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Search for: Coronavirus infection; COVID-19; Eye Infection; viral; SARS-CoV-2; Health professional.
Abstract
Objetivos: A pandemia de COVID-19 foi iniciada em março de 2020 e mudou o sistema de saúde. Mudanças na alocação de recursos, sobrecarga de unidades de terapia intensiva, apreensão dos pacientes em procurar atendimento médico não relacionado ao COVID-19 e redução abrupta de todas as consultas e cirurgias não urgentes. Este estudo avalia o impacto em um pronto-socorro oftalmológico após 1 ano de pandemia, avaliando a correlação entre as fases de lockdown, a mortalidade do COVID-19 e as visitas ao pronto-socorro.
Métodos: Estudo observacional retrospectivo que incluiu todos os pacientes admitidos no serviço de emergência oftalmológica do Hospital São Paulo, vinculado a UNIFESP/EPM, entre 1º de janeiro de 2019 e 28 de março de 2021. As visitas foram classificadas e comparadas em um grupo pré-pandemia e pandemia.
Resultados: No período pré-pandemia, o hospital registrou um total de 71.485 atendimentos com média de 194,78 ± 49,74 atendimentos diários, e no grupo pandemia, um total de 41.791 com média de 114,18 ± 43,12 atendimentos diários, redução de 41,4%. Uma diminuição significativa de 16,4% (p<0,001) foi observada na prevalência de conjuntivite aguda e um aumento significativo de 6,4% (p<0,01) na prevalência de corpo estranho da córnea. Foi identificada uma correlação negativa entre a taxa de mortalidade do COVID-19 e as taxas de visita ao pronto-socorro.
Conclusão: Esta análise de um ano mostrou uma redução de 41,4% nas visitas ao pronto-socorro, e uma diminuição significativa nas conjuntivites agudas. A mudança nos hábitos de higiene e o distanciamento social poderiam explicar essa redução, e o aumento da prevalência de traumas corneanos. Achados destacam a necessidade de medidas preventivas e educativas durante os períodos restritivos.
Keywords: SARS-CoV-2; COVID-19; Infecções por coronavírus; Pandemias; Serviços médicos de emergência; Trauma ocular.
Abstract
Objetivo: Identificar manifestações oculares em pacientes na fase crônica da febre Chikungunya e descrever seu perfil sociodemográfico.
Métodos: Estudo transversal com a inclusão de pacientes com confirmação sorológica de febre Chikungunya. Todos os pacientes foram submetidos a exame oftalmológico completo, incluindo testes específicos de função lacrimal (teste de ruptura do filme lacrimal, teste de Schirmer e teste da lissamina verde).
Resultados: Foram avaliados 64 olhos de 32 pacientes. A maioria dos pacientes eram do sexo feminino (71,9%) e a idade média foi 50,0 ± 13,7 anos. O intervalo médio entre a confirmação sorológica e o exame oftalmológico foi de 12,7 ± 7,7 meses. Vinte pacientes (62%) apresentaram olho seco. Não houve significância estatística na associação entre olho seco e o tempo de diagnóstico da infecção (p=0,5546), idade (p=0,9120), sexo (p=1,00), raça (p=0,2269), artralgia durante a infecção aguda (p=0,7930), dor retro-orbitária (p=0,3066) e conjuntivite (p=1,00).
Conclusão: A presença de olho seco foi a manifestação mais prevalente observada. Não foram observados sinais de inflamação intraocular ou baixa acuidade visual.
Keywords: Febre Chikungunya; Vírus Chikungunya; Síndromes do olho seco; Infecções oculares virais; Infecção por Arbovírus; Manifestações oculares.
Abstract
OBJETIVOS: o principal objetivo deste estudo foi descrever pacientes com achados vasculares retinianos temporalmente relacionados à vacinação contra COVID-19. Com maior notificação de possíveis eventos adversos similares, esperamos compreender a real dimensão e relevância do que foi apresentado.
