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Abstract
Relatar um caso de depósito corneano de cobre em ambos os olhos a nível da membrana de Descemet associado a gamopatia monoclonal de significância indeterminada (GMSI). Paciente feminina, 49 anos, leucodérmica, apresentando depósito corneano de aspecto marrom-ouro a nível da membrana de Descemet em ambos os olhos. Exame sistêmico revelou cobre sérico elevado, ceruloplasmina sérica normal, e proteína total normal. Eletroforese de proteínas séricas demonstrou um pico único na região gama (proteína M = 11 g/l). Análise citométrica de aspirado medular evidenciou uma população de células plasmáticas monoclonais de aproximadamente 2% do total de células medulares consistente com o diagnóstico de gamopatia monoclonal de significância indeterminada. Depósitos de cobre a nível da membrana de Descemet podem ser encontrados em pacientes com gamopatia monoclonal de significância indeterminada.
Keywords: Cobre; Eletroforese de proteínas sangüíneas; Membrana de Descemet; Gamaglobulina; Paraproteinemias
Abstract
Objetivo: Avaliar as causas e o controle das opa cidades corneanas congênitas diagnosticadas em um centro oftal mológico de atendimento terciário e comparar os dados com um estudo anterior realizado na mesma instituição.
Métodos: Prontuários médicos informatizados de todos os pacientes com opacidade corneana congênita diagnosticada no Serviço de Córnea no Wills Eye Hospital (Filadélfia, PA) entre 1º de ja neiro de 2007 e 31 de dezembro de 2015 foram revisados retrospectivamente. Crianças com 12 anos ou menos na primeira consulta foram incluídas no estudo. A demografia dos pacientes, o diagnóstico ocular, a lateralidade, as anormalidades oculares associadas, outras cirurgias oculares realizadas antes ou após a primeira consulta e o tratamento foram extraídos dos prontuários médicos.
Resultados: Um total de 77 olhos de 56 pacientes foi examinado. A idade média de apresentação foi de 32,8 ± 44,2 meses, com um tempo médio de acompanhamento de 26,7 ± 30,1 meses. O diagnóstico mais frequente foi anomalia de Peters (53,2%), seguido por dermóide límbico (13,0%), aniridia com glaucoma e microftalmia (6,5%), esclerocórnea e glaucoma congênito (5,2%), idiopático (3,9%), síndrome de Axenfeld-Rieger e síndrome de Hurler (2,6%) e microcórnea (1,3%). Ceratoplastia primária foi realizada em 26 olhos, com desfecho de córnea clara de 76,0% durante o acompanhamento.
Conclusão: A anomalia de Peters é a causa mais comum de opacidade corneana congênita encontrada em nossa instituição. A ceratoplastia penetrante é a escolha mais frequente de cirurgia corneana para o tratamento de opacidades corneanas congênitas. Intervenções adicionais durante a ceratoplastia penetrante foram moderadamente correlacionadas positivamente com a falha do enxerto. Este estudo também mostra as taxas de algumas etiologias do que mudou ao longo faz últimas décadas em nosso serviço de córnea de atendimento terciário. Embora a anomalia de Peters continue a ser a causa mais comum das opacidades congênitas da córnea, sua taxa parece estar aumentando na última década. Opacidades congênitas da córnea devido a trauma no nascimento, que é uma das causas evitáveis, foram observadas em um estudo anterior em nossa clínica; no entanto, nenhum caso novo foi observado neste estudo.
Keywords: Córnea/anormalidades; Opacidade da córnea/ congênito; Ceratoplastia penetrante; Atenção terciária à saúde
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