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Abstract
Objetivo: Determinar o diâmetro horizontal corneano, a espessura corneana central e o comprimento axial de prematuros. Métodos: Crianças com peso de nascimento menor que 2.500 g ou idade gestacional menor que 36 semanas foram incluídas no estudo. Recém-nascidos com retinopatia da prematuridade (ROP) foram alocados no Grupo 1 (n=138), sem ROP foram alocados no Grupo 2 (n=236). Todos os bebês foram submetidos a exame oftalmológico completo, incluindo medida do diâmetro corneano, paquimetria, biometria e fundoscopia. O diâmetro horizontal corneano, a espessura corneana central e o comprimento axial dos grupos foram comparados. Teste de "Student" para amostras independentes foi utilizado na análise estatística. Resultados: Os dados foram obtidos a partir de 374 olhos de 187 crianças (102 meninas, 85 meninos). A idade gestacional média ao nascer foi de 30,7 ± 2,7 semanas (variação de 25 a 36 semanas). O peso médio ao nascer foi de 1.514 ± 533,3 g (variação de 750 a 1.970 g). A idade pós-menstrual média de exame foi de 40,0 ± 4,8 semanas. A idade gestacional e o peso médio do Grupo 1 eram estatisticamente inferiores aos do Grupo 2 (p<0,05). Não houve diferenças significativas no diâmetro horizontal da córnea, espessura corneana central e medidas de comprimento axial entre dois grupos (p>0,05). Conclusões: A presença de ROP em prematuros não altera o diâmetro da córnea horizontal, espessura corneana central e o comprimento axial.
Keywords: Córnea/anatomia & histologia; Retinopatia da prematuridade; Prematuro; Peso ao nascer; Idade gestacional
Abstract
Objetivo: Medir os comprimentos axiais dos componentes oculares e avaliar a relação com a idade gestacional, peso ao nascer e idade pós-menstrual em crianças nascidas prematuramente. Método: O olho direito de 361 crianças prematuras, que nasceram com menos de 36 semanas de gestação, foram avaliados. O peso ao nascer, semanas de gestação e gênero foram registrados. Um biômetro A-scan foi utilizado para a obtenção das medidas axiais da profundidade da câmara anterior, espessura do cristalino, comprimento vítreo e comprimento axial total. Resultados: A idade gestacional e os valores de peso ao nascimento variaram de 23 a 36 semanas e de 560 a 2.670 g, respectivamente. A idade gestacional e o peso ao nascer foram 30,8 ± 2,8 semanas e 1.497,9 ± 483,6 g. Ao primeiro exame (4 a 5 semanas de idade pós-natal), o peso ao nascimento e a idade gestacional dos recém-nascidos apresentaram correlação positiva, estatisticamente significativa, com a espessura do cristalino, comprimento vítreo e comprimento axial total (r>0,5 p<0,001), mas não com a profundidade da câmara anterior (r<0,5). O alongamento de comprimento vítreo e do comprimento axial total se correlacionaram significativamente com o aumento da idade pós-menstrual dos lactentes (r=0,669; p<0,001 e r=0,845; p<0,001, respectivamente). Conclusões: A espessura do cristalino, o comprimento vítreo e o comprimento axial total, mas não profundidade da câmara anterior, foram significativamente correlacionados com o peso ao nascimento e com a idade gestacional. Todos os quatro componentes aumentaram com a idade pós-menstrual, apresentando correlações mais elevadas do comprimento vítreo e comprimento axial total do que da profundidade da câmara anterior e espessura do cristalino. Concluiu-se que o alongamento axial resultou principalmente do aumento do comprimento da câmara posterior.
Keywords: Camada anterior; Comprimento axial do olho; Biometria; Idade gestacional; Infant; Premature; Peso ao nascer
Abstract
Objetivo: Investigar se o tratamento com zinco tem efeito protetor, no curto prazo (1 semana) e longo prazo (8 semanas), sobre os danos induzidos na glândula lacrimal por iodo radiotativo (RAI) em ratos. Métodos: Quarenta ratos foram divididos em dois grupos. No grupo RAI (n=20) foi administrada uma única dose de 3 mCi 131I e 1 cc de solução salina fisiológica durante 7 dias, por gavagem gástrica. O grupo zinco (n=20) recebeu uma dose única de 3 mCi 131I e 1 cc de solução salina fisiológica contendo sulfato de zinco na concentração de 10 mg/kg durante 7 dias por gavagem gástrica. Os testes de função lacrimal foram realizadas para todos os animais antes e após uma semana da administração da RAI. Em seguida, após 1 semana da administração, metade dos animais de cada grupo foi sacrificada e as glândulas lacrimais extraorbitais foram removidas para exame histopatológico. Os animais remanescentes dos grupos foram submetidos aos mesmos procedimentos após 8 semanas a radiação. Resultados: As médias de produção lacrimal foram de 3,75 ± 1,55 e 3,65 ± 1,53 mm na linha de base, 2,10 ± 1,07 e 3,30 ± 1,34 mm na 1a semana (p=0,004), e 3,22 ± 1,48 e 3,50 ± 1,78 mm na 8a semana, para os grupos RAI e zinco, respectivamente. As pontuações médias de coloração fluoresceína foram 4,65 ± 2,16 e 4,80 ± 2,21 no início do estudo, 7,85 ± 1,90 e 5,45 ± 2,06 na primeira semana (p=0,001), 5,44 ± 2,13 e 4,90 ± 2,08 pontos na 8a semana, para os grupos RAI e zinco, respectivamente. As alterações histopatológicas das glândulas lacrimais em 1 e 8 semanas foram consistentes com os testes de função lacrimal resultados. Conclusões: O tratamento de zinco parece ser protetor sobre os danos glândula lacrimal induzidos por RAI em ratos, especialmente no período agudo.
Keywords: Antioxidantes; Aparelho lacrimal; Radioisótopos do iodo; Zinco; Protetores contra radiação; Animais; Ratos
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