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Abstract
OBJETIVO: Investigar o efeito do glaucoma pseudoexfoliativo sobre a espessura da coroide em comparação com indivíduos saudáveis e com glaucoma primário de ângulo aberto.
MÉTODOS: Este estudo prospectivo e randomizado incluiu 30 pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto e 30 com glaucoma pseudoexfoliativo, com características demográficas semelhantes e 30 olhos de 30 indivíduos saudáveis compuseram o grupo controle. Imagens da área macular e do nervo óptico foram obtidas usando um tomógrafo por coerência óptica no domínio espectral do modelo Cirrus HD, juntamente com medições da espessura da coroide na área macular através do modo de imagem de profundidade realçada.
RESULTADOS: Os valores de idade, sexo e comprimento axial foram semelhantes nos três grupos (p>0,05). Os grupos de glaucoma primário de ângulo aberto e de glaucoma pseudoexfoliativo tinham níveis comparáveis de lesões glaucomatosas. Os valores médios da espessura subfoveal da coroide nos grupos do glaucoma primário de ângulo aberto, glaucoma pseudoexfoliativo e de controle foram 271,80 ± 19,96 µm, 241,43 ± 32,47 µm e 268,03 ± 24,50 µm, respectivamente. O grupo glaucoma pseudoexfoliativo apresentou os menores valores de espessura de coroide dos três grupos (valores de p: pseudoexfoliativo-controle: 0,001; pseudoexfoliativo-glaucoma primário de ângulo aberto: <0,001, controle de glaucoma primário de ângulo aberto: 0,516; teste de tde amostras independentes).
CONCLUSÃO: A coroide na área macular era mais fina em pacientes com glaucoma pseudoexfoliativo, quando comparada com indivíduos saudáveis e pacientes com glaucoma de ângulo aberto com graus similares de lesão glaucomatosa.
Keywords: Síndrome de exfoliação; Glaucoma de ângulo aberto; Coroide; Tomografia de coerência óptica; Pressão intraocular
Abstract
Objetivo: Avaliar as espessuras internas da retina e da coroide em pacientes com retinite pigmentosa precoce.
Métodos: Foram analisadas imagens de tomografia de coerência óptica de domínio espectral de 35 pacientes com retinite pigmentosa e 40 indivíduos saudáveis. Medimos a espessura do complexo de células maculares e ganglionares. Realizamos medições da espessura da coroide na região subfoveal e a 500 µm, 1000 µm e 1500 µm do centro da fóvea.
Resultados: Pacientes com retinite pigmentosa apresentaram espessuras maculares e da coroide significativamente mais finas em todas as medições e suas medidas individuais da espessura do complexo de células ganglionares foram inferiores às de indivíduos saudáveis. A espessura média do complexo de células ganglionares foi significativamente menor nos pacientes com retinite pigmentosa do que nos controles. A espessura macular média foi significativamente correlacionada com as espessuras médias do complexo das células de coroide e das células ganglionares médias. Não encontramoscorrelação entre a espessura media da coroide e a espessura media do complexo de células ganglionares.
Conclusões: A coroide foi levemente afetada em nossos pacientes com retinite pigmentosa precoce. A tendência à significância na retina interna foi possivelmente causada por uma boa acuidade visual.
Keywords: Coroide/anatomia & histologia; Retina/anatomia & histologia; Células ganglionares da retina; Retinite pigmentosa; Tomografia de coerência óptica
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