS: Posterior capsule rupture occurred in 351 eyes (351 patients), giving an overall posterior capsule rupture rate of 1.3%. The mean patient age was 68.6 ± 10.8 years. Pseudoexfoliation syndrome, mature cataracts, brown cataracts, and surgery performed by a resident were identified as risk factors for posterior capsule rupture (p<0.05 for each; the risk ratios were 2.70, 2.15, 2.44, 1.34, respectively). The most common intraoperative complications were dislocated lens fragments in the vitreous (8%) and iris damage (7.1%). The mean best-corrected visual acuity improved from 1.31 ± 0.84 (logMAR) postoperatively to 0.51 ± 0.56 at the end of the 1-year follow-up period (p<0.001). Corneal edema (55.6%) and elevated intraocular pressure (33.3%) were the most common early postoperative complications. Persistently elevated intraocular pressure (11.1%) and cystoid macular edema (5.1%) were the most common late postoperative complications.
CONCLUSION: Posterior capsule rupture is a common complication of phacoemulsification surgery that requires prolonged postoperative follow-up and a multidisciplinary approach. Despite the increased incidence of complications when rupture occurs, appropriate intraoperative and postoperative management can lead to satisfactory visual outcomes.
Keywords: Cataract extraction; Phacoemulsification; Posterior capsule rupture; Corneal edema; Risk factors; Postoperative complications; Intraoperative complications
Abstract
PURPOSE: To compare the short-term (3-month) outcomes of intravitreal aflibercept injections versus intravitreal aflibercept combined with dexamethasone sodium phosphate in treating diabetic macular edema.
METHODS: In this Phase-2 clinical trial, 16 eyes of 16 participants with diabetic macular edema were randomly assigned to one of 2 groups. Participants in the aflibercept monotherapy group received 2 mg of intravitreal aflibercept (0.05 mL), while those in the combination therapy group received 2 mg of intravitreal aflibercept (0.05 mL) plus 0.04 mg dexamethasone sodium phosphate (0.01 mL). Identical injections were repeated after 30 and 60 days. The primary outcome was the change in central macular thickness, as measured by optical coherence tomography, from baseline to 1 month after the last injection. Secondary outcomes included changes in best-corrected visual acuity and intraocular pressure over the same period.
RESULTS: The mean baseline central macular thickness was 444 ± 86 μm in the combination therapy group and 394 ± 96 μm in the aflibercept monotherapy group (p=0.293). By day 90, the mean reduction in central macular thickness was significantly greater in the combination therapy group (176 ± 129 μm) compared to the aflibercept monotherapy group (54 ± 49 μm; p=0.034). Best-corrected visual acuity also improved significantly more in the combination therapy group, with a median gain of 0.31 ± 0.16 LogMAR, whereas the aflibercept monotherapy group experienced a minimal change (−0.06 ± 0.13 LogMAR; p=0.020). Intraocular pressure remained stable in both groups, with no significant difference (p=0.855). None of the participants developed elevated intraocular pressure (>21 mmHg) or required ocular hypotensive medications. No significant ocular or systemic adverse events were reported.
CONCLUSION: The addition of dexamethasone sodium phosphate to the standard intravitreal aflibercept regimen for diabetic macular edema can improve short-term structural and functional outcomes.
Trial registration: Brazilian Clinical Trials Registry (RBR-7468j4q)
Keywords: Diabetic macular edema; Aflibercept; Dexamethasone sodium phosphate; Intravitreal injection; Visual acuity; Central macular thickness; Intraocular pressure
Abstract
PURPOSE: To assess the outcomes of deep anterior lamellar keratoplasty or penetrating keratoplasty at the scar and the edema stages.
METHODS: Forty-five patients (45 eyes) with keratoconus scar stage (scar group, n=26; penetrating keratoplasty a subgroup, n=7; deep anterior lamellar keratoplasty b subgroup, n=19) and keratoconus edema stage (edema group, n=19; penetrating keratoplasty c subgroup, n=12; deep anterior lamellar keratoplasty d group, n=7) who received penetrating keratoplasty or deep anterior lamellar keratoplasty from 2000 to 2022 were retrospectively studied. At 1, 6, and 12 months after surgery, the best-corrected visual acuity, astigmatism, spherical equivalent, corneal endothelial cell density, and complications were analyzed.
