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Abstract
Objetivo: Descrever os achados clínicos e as modalidades de tratamento da hipotonia persistente após trabeculectomia primária com mitomicina C. Método: Foram retrospectivamente analisados 9 olhos com hipotonia persistente, a qual foi definida como pressão intra-ocular igual ou menor que 5 mmHg por mais que 2 meses. Resultado: Tempo médio de duração da hipotonia foi de 7.4 meses, desvio padrão ± 6.7 meses. Complicações associadas à hipotonia incluíram descolamento de coróide (2 olhos), maculopatia (5 olhos). Todos os pacientes que desen-volveram maculopatia eram relativamente novos (idade media de 37 anos, desvio padrão ±16). Tratamentos incluíram lente de contato, injeção autóloga de sangue, facoemulsificação, re-sutura do retalho escleral, e concha de Simmons. Após tratamento, houve melhora da pressão intra-ocular (PIO) em todos os pacientes (média final da PIO= 11.1 mmHg, desvio padrão ±3.51, média da PIO no 1° dia = 3 mmHg, desvio padrão ±1.7). Na última visita, a acuidade visual (AV) permaneceu constante em 3 olhos, piorou em 2 olhos ( piora de 2 linhas de Snellen). Houve melhora da AV em 4 olhos (1 a 4 linhas de Snellen). Foi realizada facoemulsificação em 3 olhos dentre aqueles em que houve melhora da acuidade visual. Conclusão: Hipotonia pós-trabeculectomia com mitomicina C pode ser reversível com possível melhora da visão.
Keywords: Glaucoma; Trabeculectomia; Mitomicina C; Hipotonia
Abstract
OBJETIVO: Avaliar e relacionar os achados clínico-radiológicos da mucocele orbitária. MÉTODOS: Análise clínica e de imagem referente a 166 pacientes com lesões expansivas da órbita examinadas com o tomógrafo Somaton DR da marca Siemens de terceira geração num período de 10 anos consecutivos em Hospital Universitário de referência. RESULTADOS: Os achados clínicos mais comuns foram tumoração e proptose do globo ocular. À tomografia computadorizada, o achado típico foi de massa com baixa densidade, originando-se em seios paranasais, com destruição óssea adjacente, invasão da órbita e deslocamento do globo ocular. CONCLUSÃO: O desenvolvimento da tomografia computadorizada foi decisivo no estudo da órbita pois propicia, por meio de exame radiológico altamente especializado, imagens de incrível fidelidade anatômica revelando informações sobre o processo patológico como sua localização, sua relação com as estruturas adjacentes e sua vascularização.
Keywords: Mucocele; Órbita; Órbita; Tomografia computadorizada por raios x; Exoftalmia; Neoplasias orbitárias
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