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Abstract
OBJETIVO: Avaliar a eficácia dos enxertos de conjuntiva no tratamento de bolhas filtrantes com vazamento após trabeculectomia. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de sete pacientes com bolhas filtrantes vazando que foram reparadas com enxertos de conjuntiva. Foi avaliada a eficácia deste procedimento em controlar o vazamento, manter pressão intra-ocular (PIO) satisfatória, manter profundidade satisfatória da câmara anterior, e preservar acuidade visual. RESULTADOS: Enxertos de conjuntiva aparentemente pararam o vazamento em 6 pacientes (85.7%), mantiveram PIO satisfatória em 5 pacientes (71.4%), mantiveram profundidade satisfatória da câmara anterior em todos os pacientes (n=7), e preservaram acuidade visual semelhante à antes do tratamento em 3 pacientes. CONCLUSÕES: O uso de enxertos de conjuntiva parece ser método efetivo para tratar bolhas filtrantes com vazamento, sem perder o controle da PIO.
Keywords: Glaucoma; Trabeculectomia; Conjuntiva; Conjuntiva
Abstract
OBJETIVO: Comparar o perfil microbiológico da microbiota de pessoas sadias, obtidas do esfregaço conjuntival, utilizando zaragatoa seca transportada no meio de Stuart e zaragatoa úmida transportada no tubo de ensaio vedado com algodão. MÉTODOS: Trata-se de estudo prospectivo, com amostras selecionadas aleatoriamente, realizado no Departamento de Oftalmologia e Patologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, no mês de agosto de 2006. Foram estudados 80 olhos normais de 40 indivíduos. No olho direito de cada paciente, foi realizada a coleta de material com a zaragatoa seca, armazenando-a no meio de transporte de Stuart, no qual todo o material microbiológico obtido fica imerso no meio e o tubo hermeticamente fechado. No olho esquerdo, o material conjuntival foi colhido com a extremidade de algodão da zaragatoa umedecida em solução salina a 0,9%, e armazenando-a no tubo de ensaio seco e estéril vedado com algodão. As amostras foram analisadas no prazo máximo de 2 horas após a coleta do material. RESULTADOS: Das 40 amostras coletadas com a zaragatoa úmida transportadas em tubo seco, foram identificadas bactérias em 10 (25%). Das 40 amostras coletadas com zaragatoa seca transportada em meio de Stuart, foram identificadas bactérias em 12 (30%). CONCLUSÃO: Os resultados do perfil microbiológico da microbiota normal conjuntival utilizando o meio de transporte da zaragatoa seca em meio de Stuart mostraram-se estatisticamente semelhantes (p= 0,85) ao comparar com o meio utilizando a zaragatoa úmida em tubo seco para semeaduras realizadas em até 2 horas após a coleta de material conjuntival.
Keywords: Bactérias; Conjuntiva; Meios de cultura; Infecções oculares bacterianas
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