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Abstract
OBJETIVO: Descrever os aspectos morfológicos da mácula em pacientes com retinopatia da prematuridade (ROP). MÉTODOS: Doze pacientes com retinopatia da prematuridade graus I, II and III foram submetidos a mapeamento de retina e avaliação por tomografia de coerência óptica. RESULTADOS: Em todos os treze olhos de 12 pacientes a tomografia de coerência óptica mostrou a camada do epitélio pigmentar hiperrefletiva, sendo a área macular com maior intensidade. Nesses olhos as camadas da retina não estavam totalmente diferenciadas. A depressão foveal ficou claramente evidente pela tomografia de coerência óptica em 23%. CONCLUSÃO: Nos pacientes prematuros com retinopatia da prematuridade, a tomografia de coerência óptica mostrou as camadas da retina pouco diferenciadas com aumento da refletividade na área macular do complexo epitélio retiniano pigmentar-coriocapilar.
Keywords: Retinopatia da prematuridade; Tomografia de coerência óptica; Macula lutea; Fóvea central
Abstract
OBJETIVOS: Definir características do exame de autofluorescência, verificando sua utilidade no diagnóstico e acompanhamento de distrofias retinianas. MÉTODOS: Participaram do estudo, 28 pacientes, adultos, divididos igualmente em quatro grupos com diagnósticos de doença de Stargardt, distrofia de Cones, retinose pigmentar e voluntários saudáveis para estabelecimento do padrão de normalidade. Em média foram obtidas nove imagens com o filtro para angiofluoresceinografia para a formação da imagem autofluorescente no Heidelberg Retina Angiograph2. As imagens de cada grupo de pacientes foram analisadas para verificar características comuns. RESULTADOS: As imagens fundoscópicas autofluorescentes dos voluntários do grupo controle mostraram área foveal hipoautofluorescente em relação à retina do pólo posterior. As imagens dos portadores de doença de Stargardt, em geral, apresentaram lesão hipoautofluorescente, correspondendo à área macular. As principais alterações da autofluorescência em pacientes com distrofia de cones foram hipoautofluorescência macular com halo hiperautofluorescente. Nos portadores de retinose pigmentar, foram encontrados pigmentos periféricos causando hipoautofluorescência. Na região macular, hipoautofluorescência ou apenas desorganização do pigmento. CONCLUSÃO: O estudo mostrou a existência de padrões de autofluorescência de fundo nas distrofias de retina que permitem o diagnóstico e melhor interpretação da fisiopatogenia destas doenças.
Keywords: Doenças retinianas; Lipofuscina; Epitélio pigmentado ocular; Oftalmopatias hereditárias; Angiofluoresceinografia
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