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Foi pesquisada a presença de fungos na conjuntiva ocular de 23 pacientes com AIDS, 24 pacientes infectados pelo HIV, ambos de controle ambulatorial e 48 indivíduos HIV negativos, durante um ano, nos meses de fevereiro, abril, julho e outubro. O fungo mais isolado foi Penicillium sp, seguido de Aspergillus sp, Candida sp e Rhodotorula sp. Embora sem diferença significante, em todas as coletas foi verificado um crescimento maior de fungos na conjuntiva dos portadores de AIDS, seguido pelo grupo infectado pelo HIV e em menor número nos indivíduos HIV-negativos.
Keywords: Flora fúngica; Conjuntiva; AIDS; HIV
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Objetivo: Investigar picos de pressão intraocular em pacientes fácicos e pseudofácicos com glaucoma primário de ângulo aberto no teste de sobrecarga hídrica.
Método: Quarenta pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto foram avaliados; vinte eram fácicos e vinte eram pseudofácicos. Um olho (selecionado aleatoriamente) foi incluído no estudo, todos os pacientes foram submetidos às curvas da pressão intraocular imediatamente após o teste de sobrecarga hídrica.
Resultados: Observou-se uma diferença estatisticamente significante na média dos picos nas curvas da pressão intraocular para os pacientes fácicos e pseudofácicos (p=0,045). Houve diferença estatisticamente significante nos picos da pressão intraocular no teste de sobrecarga hídrica entre os grupos, sendo observados valores mais altos nos pacientes fácicos (p=0,004).
Conclusão: Os picos da pressão intraocular no teste de sobrecarga hídrica foram maiores no grupo fácico que no grupo pseudofácico.
Keywords: Glaucoma de ângulo aberto; Técnicas de diagnóstico oftalmológico; Água potável; Pressão intraocular
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OBJETIVO: Comparar a acuidade visual de longe e perto de pacientes submetidos à facoemulsificação binocular não simultânea com implante de lentes multifocais ou monofocais. MÉTODOS: Foram selecionados 20 pacientes com lentes multifocais bilaterais e outros 20 pacientes com lentes monofocais também bilaterais, com acuidade visual sem correção melhor ou igual a 0,63 (20/30), medidos separadamente, nos três primeiros meses de pós-operatório. Foi medida a acuidade visual para longe e perto com e sem correção e testes de sensibilidade ao contraste e ofuscamento. RESULTADOS: A acuidade visual sem correção para longe no grupo das monofocais teve média de 0,82 (DP± 0,16) e no grupo das multifocais, 0,94 (DP±0,12), valor de p 0,001. Os dois grupos de lentes tiveram visão com correção para longe igual a 1. No grupo das multifocais, 75% tiveram J1 e 100% tiveram J3 ou melhor sem correção. No grupo das lentes monofocais, 10% tiveram J1 e 70% tiveram J3 ou melhor sem correção. Não houve diferença significante na avaliação com o teste de sensibilidade ao contraste entre os grupos pesquisados. No teste de ofuscamento, os dois grupos tiveram redução da visão, que foi mais acentuada no grupo dos pacientes com lentes multifocais. CONCLUSÃO: A acuidade visual para longe com correção nos pacientes com implante multifocal foi semelhante a dos pacientes com implantes monofocais, embora a acuidade visual para perto no grupo em que foi implantado lente multifocal foi bastante superior ao grupo da lente monofocal. A sensibilidade ao contraste manteve-se semelhante nos dois grupos, já o ofuscamento ("glare test") no grupo multifocal foi maior que no grupo monofocal.
