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Abstract
OBJETIVO: Descrever surto de endoftalmite por Pseudomonas aeruginosa após facectomia. Os achados clínicos, o tratamento e o resultado são discutidos. MÉTODOS: Revisão dos prontuários de quarenta e cinco pacientes tratados para endoftalmite em um período de dois dias. Todos os pacientes foram tratados por vitrectomia primária, irrigação da câmara anterior e injeção vítrea de antibióticos. Culturas do vítreo e de amostras de câmara anterior foram realizadas em todos os pacientes. RESULTADOS: Quarenta e cinco pacientes (23 homens e 22 mulheres) foram identificados. A idade média foi 71,2 anos (variação, 56-83 anos). O olho direito (62%) foi mais afetado do que o esquerdo (38%). O intervalo médio entre a cirurgia e a apresentação da endoftalmite foi de 5,5 dias (intervalo de 5-6 dias). A acuidade visual no momento do diagnóstico foi melhor que 20/40 em um paciente (2%), de 20/40 a 20/200 em um paciente (2%), de 20/400 para contar dedos em dois pacientes (4%), movimento de mão em onze pacientes (24%), percepção de luz em trinta pacientes (68%). Pseudomonas aeruginosa foi o agente isolado em 26 amostras de vítreo e em três amostras da câmara anterior. No geral, um paciente (2%) obteve acuidade visual final melhor que 20/40, oito pacientes (18%) obtiveram acuidade visual final de 20/40 a 20/200, seis pacientes (13%) obtiveram acuidade visual final de 20/400 para contar os dedos; onze pacientes (25%) obtiveram acuidade visual final de movimento de mão; treze pacientes (29%) obtiveram acuidade visual final de percepção de luz e seis (13%) pacientes não havia percepção luminosa no último exame. Nenhum olho foi submetido à evisceração ou enucleação em três meses de acompanhamento. CONCLUSÃO: Mesmo com toda a segurança da cirurgia de catarata nos dias atuais, endoftalmite permanece um risco e uma complicação temível deste procedimento. No presente estudo não foi possível identificar a fonte do surto.
Keywords: Facoemulsificação; Endoftalmite; Pseudomonas aeruginosa; Vitrectomia; Infecções por pseudomonas; Contaminação de equipamentos
Abstract
Os autores descrevem um caso clínico de uma criança caucasiana, 5 anos do sexo feminino, com maculopatia torpedo. Ao exame oftalmológico apresentava uma acuidade visual corrigida de 10/10 e sem alterações à biomicroscopia. À fundoscopia apresentava uma lesão oval isolada, esbranquiçada, atrófica, unilateral, de margens bem definidas no setor temporal da região macular. Avaliações posteriores documentaram a estabilidade da lesão. O diagnóstico da maculopatia torpedo baseia-se na sua forma característica e localização peculiar. É importante o diagnóstico diferencial com lesões da coroideia (melanoma e nevo), hiperplasias congênitas ou iatrogênicas do epitélio pigmentado da retina (EPR) e com lesões congênitas associadas à síndrome de Gardner.
Keywords: Epitélio pigmentado ocular; Doenças retinianas; Macula lutea; Acuidade visual; Neoplasias oculares; Humanos; Feminino; Criança; Relato de caso
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