RESULTS: The best-corrected visual acuity and average corneal endothelial cell loss rate were not significantly different between the scar and edema groups (p>0.05). At 6 and 12 months after surgery, the astigmatism and spherical equivalent in the scar group were significantly lower than those in the edema group (p<0.05). The spherical equivalent of the deep anterior lamellar keratoplasty b subgroup was lower than that of the penetrating keratoplasty a subgroup in the scar group 6 months after surgery (p<0.05). In the edema group, there was no significant difference in spherical equivalent between subgroups (p>0.05). There were no significant differences in best-corrected visual acuity and astigmatism between subgroups within the two groups (p>0.05). In comparison to the scar group, the edema group experienced more complications. According to a survival analysis, there was no statistically significant difference between the scar group and the edema group regarding the progression of vision.
CONCLUSIONS: In terms of the outcomes and prognosis for vision after keratoplasty with edema stage and scar stage, deep anterior lamellar keratoplasty may be as effective as penetrating keratoplasty.
Keywords: keratoconus; Edema; Cicatrix; keratoplasty, penetrating; Corneal transplantation; Astigmatism; Corneal endothelial cell loss; Endothelial cells
Abstract
Os autores relatam o caso de paciente do sexo masculino, 8 anos de idade, com história de uveíte crônica anterior unilateral há quatro meses, associada a lesão pigmentada envolvida por material fibrinóide em ângulo camerular inferior e a lesão fibrótica em extrema periferia de retina inferior. Não havia histórico de trauma ou outros sintomas clínicos. A hipótese de toxocaríase foi afastada diante de testes sorológicos negativos. Melhoria sintomática parcial foi alcançada com administração de corticosteróide vias oral e tópica. Ademais, redução na quantidade de material fibrinóide ao redor da lesão camerular a revelou regular e cilíndrica. Foi realizada tomografia computadorizada de órbitas, permitindo a detecção de corpo estranho metálico na topografia de ângulo camerular inferior. O paciente foi submetido a remoção do corpo estranho através de incisão corneana e a fotocoagulação ao redor da tração retiniana inferior. Excelentes resultados visual e anatômico foram obtidos.
Keywords: Corpos estranhos no olho; Uveíte anterior; Uveíte intermediária; Edema da córnea; Toxocaríase
Abstract
Este é o relato de um caso de hidropisia aguda seguida de perfuração corneana cinco anos após reticulação corneana para ceratocone. Uma paciente saudável de 24 anos foi submetida a reticulação corneana no olho esquerdo pelo protocolo de Dresden, devido a um ceratocone avançado. Após cinco anos com a córnea estável, a paciente retornou com epífora, visão turva e amolecimento do olho esquerdo. Foram diagnosticadas hidropisia aguda e perfuração corneana. A paciente não tinha história de gravidez, atopia, fricção ocular, trauma ou uso de lentes de contato. Foram aplicados um antibiótico local e um tampão oftalmológico. Três meses após a resolução do episódio agudo, ela manteve uma acuidade visual útil, sem necessidade de novas cirurgias. Embora a reticulação interrompa de forma eficiente o ceratocone, pode ocorrer progressão, levando a hidropisia e perfuração da córnea, mesmo na ausência de fatores de risco.
Keywords: Lesão da córnea; Perfuração da córnea; Ceratocone; Hidropsia.
Abstract
Em decorrência de complicações, da biocompatibilidade e da escassez de tecido doador para transplantes de córnea natural, foram elaboradas córneas artificiais que são potenciais para reabilitar funções ópticas. Nessa perspectiva, objetivou-se a análise da eficácia da reabilitação visual entre os implantes: Boston tipo I, Boston tipo II, Aurolab, osteo-odonto-ceratoprótese e ceratoprótese de Osso Tibial. De modo geral, a princípio observou-se uma tendência de melhoria da Best-corrected visual acuity em todos os tipos de lentes, mas considerável queda durante acompanhamento a longo prazo. O dispositivo com melhor reabilitação visual em pacientes com superfícies oculares úmidas é a Boston tipo I, seguida pela Aurolab, que é economicamente viável em países emergentes. Ao considerar pacientes com olhos secos, o implante de Boston tipo II apresenta maior reabilitação visual. Por fim, em virtude de não apresentarem dados equiparáveis, as lentes osteo-odonto-ceratoprótese e de osso tibial não puderam ser analisadas.
Keywords: Transplante de córnea; Próteses visuais; Córnea; Reabilitação; Acuidade visual
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