Keywords: Acuidade visual; Implante de lente intra-ocular; Lentes intra-oculares; Facoemulsificação; Adulto
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OBJETIVO: Avaliar a contaminação bacteriana da câmara anterior, após facoemulsificação não complicada, com tamanhos diferentes de incisões e lentes intra-oculares. MÉTODOS: Foi realizado estudo prospectivo randomizado, de 80 olhos de 80 pacientes, submetidos à facoemulsificação sob anestesia tópica, distribuídos aleatoriamente em dois grupos iguais. No grupo A foram alocados os pacientes submetidos à cirurgia com incisão de 3,0 mm, lente intra-ocular dobrável de silicone implantadas com injetor. No grupo B os pacientes foram submetidos à cirurgia com incisão de 5,8 mm e implante de lente intra-ocular de polimetilmetacrilato de peça única, com pinça. Ao final de cada cirurgia, uma amostra do líquido da câmara anterior foi colhida e semeada em meios de cultura para bactérias. RESULTADOS: A cultura do líquido da câmara anterior foi positiva em 2,5% dos casos do grupo A e em 5,0% do grupo B. Não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos (chi2 = 0, 380, p> 0,05). CONCLUSÃO: O implante de lente intra-ocular através de incisão menor, não resultou em menor contaminação da câmara anterior na cirurgia de facoemulsificação.
Keywords: Extração de catarata; Facoemulsificação; Implante de lente intra-ocular; Câmara anterior; Polimetilmetacrilato; Infecções oculares bacterianas
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OBJETIVO: Determinar a prevalência de olho seco em hansenianos do Hospital de Dermatologia Sanitária de Goiânia. MÉTODOS: A amostra do presente estudo incluiu 70 hansenianos, do Hospital de Dermatologia Sanitária de Goiânia, e 30 controles, da Fundação Banco de Olhos de Goiás, ambos localizados em Goiânia-GO. Foram realizados exame oftalmológico e testes de Schirmer I, "break-up time" (BUT) e rosa bengala em todos estes indivíduos em uma única avaliação. Para o diagnóstico de olho seco foi considerado o teste de Schirmer I menor ou igual a 5 mm e o rosa bengala grau II ou III, em pelo menos um olho. RESULTADOS: Quarenta e quatro (63,0%) hansenianos eram do sexo masculino e 22 (73,3%) controles, do sexo feminino (p=0,001). A idade média dos hansenianos foi de 61,1±12,5 anos e no grupo controle, 55,7±9,6 anos. Quinze (21,4%) hansenianos e quatro (13,3%) controles apresentaram diagnóstico de olho seco (p=0,429). A forma virchowiana (HV) (74,2%) da hanseníase foi a mais prevalente e o olho seco (66,7%) foi mais freqüente nesta forma clínica da doença. CONCLUSÃO: A prevalência de olho seco foi maior no grupo de hansenianos, apesar de não ter havido diferença significativa.
Keywords: Olho seco; Olho seco
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OBJETIVO: Avaliar prospectivamente os resultados das lentes intra-oculares de polímeros expansíveis implantadas em pacientes submetidos à facoemulsificação, quanto à incidência de opacificação de cápsula posterior, levando em consideração a biocompatibilidade das lentes expansíveis. MÉTODOS: O grupo de estudo foi composto por 830 pacientes, 1.200 olhos, que foram submetidos a facoemulsificação, utilizando a mesma técnica, variando-se apenas o diâmetro da capsulorrexe, pelo mesmo cirurgião, no período de 1998 a 2002, com implante de lente intra-ocular hidrofílica expansível. O acompanhamento médio foi de 2,4 anos, variando de seis meses a quatro anos. RESULTADOS: O número total de opacificação de cápsula posterior foi de 54 casos. CONCLUSÃO: A incidência de opacificação de cápsula posterior encontrada no grupo foi de 4,6%.