MÉTODOS: Onze pacientes com queixas visuais após vacinação contra COVID-19 foram estudados. Os dados analisados foram: idade, gênero, tipo de vacinação, tempo de aparecimento de sintomas, achados sistêmicos, antecedentes pessoais, acuidade visual com melhor correção, biomicroscopia e imagem retiniana multimodal (retinografia colorida, red-free, SD-OCT, OCTA e angiofluoresceinografia). Os critérios de inclusão foram a presença de alterações oftalmológicas ocorridas dentro de 30 dias após a primeira ou segunda dose de qualquer vacina contra COVID-19.
RESULTADOS: Onze pacientes foram incluídos: 5 com oclusão arterial (45,4%), 4 com oclusão venosa (36,4%) e 2 (18,2%) com alterações não específicas vasculares sugestivas de isquemia retiniana como exsudatos algodonosos. A idade média dos pacientes foi de 57 anos (DP=16; com intervalo de 27 a 84 anos). A média de tempo de aparecimento de sintomas após a vacinação foi de 10 dias (DP=5,4; com intervalo de 3 a 16 dias). Nove dos onze pacientes eram do sexo feminino (81,8%). Fatores de risco sistêmicos foram observados em 36,4% dos pacientes. Dois pacientes tiveram sintomas neurológicos e visuais, com oclusão arterial. 36,4% dos pacientes tiveram infecção prévia por COVID-19 no último ano. Sete pacientes (63,6%) receberam a vacina ChAdOx1 nCoV-19 (AZD1222).
CONCLUSÕES: nossos dados sugerem que eventos retinianos temporalmente relacionados à vacinação contra COVID-19 são possíveis, porém raros. A relação entre estes eventos pós-vacinais exigem futura atenção antes de maiores conclusões.
Keywords: COVID-19; Infecções por coronavírus; Vacina; Oclusão arterial; Oclusão venosa; Síndrome de Susac
Abstract
Objetivo: Investigar sintomas oculares subjetivos e medir a secreção lacrimal objetivamente em pacientes com diagnóstico confirmado da doença coronavírus 2019 (COVID-19).
Métodos: Vinte e quatro pacientes que sobreviveram à infecção pela COVID-19 e 27 controles saudáveis foram incluídos neste estudo transversal prospectivo. Citologia de impressão da conjuntiva, teste de Schirmer, tempo de separação do filme lacrimal, pontuações de coloração da córnea foram aplicados a todos os participantes.
Resultados: Concluiu-se que não houve diferença significativa em relação ao gênero e idade média entre os dois grupos (p=0,484 e p=0,599, respectivamente). A análise dos resultados da citologia de impressão da conjuntiva revelou que a densidade das células do cálice diminuiu, enquanto os linfócitos e neutrófilos aumentaram nos pacientes do grupo COVID-19 quando comparados com os do grupo controle. Quando a classificação de Nelson foi aplicada às amostras de citologia de impressão da conjuntiva, determinou-se que 25% dos pacientes do grupo COVID-19 e 14,8% dos pacientes do grupo controle apresentaram alterações consistentes com grau 2 ou superior. O tempo médio de separação do filme lacrimal, teste de Schirmer e os resultados das pontuações de coloração da córnea foram determinados, diferindo entre o grupo COVID-19 e o grupo controle (p=0,02, p<0,001, and p=0,003, respectivamente).
Conclusões: As análises realizadas neste estudo revelaram as alterações conjuntivais patológicas de pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19 e mostraram que é possível que alterações patológicas da superfície ocular ocorram mesmo no final da infecção pela COVID-19, sem a ocorrência de manifestações oculares clínicas significativas.
Keywords: Infecções por coronavirus; COVID-19; SARS-CoV-2; Manifestações oculares; Lágrimas.
Abstract
Objetivo: Avaliar a frequência dos sintomas oftalmológicos, neurológicos e sistêmicos mais comuns em pacientes sintomáticos atendidos no serviço de triagem de COVID-19 do Hospital das Clínicas da UFPE.
Métodos: Cento e quatro pacientes com suspeita clínica de infecção por Sars-Cov-2 foram submetidos a avaliação médica e aplicação de questionário sobre a sintomatologia oftalmológica, neurológica e sistêmica. Todos os participantes do estudo tiveram exame de RT-PCR para COVID-19 solicitado.
