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Abstract
RESUMOObjetivo:Avaliar da espessura central da córnea (CCT) e espessura corneana periférica (PCT) em pacientes com artrite reumatoide (RA). O segundo objetivo foi avaliar as relações entre os parâmetros de córnea, doença do olho seco e variáveis clínicas da RA.Método:Um total de 58 pacientes com RA e 58 indivíduos do grupo controle participaram deste estudo. Exame oftalmológico detalhado foi realizado para cada indivíduo. Avaliação do olho seco foi realizada por meio do teste de Schirmer, tempo de ruptura do filme lacrimal (TBUT), coloração com fluoresceína da córnea e do índice de doença da superfície ocular (OSDI). Espessura da córnea no ápice, centro da pupila e ponto mais fino, assim como PCT (três milímetros do ápice para localização superior, inferior, nasal e temporal) foram avaliadas por meio de imagens Scheimpflug (Pentacam®). Além disso, o índice periférico relativo (RPI) foi calculado dividindo-se a PCT pela CCT. A gravidade da doença e qualidade de vida foram avaliados com DAS28 e HAQ respectivamente. A avaliação laboratorial foi composta por VHS e PCR.Resultados:As espessuras de córnea médias no ápice, centro da pupila, ponto mais fino, assim como nos pontos superior, inferior, nasal e temporal foram significativamente mais finas em pacientes com RA do que nos controles. Os resultados dos testes de Schirmer e TBUT foram significativamente menores e a coloração por fluoresceína e o OSDI foram significativamente maiores em pacientes com RA. Não houve correlações significativas entre os parâmetros da córnea e variáveis clínicas da RA ou testes de olho seco.Conclusões:A espessura corneana central e periférica foram mais finas em pacientes com RA em comparação com indivíduos controle. Não houve correlações significativas entre os parâmetros da córnea e variáveis clínicas da AR ou testes de olho seco.
Keywords: Artrite reumatóide; Topografia da córnea; Olho seco
Abstract
Objetivo: Avaliar os parâmetros do segmento anterior em pacientes com síndrome de pseudoexfoliação (PXS) utilizando imagens de Scheimpflug. Métodos: Quarenta e três pacientes com PXS e 43 indivíduos saudáveis foram incluídos neste estudo transversal. Todos os participantes foram submetidos ao exame oftalmológico detalhado. Parâmetros do segmento anterior foram medidos por sistema de Scheimpflug. Resultados: Considerando os grupos PXS e controle, respectivamente, as espessuras médias da espessura corneana no ápice (536 ± 31 µm e 560 ± 31 µm, p=0,001), no centro da pupila (534 ± 31 µm e 558 ± 33 µm, p=0,001), e no ponto mais fino (528 ± 30 µm e 546 ± 27 µm, p=0,005), foram significativamente mais finas em pacientes com PXS. A acuidade visual foi significativamente menor (0,52 ± 0,37 contra 0,88 ± 0,23, p<0,001) e comprimento axial foi significativamente maior (23,9 ± 0,70 milímetros contra 23,2 ± 0,90 milímetros, p=0,001) em olhos com PXS comparados com os olhos controle. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre PXS e controle olhos em valores médios de ceratometria, ângulo da câmara anterior, profundidade da câmara anterior, volume da córnea e volume de câmara anterior. Conclusões: Os pacientes com PXS tem córneas mais finas, pior acuidade visual, e maior comprimento axial em comparação com controles saudáveis.
Keywords: Segmento anterior do olho; Síndrome de exfoliação; Topografia da córnea; Córnea/anatomia & histologia; Acuidade visual
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