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Abstract
O autor descreve os aspectos epidemiológicos, histopatológicos e clínicos da endoftalmite endógena por Candida albicans. Apresenta ainda novos métodos diagnósticos e opções terapêuticas utilizadas no tratamento das infecções fúngicas intra-oculares, por meio de revisão bibliográfica.
Keywords: Endoftalmite; Candida albicans; Infecções oculares fúngicas
Abstract
Os autores descrevem um caso de endoftalmite endógena por Candida albicans, em recém-nascido prematuro, refratária ao tratamento com anfotericina B endovenosa e que apresentou resolução com o uso do fluconazol endovenoso. Ressaltam ainda os aspectos clínicos da endoftalmite endógena por Candida albicans por meio de revisão da literatura.
Keywords: Candidíase; Endoftalmite; Infecções oculares fúngicas; Prematuro; Candida albicans; Fluconazol
Abstract
OBJETIVO: Descrever os principais fatores intervenientes observados durante a aquisição e análise do exame de eletrorretinograma multifocal (ERGmf), que afetam o registro gráfico das ondas obtidas e portanto sua análise. MÉTODOS: Análise dos fatores de erro observados durante a aquisição de 100 exames seqüenciais de eletrorretinograma multifocal, realizados com o Reti System da Roland Consult, no período de maio a julho de 2005. Os exames de eletrorretinograma multifocal foram realizados conforme recomendações internacionais, respeitando-se os parâmetros preestabelecidos do equipamento, com 61 elementos, e ângulo visual de 30º. Todos os pacientes foram submetidos à avaliação oftalmológica completa, excluindo-se aqueles com transparência inadequada de meios, córneas planas e os incapazes de visualizar as linhas de fixação. RESULTADOS: Os fatores intervenientes, que poderiam causar erros na interpretação dos resultados obtidos, observados e corrigidos durante a realização dos exames foram: fixação excêntrica, movimentação dos olhos, contração do orbicular, contração da musculatura cervical, não-correção adequada, não-transparência adequada do eletrodo corneano, deslocamento do eletrodo em geral para baixo, descentralização do suporte da lente corretora, distância inadequada paciente-monitor em pacientes com alta ametropia, altura inadequada dos olhos em relação ao centro da tela, ruído na freqüência de 60 HZ (rede elétrica) e de campo eletromagnético, impedâncias elevadas. No processamento das ondas, a utilização excessiva de filtros para remoção de ruídos dos registros obtidos, pode interferir na análise dos resultados obtidos. CONCLUSÕES: Cuidados simplesmente observacionais durante a aquisição dos sinais são de importância significativa para a obtenção de registros com boa morfologia e baixo nível de ruído. Permitindo, por meio de sua pronta correção, a análise correta e adequada da amplitude e do tempo implícito dos picos N1 e P1, fundamentais para a corroboração diagnóstica de lesões ou afecções retinianas.
Keywords: Doenças retinianas; Eletrorretinografia; Retina; Potenciais evocados visuais; Erros de diagnóstico
Abstract
OBJETIVO: Determinar o grau de deficiência visual em crianças com tumores da via óptica incapazes de informar a acuidade visual de reconhecimento.
MÉTODO: A acuidade visual de grades, em logMAR, foi estimada por potenciais visuais evocados de varredura em crianças com tumores das vias ópticas. O déficit da acuidade visual de grades binocular foi calculado em relação ao valor mediano normativo esperado para a idade e a deficiência visual, classificada como leve (0,10 a 0,39 logMAR), moderada (0,40 a 0,79 logMAR) ou grave (≥0,80 logMAR). Diferenças inter-oculares foram calculadas por subtração e consideradas aumentadas se >0,10 logMAR.
RESULTADOS: Foram avaliadas 25 crianças (13 meninos; média de idade ± DP=35,1± 25,9 meses; mediana=32,0 meses) com tumores da via óptica (24 gliomas e 1 tumor embrionário) localizados particularmente na transição hipotalâmico-quiasmática (n=21; 84,0%) e com anormalidades visuais detectadas pelos pais (n=17; 68,0%). A média do déficit da acuidade de grades foi 0,60 ± 0,36 logMAR (mediana=0,56 logMAR). Observou-se deficiência visual leve em 10 (40,0%), moderada em 8 (32,0%) e grave em 7 (28,0%), além de aumento da diferença interocular da acuidade visual (n=16; 64,0%). As principais alterações oftalmológicas encontradas foram: nistagmo (n=17; 68,0%), aumento da escavação do disco óptico e/ou palidez (n=13; 52,0%), estrabismo (n=12; 48,0%) e comportamento visual pobre (n=9; 36,0%).
CONCLUSÃO: Em crianças com tumor da via óptica e incapazes de responder aos testes de acuidade visual de reconhecimento, foi possível quantificar deficiência visual por meio dos potenciais visuais evocados de varredura e avaliar a diferença interocular da acuidade visual de grades. A gravidade do déficit da acuidade visual de grades relacionado à idade e a diferença interocular da acuidade visual de grades foram congruentes com alterações oftalmológicas e neuroimagem. O déficit da acuidade visual de grades foi útil à caracterização do estado visual em crianças com tumores da via óptica e ao embasamento da assistência neuro-oncológica.
Keywords: Transtornos da visão; Potenciais evocados visuais; Acuidade visual; Vias visuais; Glioma do nervo óptico; Criança
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