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Abstract
Objetivo: Avaliar a utilidade da autofluorescência do fundo de olho de pacientes diabéticos sem retinopatia para investigar lesões precoces na retina.
Métodos: Imagens de autofluorescência do fundo de olho de pacientes com diabetes mellitus do tipo 2 sem retinopatia (grupo diabético) e indivíduos saudáveis pareados por idade e sexo (grupo controle) foram registrados com uma câmera retiniana digital midriática CX-1 após exames oftalmológicos detalhados. O software MATLAB 2013a foi usado para medir a intensidade média do pixel e a largura média da curva da mácula e fóvea.
Resultados: Cinquenta e seis olhos de 28 pacientes, como o grupo diabético, e 54 olhos de 27 indivíduos saudáveis, como grupo controle, foram incluídos neste estudo. O índice médio de agregação foi de 168,32 ± 37,18 unidades de escala de cinza (gsu) no grupo diabético e em 152,27 ± 30,39 gsu no grupo controle (p= 0,014). O valor médio da intensidade de pixel na fóvea foi de 150,87 ± 35,83 gsu no grupo diabético e de 141,51 ± 31,10 gsu no grupo controle (p=0,060). O valor médio da largura da curva foi estatisticamente maior no grupo diabético do que no grupo controle (71,7 ± 9,2 vs. 59,4 ± 8,6 gsu, respectivamente; p= 0,03).
Conclusão: A análise por imagens de autofluorescência de fundo de olho revelou que pacientes diabéticos sem retinopatia apresentam alterações significativas de fluorescência. Portanto, uma técnica de imagem não invasiva, como a autofluorescência de fundo de olho, pode ser valiosa para a avaliação da retina de pacientes diabéticos sem retinopatia.
Keywords: Retinopatia diabética; Diabetes mellitus; Imagem óptica; Fundo de olho
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