Showing of 1 until 3 from 3 result(s)
Search for: Hélio Angotti Neto
Abstract
Tumor vasoproliferativo da retina é doença rara, benigna, caracterizada por lesão exsudativa retiniana periférica. Pode ser de origem primária (idiopática) ou secundária a uma gama de acometimentos retinianos prévios. O exame oftalmológico cuidadoso se torna necessário para estabelecer o diagnóstico. As opções terapêuticas incluem: observação, crioterapia, fotocoagulação a laser e braquiterapia. No presente estudo, os autores ilustram um caso de tumor vasoproliferativo idiopático da retina associado a edema macular. Serão discutidos aspectos do tumor na fundoscopia, angiofluoresceinografia, ultra-sonografia e tomografia de coerência óptica.
Keywords: Neoplasias da retina; Hemangioma; Neovascularização retiniana; Edema macular cistóide; Angiofluoresceinografia; Acuidade visual
Abstract
Apresentação de um caso de aumento de músculo extra-ocular causado por cisticercose, seus aspectos diagnósticos, clínicos, tratamento e revisão da literatura sobre o tema. Paciente de 38 anos do sexo feminino com aumento de músculo reto superior e pequena lesão cística foi tratada por um ano com prednisona oral com o diagnóstico de inflamação inespecífica da órbita. Havia importante restrição da motilidade ocular e dor. Tomografia computadorizada demonstrou espessamento do reto superior e pequena lesão cística, aparentemente sem conteúdo, na inserção do músculo. Biópsia excisional e estudo histopatológico confirmaram a suspeita de cisticercose. Houve melhora parcial da restrição de motilidade. A cisticercose de músculo extra-ocular é a mais frequente forma orbitária da doença. Tratamento clínico com albendazol e prednisona é eficiente, mas um atraso no diagnóstico pode levar a importante restrição residual na motilidade ocular.
Keywords: Taenia solium; Cisticercose; Infecções oculares parasitárias; Tomografia computadorizada por raios x; Transtornos da motilidade ocular; Prednisona; Albendazol; Relatos de casos
Abstract
OBJETIVO: Estudar a incidência das lesões expansivas orbitárias submetidas à biópsia em uma casuística de 11 anos no Hospital das Clínicas da FMUSP, e avaliar quais as principais especialidades envolvidas no diagnóstico e no tratamento de tais afecções. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Solicitou-se ao setor de arquivos do hospital todos os casos de tumores e lesões de órbita submetidas à biópsia no período de 1993 a 2004. Dos 924 prontuários obtidos, 115 foram separados após análise dos dados segundo os resultados histopatológicos obtidos. Outros 111 pacientes foram obtidos por meio dos arquivos pessoais da patologista encarregada da Oftalmologia no Departamento de Patologia, dos quais 45 pacientes foram excluídos por coincidirem com a fonte anterior. Os dados foram contabilizados e comparados com os de outros serviços. RESULTADOS: Das 181 lesões orbitárias estudadas, 70% eram primárias, 23% eram secundárias, 6% consistiam de metástases e linfomas e 1% não foi classificada. Em relação à especialidade responsável diretamente pelo paciente, 72,37% dos pacientes foram assistidos por oftalmologistas, 14,36% por cirurgiões de cabeça e pescoço, 6,62% por neurocirurgiões e 6,62% por outros setores do hospital. CONCLUSÕES: As afecções orbitárias são atendidas em sua maioria pelos oftalmologistas especializados em tal área, e ao se incluir nesta casuística outras especialidades, nota-se um aumento no número de casos de lesões tumorais secundárias quando comparada ao de outros trabalhos realizados em serviços no exterior. Há necessidade de criar-se um registro confiável dos casos de lesões expansivas orbitárias nos serviços especializados brasileiros, e confirma-se o caráter multidisciplinar do objeto deste estudo.
Keywords: Tumores; Órbita; Neoplasias orbitárias
ABO is licensed under a Creative Commons Attribution-NonComercial 4.0 Internacional.
About
Issues
Editorial Board
Submission
Official publication of Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Rua Casa do Ator, 1.117 - 2º andar - CEP: 04546-004
São Paulo - SP, Brazil
Phone: +55 11 3266-4000