Resultados: A média de idade foi de 38,8 anos, com 44,23% entre 31 e 40 anos. Mulheres corresponderam a 68,27% dos atendimentos e homens a 31,73%. Os sintomas mais frequentes nos pacientes com RT-PCR positivo foram: tosse (69,23%), febre (42,3%), mialgia (38,46%), hiposmia (38,46%), e ageusia (30,77%). Neste grupo, os sintomas oftalmológicos estiveram presentes em 34,61%, sendo: ardor (19,23%), dor ocular (11,54%), sensação de corpo estranho (7,7%), hiperemia (7,7%) e lacrimejamento (3,84%) os mais encontrados.
Conclusões: O quadro clínico sistêmico foi característico de infecção respiratória alta, porém os achados neurológicos de hiposmia e anosmia mostraram-se importantes marcadores para a suspeição dos casos de infecção por COVID-19. Os sintomas oftalmológicos dos pacientes com COVID-19 foram semelhantes aos presentes em outros quadros virais, podendo preceder o quadro sistêmico. Houve uma alta taxa de automedicação para os sintomas gerais quando comparado ao quadro oftalmológico.
Keywords: COVID-19; Infecções por coronavírus; SARS-CoV-2; Manifestações oculares; Triagem
Abstract
PURPOSE: To describe the ophthalmological findings of dry eye disease and its relation to the quality of life of COVID-19 survivors.
METHODS: COVID-19 survivors who had previously been hospitalized at Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto complex underwent an ophthalmological evaluation, which included a dry eye disease questionnaire, break-up time, fluorescein staining, and Schirmer test. We collected the presenting and best-corrected visual acuity, sociodemographic data, personal medical history, and scores from a self-reported quality of life questionnaire (WHOQOL-bref). According to the severity of the acute phase of the disease, the patients were classified into mild-to-moderate, severe, and critical groups.
RESULTS: Ninety-five patients (190 eyes) were evaluated 100 ± 44 days after the onset of COVID-19 symptoms. Of these, 83 patients (87.3%) completed the WHOQOL-bref questionnaire. Ten patients (12.0%) had mild-to-moderate COVID-19, 41 (49.4%) had severe COVID-19, and 32 (38.6%) had critical COVID-19. The median best-corrected visual acuity was logMAR 0 (0-1). Approximately 26.3% patients had a history of dry eye disease or severe dry eye symptoms (frequent or constant ocular dryness and irritation). There was an association between the proportion of patients with dry eye disease and the quality of life (p=0.014) and health (p=0.001). Furthermore, there was a significant trend between the proportion of patients with dry eye disease and how they rated their health and quality of life (p=0.0004 and 0.0027, respectively.
CONCLUSIONS: There is a significant negative correlation between the proportion of patients with dry eye disease and their self-reported quality of life.
Keywords: COVID-19; Coronavirus infections; SARS-CoV-2; Eye diseases; Epidemiology; Ocular surface; Public health
Abstract
A manifestação oftálmica mais frequentemente relatada da infecção por SARS-CoV-2 é a conjuntivite. Trata-se de estudo de caso de retinopatia tipo Purtscher em uma paciente com coagulopatia grave associada ao COVID-19. Uma jovem com múltiplas comorbidades foi admitida por síndrome do desconforto respiratório agudo relacionado ao COVID-19. Seu quadro foi complicado pela fungemia. O exame oftálmico revelou pólo posterior bilateral, lesões intraretinianas e o fluconazol foi adicionado para tratar a retinite fúngica presumida. No decorrer de uma semana, manchas largas peripapilares de algodão e hemorragias sugestivas de retinopatia tipo Purtscher foram observadas. Os dímeros D, o fibrinogênio e a proteína c-reativa estavam acentuadamente elevados antes da nossa consulta, indicando um estado pró-trombótico e pró-inflamatório precedente. O duplex venoso subsequente revelou trombose venosa profunda nas veias subclávia direita e jugular interna. Os índices de fatores von Willebrand estavam marcadamente elevados, sugerindo coagulopatia grave associada ao COVID-19. A retinopatia tipo Purtscher, uma microangiopatia oclusiva rara foi descrita em várias condições pró-inflamatórias e pró-trombóticas. Para nosso conhecimento, este é o primeiro relatório de retinopatia tipo Purtscher com coagulopatia associada ao COVID-19.