Keywords: Implante de lente intra-ocular; Lentes de contato hidrofílicas; Cápsula do cristalino; Acuidade visual; Facoemulsificação; Capsulorrexe
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OBJETIVO: Estudar a presença do Mycobacterium leprae na conjuntiva ocular e validar a baciloscopia de conjuntiva como teste diagnóstico e de acompanhamento da hanseníase. MÉTODOS: Foi realizado raspado de conjuntiva tarsal superior em 52 pacientes portadores de hanseníase recém-diagnosticados (26 multibacilares e 26 paucibacilares) no período de julho a setembro de 2004 na clínica Oculistas Associados de Brasília e foram analisados os resultados da baciloscopia de conjuntiva a fim de compará-la com a baciloscopia da linfa (padrão-ouro). RESULTADOS: A avaliação da correlação entre o índice baciloscópico da conjuntiva (IBC) e índice baciloscópico da linfa (IBL) medida pelo coeficiente de correlação linear de Pearson é 76,3% (p<0,01). O teste qui-quadrado de Pearson também evidenciou associação entre IBL e IBC (p<0,01). O índice k (medida de concordância kappa de Cohen) foi de 0,615 (p<0,01). Dos 26 casos com IBL positivos, 17 tinham IBC positivo, demonstrando uma sensibilidade do IBC de 65,4% (IC 95% - 0,519-0,690). Dos 26 casos de IBL negativo, 25 eram IBC negativo, revelando especificidade de 96,2% (IC 95% - 0,826-0,998). O valor preditivo positivo é de 94,4% e o valor preditivo negativo é de 73,5%. A acurácia do teste é de 80,8%. A razão de verossimilhança é 17. O tempo médio de negativação do bacilo no olho é de 5 meses (IC 95% - 3,57-6,43). CONCLUSÃO: Sugerimos a utilização da combinação de baciloscopia da linfa e baciloscopia de conjuntiva para confirmação do diagnóstico e classificação da hanseníase e da baciloscopia de conjuntiva para acompanhamento do tratamento poliquimioterápico na hanseníase.
Keywords: Hanseníase; Conjuntiva
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OBJETIVO: Investigar a microbiota fúngica de pacientes portadores de hanseníase residentes no hospital-colônia e seus comunicantes. MÉTODOS: Foram estudados por meio da cultura em meio de ágar-Saboraud-dextrose, o material do fórnice conjuntival, de sessenta e um pacientes portadores de hanseníase, residentes no hospital-colônia de Goiânia e 25 indivíduos que residiam ou trabalhavam com os referidos pacientes, no mínimo há cinco anos. RESULTADOS: Nos portadores de hanseníase foram isolados fungos da conjuntiva de 12 pacientes (19,67%), sendo o gênero Candida o mais isolado, e no grupo controle de 5 indivíduos (20%), em que o gênero mais isolado foi Penicillium spp. CONCLUSÃO: Candida foi o gênero predominante na flora conjuntival dos portadores de hanseníase: fato que poderia ser explicado pela imunodeficiência celular que estes pacientes apresentam, além do olho seco e uso prolongado de antibiótico.
Keywords: Infecções oculares fúngicas; Conjuntiva; Hanseníase
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OBJETIVO: Verificar a pressão intra-ocular (Po) em indivíduos usuários de análogos de prostaglandina, prostamida ou beta-bloqueador em portadores de glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular após leitura, exercício e exercício sob leitura. MÉTODOS: Quarenta indivíduos (79 olhos), subdivididos em 5 grupos: G1 (portadores de hipertensão arterial e glaucoma ou hipertensão ocular usando análogos de prostaglandinas ou prostamidas); G2 (portadores de hipertensão arterial e glaucoma ou hipertensão ocular usando beta-bloqueador); G3 (indivíduos sem hipertensão arterial e portadores de glaucoma ou hipertensão ocular em uso de análogos de prostaglandinas ou prostamidas); G4 (indivíduos sem hipertensão arterial e portadores de glaucoma ou hipertensão ocular em uso de beta-bloqueador) e G5 (indivíduos sem hipertensão arterial e sem glaucoma ou hipertensão ocular), tiveram a pressão intra-ocular verificada antes e após realizarem leitura, exercício e exercício sob leitura. Cada teste foi realizado em dia distinto e sempre no período vespertino. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significante na média da pressão intra-ocular inicial e final nos diferentes grupos do estudo quando submetidos à leitura, exercício e exercício sob leitura. CONCLUSÃO: Ler e fazer exercícios individualmente ou concomitantemente, não representa fator de agravo da pressão intra-ocular em portadores de glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular em usuários de análogos de prostaglandinas ou prostamidas ou beta-bloqueador.
