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Abstract
Trauma ocular é causa importante de baixa de acuidade visual em todos os países do mundo. A integridade do bulbo ocular é primordial para recuperação visual nesses pacientes. Acidentes domésticos, automobilísticos, esportivos, além de queimaduras químicas e térmicas são as principais causas de trauma em nosso meio. O uso de lentes de contato é indicado para a reabilitação visual em casos de astigmatismos regulares ou irregulares de córnea, anisometropias, afacias, opacidades paracentrais superficiais ou profundas na córnea decorrentes do trauma ocular. As lentes de contato podem ser utilizadas no pós-trauma com finalidade terapêutica ou para correção visual. As lentes mais utilizadas para correção visual pós-trauma são as lentes de contato rígidas gás permeáveis, com alto coeficiente de permeabilidade. As lentes de contato gelatinosas podem ser usadas imediatamente após o trauma ocular com finalidade terapêutica e mais tardiamente para correção óptica em afacias e anisometropias traumáticas. A lente de contato é parte importante no tratamento tardio do trauma ocular, propiciando melhora significativa da acuidade visual na maioria dos casos.
Keywords: Traumatismos oculares; Lentes de contato; Acuidade visual
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a influência da ação antimicrobiana das soluções multiuso para desinfecção de lentes de contato hidrofílicas. MÉTODOS: Duas soluções multiuso denominadas solução A (poliquaternário-1 a 0,001% e miristamidopropil dimetilamina a 0,0005%) e solução B (poliaminopropil biguanida a 0,0001%) foram testadas em lentes de contato hidrofílicas contaminadas com Pseudomonas aeruginosa (ATCC27583), Staphylococcus epidermidis (ATCC1226), Klebsiella pneumoniae (ATCC13883), Staphylococcus aureus (ATCC25923) e Candida albicans (ATCC 10231) para verificar a quantidade de redução do crescimento dos microrganismos após o enxágue com as soluções. Foram seguidas as instruções preconizadas pelos fabricantes. RESULTADOS: Houve redução de 90% do crescimento de Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus epidermidis, Staphylococcus aureus e Candida albicans. Não houve crescimento de Klebsiella pneumoniae. CONCLUSÃO: As soluções testadas neste trabalho mostraram redução do número de microrganismos testados.
Keywords: Lentes de contato hidrofílicas; Conjuntiva; Soluções; Pseudomonas aeruginosa; Staphylococcus epidermidis; Stapylococcus aureus; Klebsiella pneumoniae; Candida albicans; Desinfecção; Ceratite; Keratitis
Abstract
Objetivo: Análise quantitativa da estesia corneal em pacientes submetidos à cirurgia refrativa (PRK). Métodos: Estudo prospectivo, longitudinal e intervencionista, analisando 45 olhos com estesiômetro de Cochet Bonnet no período pré-operatório, no 30º dia após a cirurgia e no 90º dia após cirurgia refrativa. Os pacientes com erro refracional maior ou igual a 4 dioptrias, foram submetidos ao uso de mitomicina 0,02%, por período de 20 segundos no intraoperatório. Resultados: Observou-se diminuição da sensibilidade corneal no 30º dia em todos os olhos, retornando a níveis próximo ao normal no 90º dia, apresentando redução média final de 14,9%. Mitomicina C foi utilizada em 24 (53,3%) dos 45 olhos examinados. No grupo que recebeu mitomicina C, não houve recuperação da estesia normal (média de 39,2 mm) (p<0,001), após 90 dias de cirurgia. Conclusão: Com base nos resultados obtidos, verificamos que ocorreu recuperação da estesia corneal próximo ao normal 90 dias após a cirurgia, porém inferior aos valores iniciais, no grupo sem o uso de mitomicina C intraoperatória. No entanto, no grupo submetido ao uso de mitomicina, não houve a recuperação da sensibilidade corneal a níveis normais, mesmo após o período de 90 dias.
Keywords: Mitomicina; Córnea; Ceratectomia fotorrefrativa; Miopia; Estudos prospectivos
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