Keywords: Doença retiniana; Infecção por coronavírus; Síndrome respiratória aguda grave; Relato de caso.
Abstract
Reportamos o caso de homem previamente hígido, 48 anos, com paralisia isolada do nervo abducente 18 dias após infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) confirmada por reação cadeia polimerase de transcriptase reversa. A principal queixa do paciente na admissão era diplopia. O exame ocular revelou paralisia do sexto nervo craniano do olho esquerdo. Esotropia incomitante no exame inicial media 30 dioptrias prismáticas. Abdução estava limitada com adução completa no olho esquerdo. O paciente foi submetido a investigação clínica e neurológica com exame de neuroimagem, incluindo análise de amostra do líquido cefalorraquidiano para descartar causas infecciosas. Optou-se por abordagem conservadora com terapia ortóptica e prisma de Fresnel. Oito meses após a infecção pelo COVID-19, o paciente evoluiu com regressão do estrabismo e informou recuperação completa do quadro. Este relato sugere que paralisia isolada do nervo abducente causada por SARS-CoV-2 pode melhorar com abordagem conservadora.
Keywords: Infecções por coronavirus; Doenças do nervo abducente; Estrabismo; Vírus da SARS; Transtornos da motilidade ocular; Humanos; Relatos de casos
Abstract
As manifestações neurológicas de COVID-19 não são bem compreendidas. Relatamos o caso de um homem febril de 44 anos que apresentou visão dupla e dor de cabeça dois dias após os sintomas iniciais de fadiga, fraqueza muscular generalizada e perda de apetite. O paciente foi posteriormente diagnosticado com COVID-19 e paresia transitória do nervo abducente, não apresentando sintomas respiratórios ou achados neurológicos específicos adicionais. Como o número de casos tem aumentado em todo o mundo, sugerimos que os médicos tenham um índice de suspeita maior para COVID-19 em pacientes com neuropatias cranianas, mesmo em casos leves sem sintomas respiratórios típicos.
Keywords: Diplopia; Síndrome Respiratória Aguda Grave; Oftalmoplegia; Infecção por coronavírus; Doença do nervo abducente; SARS-CoV-2; Pandemia; Humanos; Relato de caso
Abstract
A ceratite bacteriana causada por cepas multirresistentes de Pseudomonas aeruginosa é um desafio terapêutico, devido à disponibilidade limitada de antimicrobianos e à rápida progressão para necrose e perfuração da córnea. O objetivo deste artigo é relatar o uso de colistina tópica e tarsorrafia cirúrgica em um caso de ceratite por Pseudomonas aeruginosa amplamente resistente a medicamentos em um paciente com pneumonia grave por COVID19. Um homem de 56 anos foi internado em uma unidade de terapia intensiva com sintomas clínicos de pneumonia grave por COVID19. Durante sua permanência na unidade de terapia intensiva, o paciente desenvolveu uma ceratite rapidamente progressiva, cuja cultura foi positiva para Pseudomonas aeruginosa resistente a todos os antimicrobianos, exceto colistina. Devido ao fechamento incompleto da pálpebra, foi realizada uma tarsorrafia temporária e foi instituído um esquema de colistina tópica em doses decrescentes. Após cinco semanas, a resolução completa da ceratite foi alcançada. Pseudomonas aeruginosa amplamente resistente a medicamentos é uma causa incomum de ceratite bacteriana. Este relato descreve o uso seguro e eficaz da colistina tópica em um caso com comprometimento corneano grave.
Keywords: Ceratite; Infecção ocular bacteriana; Resistência a medicamento; Infecção por pseudomonas; Colistina; Genes MDR; COVID-19.
