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Abstract
Relato de caso de um paciente com telangiectasia justafoveal idiopática (TJI) tipo 1A, no olho direito, submetido a 4 mg de triancinolona intravítrea. O resultado foi avaliado por meio da acuidade visual e da tomografia de coerência óptica. A acuidade visual e a espessura retiniana macular medida na tomografia de coerência óptica, antes da injeção intravítrea de triancinolona, foram respectivamente de 20/100 e 569 µm e, após três semanas do tratamento foram de 20/60 e 371 µm e na sexta semana de 20/100 e 614 µm. A estabilização da parede vascular obtida com injeção intravítrea de triancinolona proporciona melhora transitória da visão e do edema macular em olhos com TJI-1A. Não foi demonstrada nenhuma ajuda permanente à fotocoagulação prévia.
Keywords: Fóvea central; Fundo de olho; Neovascularização retiniana; Telangiectasia; Triancinolona; Tomografia de coerência óptica; Relatos de casos [tipo de publicação]
Abstract
As drogas anti-angiogênicas foram introduzidas recentemente no arsenal terapêutico das membranas neovasculares coroidais. O objetivo deste relato é descrever um caso de membranas neovasculares coroidais oculta com extenso descolamento do epitélio pigmentado da retina, tratada com bevacizumab (Avastin®) intravítrea. A eficácia da medicação foi avaliada por meio da acuidade visual e de exames complementares (angiografia fluoresceínica, videoangiografia com indocianina verde e tomografia de coerência óptica). Após três injeções intravítreas de bevacizumab, obteve-se uma resposta anatômica e visual satisfatória, denotando benefícios da droga, apesar do extenso descolamento do epitélio pigmentado da retina associada a membranas neovasculares coroidais oculta.
Keywords: Degeneração macular; Mácula lútea; Neovascularização coroidal; Neovascularização coroidal; Inibidores de angiogênese; Fatores de crescimento do endotélio vascular; Angiofluoresceinografia; Tomografia de coerência óptica; Feminino; Humanos; Idoso; Relatos
Abstract
Objetivo: Avaliar se o tempo de intervalo entre o diagnóstico do diabetes mellitus (DM) tipo 2 e o primeiro exame de fundo de olho está relacionado com a gravidade da retinopatia diabética (RD). Métodos: Inquérito realizado em 105 pacientes portadores de DM tipo 2 que foram referenciados para avaliação oftalmológica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Resultados: Quanto à classificação da RD, dos 105 pacientes, 15 (14,28%) não apresentavam sinais de RD e 90 (85,72%) demonstraram presença de sinais de RD ao exame de fundo de olho. Somente 15,23% dos pacientes avaliados foram examinados no primeiro ano do diagnóstico de DM. Sessenta pacientes foram submetidos à laserterapia, 46,66% relataram mal controle do DM. Quando examinados em até 5 anos de diagnóstico de DM, 36 (34,30%), pacientes, 58,33% não apresentaram sinais ou demonstravam sinais de RD grau leve e 22,20% RD proliferativa. Trinta pacientes receberam exame oftalmológico superior a 11 anos do diagnóstico de DM, 21,62% não apresentavam sinais de RD e 59,46% classificados com RD proliferativa. Conclusão: Este estudo demonstrou significância estatística na relação entre o intervalo de tempo do diagnóstico do DM tipo 2 e o primeiro exame de fundo de olho com a gravidade de RD.
Keywords: Diabetes mellitus; Retinopatia diabética
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