Keywords: Glaucoma de ângulo aberto; Pressão intra-ocular; Leitura; Exercício; Hipertensão ocular; Prostaglandinas; Tonometria ocular
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OBJETIVO: Avaliar se a utilização por via oral do óleo de linhaça (Linum usitatissimum), que diminui a inflamação na artrite reumatóide, pode auxiliar no tratamento da ceratoconjuntivite seca de portadores da síndrome de Sjögren. MÉTODOS: Em estudo clínico randomizado, 38 pacientes do sexo feminino, com diagnóstico de artrite reumatóide ou lúpus eritematoso sistêmico associadas à ceratoconjuntivite seca e síndrome de Sjögren, provenientes do ambulatório de Reumatologia do Hospital Universitário da Universidade Federal do Amazonas, foram consecutivamente selecionadas. O diagnóstico de ceratoconjuntivite seca foi baseado em questionário para olho seco (Ocular Surface Disease Index - OSDI®), Teste I de Schirmer, tempo de quebra do filme lacrimal com fluoresceína e instilação do corante rosa bengala a 1%, com intensidade da impregnação da superfíce ocular quantificada pela escala de van Bijsterveld. Todas as pacientes tiveram a inflamação da superfície conjuntival avaliada e quantificada por interpretação de exame de citologia de impressão conjuntival antes do início e ao final do estudo. As pacientes foram divididas em três grupos: Grupo I (n=13), Grupo II (n=12) e Grupo III (n=13). O Grupo I recebeu cápsulas com dose final de 1 g/dia de óleo de linhaça, o Grupo II recebeu cápsulas com dose final de 2 g/dia de óleo de linhaça e o Grupo III - controle - recebeu cápsulas com placebo, por 180 dias. RESULTADOS: Comparando os resultados no início e no final do tratamento, foram verificadas mudanças estatisticamente significantes (p<0,05) nos sintomas medidos pelo OSDI®, na inflamação da superfície ocular quantificada pela citologia de impressão conjuntival e nos testes I de Schirmer e tempo de quebra do filme lacrimal com fluoresceína nos Grupos I e II, quando comparados ao Grupo-controle. CONCLUSÃO: Terapia oral com óleo de linhaça, em cápsulas na dose de 1 ou 2 g/dia, reduz a inflamação da superfície ocular e melhora os sintomas de olho seco em pacientes portadores da síndrome de Sjögren. Estudos de longo prazo são necessários para confirmar o papel desta terapia como auxiliar no tratamento da ceratoconjuntivite seca de portadores da síndrome de Sjögren.
Keywords: Síndromes do olho seco; Ceratoconjuntivte seca; Óleo de semente do linho; Ceratite; Síndrome de Sjögren; Lágrimas
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OBJETIVOS: Conhecer diferenças entre o número de células, área endotelial avaliada e erro amostral, comparando amostras endoteliais de uma única imagem endotelial, com amostras endoteliais constituídas pelo número de células e imagens, orientadas por software específico. MÉTODOS: Foi realizado estudo transversal, comparando as amostras endoteliais com e sem a intervenção do software. A amostra foi composta de 157 olhos. Foram criados 2 grupos: Grupo 1: composto pelos dados amostrais da primeira imagem dos exames; Grupo 2: composto pelos dados amostrais que consideram o número de imagens necessárias para que o exame seja considerado completo pelo software Cells Analyzer PAT. REC. (Grau de confiança 95% e erro relativo 0,05). Os dados amostrais comparados foram número de células contadas, área da amostra endotelial e erro amostral. Utilizou-se o teste t Student bicaudal, para amostras pareadas, com nível de 99% (p<0,01). RESULTADOS: 157 (52,69%) exames necessitaram de mais de uma imagem endotelial para que se superasse o número mínimo de células endoteliais necessárias. Evidenciou-se diferença estatisticamente significativa, do número de células das amostras endoteliais (p= 4x10-24), da área endotelial avaliada (p= 2x10-18) e do erro amostral (p= 1x10-21) entre o Grupo 1 e o Grupo 2. CONCLUSÃO: O estudo dos dados amostrais sem e com a intervenção do software Cells Analyser®, mostraram-se estatisticamente diferentes, com amostras maiores e erros amostra.
Keywords: Endotélio da córnea; Microscopia; Análise estatística; Software; Reprodutibilidade dos testes; Estudo comparativo
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