Abstract
Paciente feminina de 38 anos com queixa de fotopsias e perda visual indolor em seu olho direito 2 semanas após ter recebido a primeira dose de vacina de vírus inativo para COVID-19 (Sinovac/China National Pharmaceutical Group). Ao exame Oftalmológico, apresentava padrão granular macular, múltiplas lesões cinza-esbranquiçadas no polo posterior, associado à reação vítrea inflamatória. O diagnóstico de múltiplos pontos brancos evanescentes foi realizado após análise multimodal. A paciente foi tratada com corticosteroides sistêmico e evoluiu com melhora da acuidade visual e do quadro clínico.
Keywords: Múltiplos pontos brancos/diagnóstico; COVID-19; Infecção por coronavirus; Vacina; Vacinação; Corticosteroides
Abstract
Este relato apresenta o caso de um paciente com diagnóstico de doença por coronavírus de 2019 (COVID-19) que, em diferentes momentos, desenvolveu oclusão de ramos da veia retiniana em ambos os olhos. Um paciente do sexo masculino de 48 anos foi admitido no hospital com sintomas de COVID-19 leve e a presença do coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) foi constatada através de um teste de reação em cadeia de polimerase. Dois meses após o diagnóstico, uma fundoscopia revelou a oclusão de um ramo da veia retiniana em seu olho esquerdo e constatou-se uma acuidade visual de 20/100 no mesmo olho. No terceiro mês de tratamento, os mesmos sintomas desenvolveram-se no olho direito e foi diagnosticada a oclusão de um ramo da veia retiniana. Constatou-se uma acuidade de 10/100 no olho direito. Após o tratamento, a acuidade visual aumentou para 40/100 no olho direito e 30/100 no olho esquerdo. O desenvolvimento de oclusões de ramos da veia retiniana pode ser observado em casos leves de COVID-19, que desencadeia microangiopatia viral e hipercoagulação. Os médicos devem estar altamente vigilantes para uma avaliação da retina em pacientes com perda de visão devido a uma história de COVID-19 leve.
Keywords: Oclusão da veia retiniana; Infecções por coronavírus; COVID-19; SARS-CoV-2
Abstract
Staphylococcus hominis (S. hominis) é um estafilococo coagulase-negativo e uma causa pouco frequente de endoftalmite. Devido à sua capacidade de produzir biofilme, especialmente em pacientes diabéticos, cepas dessa bactéria podem adquirir resistência a antibióticos. Este relato apresenta dois casos de endoftalmite por S. hominis: um de endoftalmite aguda após injeção intravítrea de bevacizumabe e outro de endoftalmite crônica após trauma ocular penetrante não diagnosticado. Embora existam apenas quatro casos de endoftalmite por S. hominis publicados na literatura, até onde sabemos não houve nenhum caso publicado anteriormente após bevacizumabe intravítreo.
Keywords: Endoftalmite; Infecção ocular bacteriana; Staphylococcus hominis/isolamento & purificação; Bevacizumab; Injeção intravítrea; Humanos; Relato de caso.
Abstract
Rever se o COVID- 19 é transmitido através da superfície ocular e seus sintomas e sinais na doença ocular. Dado que o COVID-19 é transmitido por gotículas de ar e contato próximo, também analisaremos, também, as condições às quais os oftalmologistas e as clínicas oftalmológicas devem prestar atenção a fim de evitar a transmissão da doença. Embora alguns autores tenham argumentado que a transmissão de COVID-19 não pode ocorrer através da superfície ocular, a maioria dos autores acredita que a superfície ocular é uma via potencial de transmissão. Até à data, foram notificados, muito raramente, sinais e sintomas oculares em doentes com COVID- 19. No entanto, há relatos de casos de conjuntivite como sendo, raramente, o primeiro e único sintoma clínico da doença. Além disso, a baixa positividade do RNA coronavírus pode ser detectada nas amostras da superfície ocular. São necessárias mais investigações clínicas laboratoriais sobre se a superfície ocular é uma das vias de transmissão através das quais o SARS-COV-2 penetra no corpo humano.
Keywords: Infecções por coronavirus; Coronavirus; COVID-19; SARS-CoV-2; Conjuntivite; Manifestações oculares; Transmissão de doença infecciosa
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