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Abstract
OBJETIVOS: Avaliação clínica dos sinais da reação inflamatória de fixação de implante orbitário (ímã recoberto por ouro) e avaliação macroscópica de sua resistência aos fluidos orgânicos. MÉTODOS: Estudo experimental em 54 coelhas adultas, divididas em três grupos de 18, com 3 subgrupos de 6 de acordo com o material usado para fixação, avaliação com uma, três e seis semanas de pós-operatório. Fixação, no rebordo inferior da órbita, de implante (ímã e ouro) por meio de cola ou parafuso ou fio inabsorvível (Mersilene 5.0®). As órbitas contralaterais (sem implante) compuseram o grupo-controle. Medidas da resistência à tração tangencial do implante fixado. RESULTADOS: Sinais clínicos de reação inflamatória à fixação orbitária do implante foram observados com cianoacrilato, parafuso, ou sutura inabsorvível (Mersilene 5.0®), até a sexta semana de pós-operatório, sendo mais intensa no grupo F (fixação com fio). A força de tração de 80 gf, independentemente do tipo de fixação, não produziu arrancamentos em 94,5% dos implantes na primeira semana, 100% na terceira semana e em 94,5% dos casos na sexta semana. CONCLUSÃO: Sinais clínicos de reação inflamatória do implante e sua fixação foram observados com cianoacrilato ou parafuso ou sutura inabsorvível (Mersilene 5.0®) até a sexta semana pós-operatória, sendo mais intensa no grupo F (fio). A resistência do implante aos fluídos orgânicos mostrou falha em 9,3% (implante com dano).
Keywords: Magnetismo; Ouro; Nistagmo patológico; Coelhos; Feminino
Abstract
OBJETIVOS: Avaliação microscópica dos sinais da reação inflamatória causada pela fixação de implante orbitário (ímã, recoberto por ouro). MÉTODOS: Estudo experimental em 54 coelhas adultas, divididas em três grupos de 18, com 3 subgrupos de 6, avaliação com uma, três e seis semanas de pós-operatório. Fixação, no rebordo inferior da órbita, de implante (ímã e ouro) por meio de cola, parafuso ou fio inabsorvível (Mersilene 5.0®). As órbitas contralaterais (sem implante) compuseram o grupo-controle. RESULTADOS: Sinais histológicos de reação inflamatória à fixação orbitária do implante foram observados, com cianoacrilato, parafuso, ou sutura inabsorvível (Mersilene 5.0®), até a sexta semana pós-operatória, com predomínio do processo inflamatório crônico e fibrótico cicatricial, sem demonstrar diferenças estatisticamente significativas na maior parte dos casos. CONCLUSÃO: O exame histopatológico demonstrou, na maior parte das órbitas com e sem implante, presença de reação inflamatória aguda e crônica até a sexta semana pós-operatória, com predomínio de processo inflamatório crônico e fibrótico cicatricial, sem demonstrar, na maior parte dos casos, diferenças estatisticamente significante entre os grupos experimental e controle.
Keywords: Implantes orbitários; Magnetismo; Ouro; Nistagmo patológico; Coelhos; Estudo comparativo
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