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Abstract
OBJETIVO: Caracterizar as alterações de vias lacrimais em portadores de síndrome de Down. MÉTODOS: Estudo retrospectivo descritivo envolvendo 11 olhos de 8 pacientes com diagnóstico de síndrome de Down, acompanhados no período de 1995 a 2001. RESULTADOS: Todos os pacientes apresentaram quadro de dacriocistite crônica com obstrução no ducto nasolacrimal. Um paciente cursou também com canaliculite por Strepto- coccus sp e outro paciente apresentava ausência do ponto lacrimal inferior. Cinco pacientes foram submetidos à dacriocistorrinostomia, três à sondagem e intubação das vias lacrimais. A epífora foi resolvida em 4 olhos. CONCLUSÕES: Existem poucos relatos acerca do comprometimento das vias lacrimais em pacientes com síndrome de Down. A caracterização e a resolução cirúrgica do mecanismo obstrutivo lacrimal são importantes, uma vez que há interferência na qualidade de vida desses pacientes. No presente estudo, verificou-se que a obstrução da via lacrimal ocorreu no ducto nasolacrimal. O prognóstico cirúrgico foi ruim em 83,4% das intubações e em 57,2% das dacriocistorrinostomias. Causas do insucesso cirúrgico podem estar relacionadas à maior fibrose pós-operatória nesses pacientes e à dificuldade de colaboração dos mesmos no controle pós-cirúrgico. Estudos posteriores são necessários para verificação das presentes observações.
Keywords: Síndrome de Down; Doenças do aparelho lacrimal; Dacriocistite; Dacriocistorrinostomia; Intubação
Abstract
OBJETIVOS: Familiarizar o oftalmologista com a anatomia da região temporal, descrever a técnica cirúrgica da retirada da fáscia temporal e da suspensão frontal e analisar as vantagens e desvantagens da fáscia temporal na suspensão frontal. MÉTODOS: Revisão do prontuário de uma paciente com blefaroptose grave que foi submetida à suspensão frontal com fáscia temporal. Revisão da anatomia da fossa temporal e das técnicas cirúrgicas. RESULTADOS: Bom resultado estético e funcional foi conseguido no caso descrito. CONCLUSÃO: A fáscia temporal é boa opção na suspensão frontal com algumas vantagens: é um tecido autógeno, de fácil obtenção e mínima morbidade no pós-operatório.
Keywords: Fáscia; Blefaroptose; Retalhos cirúrgicos
Abstract
Descreve-se um caso de dacriocistite crônica secundária a sarcoidose. Foram revistos os dados clínico-patológicos e a técnica cirúrgica usada no tratamento da paciente. Foi realizada dacriocistorrinostomia e intubação da via lacrimal à esquerda. O exame anatomopatológico foi compatível com sarcoidose, que constitui achado raro nas afecções das vias lacrimais.
Keywords: Sarcoidose; Dacriocistite; Obstrução dos ductos la-crimais; Dacriocistorrinostomia; Relato de caso
Abstract
OBJETIVOS:Avaliar as indicações, os resultados e as complicações observadas nos pacientes submetidos ao implante de peso de ouro para correção do lagoftalmo paralítico. MÉTODOS: Vinte prontuários de pacientes com lagoftalmo secundário à paralisia facial de diversas etiologias, que foram submetidos à colocação do implante de ouro na pálpebra superior do lado afetado, foram examinados retrospectivamente. RESULTADOS: A causa mais freqüente de lagoftalmo paralítico foi pós-cirurgia de neurinoma do acústico (40%). Complicações precoces e tardias ocorreram em 40% dos implantes colocados. Quatro pacientes (20%) apresentaram reação inflamatória local nos primeiros meses de pós-operatório. Dois pacientes (10%) apresentaram afinamento da pele e do músculo orbicular sobre o peso de ouro, após 4 e 7 anos do implante, respectivamente. Um paciente (5%) apresentou deslocamento do peso de ouro após 3 anos de sua colocação e outro paciente (5%), extrusão do peso de ouro tardiamente, após 10 anos do implante. CONCLUSÕES: Nesta série, foi alto o índice de complicações com o implante de ouro (40%). As complicações foram divididas em precoces, possivelmente relacionadas à impureza do material, e complicações tardias, devido à evolução do quadro da paralisia facial que apresenta diminuição do tônus muscular.
Keywords: Ouro; Implante de prótese; Paralisia facial; Doenças palpebrais; Complicações pós-operatórias; Humano; Masculino; Feminino; Adulto; Meia-idade
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