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Abstract
Objetivo: Avaliar a comparação, a longo prazo, da eficácia quantitativa da sobrancelha interna e externa em combinação com a blefaroplastia da pálpebra superior com base nas posições lateral e central da sobrancelha.
Métodos: Este estudo retrospectivo avaliou as cirurgias interna e externa da braquiterapia com blefaroplastia de pálpebra superior realizadas entre janeiro de 2012 e dezembro de 2017 no setor de cirurgia Oculoplástica de nosso hospital. Pacientes submetidos à cirurgia periorbitária e frontal, com doenças oftalmológicas ou neurológicas e usuários de Botox não foram incluídos no estudo. Medidas pré e pós-operatórias foram feitas em fotografias tiradas na mesma posição. Foram medidas as distâncias do centro da pupila e do ponto de intersecção entre a linha horizontal que passa pela pupila e a linha vertical que passa pelo canto lateral do olho até as bordas superiores da sobrancelha. A análise fotogramétrica da posição da sobrancelha foi analisada usando o software Corel Draw.
Resultados: Foram analisadas fotografias pré e pós-operatórias de 70 pálpebras. As medidas foram feitas 24 meses após a cirurgia. Elevações médias de 2,10 e 3,19 mm foram observadas na região central e laterais, respectivamente, no grupo de sobrancelha interna. Essas elevações foram de 2,66 e 3,03 mm no grupo da sobrancelha externa e 0,48 e 0,55 mm no grupo controle (p=0,126, p=0,25). A sobrancelha interna e externa apresentou valores de elevação estatisticamente semelhantes nas regiões central e lateral (p=0,636, p=0,342).
Conclusões: Cirurgia de sobrancelha externa e interna proporcionam elevações adequadas e semelhantes nas sobrancelhas central e lateral que foram significativamente diferentes daqueles no grupo de blefaroplastia padrão no acompanhamento a longo prazo.
Keywords: Blefaroplastia; Sobrancelhas; Ptosis/cirurgia; Pálpebras/cirurgia
Abstract
OBJETIVO: Atribuir variações microvasculares à cabeça do nervo óptico no glaucoma pseudoesfoliativo e primário de ângulo aberto, e definir a relação entre a densidade dos vasos e a espessura da camada de fibras nervosas da retina.
MÉTODOS: Este estudo foi projetado como observacional e transversal. Foram incluídos 72 olhos com glaucoma primário de ângulo aberto, 41 olhos com glaucoma pseudoesfoliativo e 60 olhos saudáveis. Foram obtidas imagens do nervo óptico centralizadas na cabeça do nervo com 4,5 × 4,5 mm de tamanho de varredura. A densidade vascular foi avaliada em toda a imagem, na área peripapilar, dentro do disco óptico e em todos os quadrantes setoriais.
RESULTADOS: Em todas as regiões, a densidade vascular foi menor em ambos os grupos com glaucoma que nos olhos saudáveis (p<0,05 para todas as variáveis). Em ambos os grupos com glaucoma, a densidade vascular mostrou resultados semelhantes nos setores nasal inferior, inferior nasal e temporal inferior (respectivamente, p=0,157, p=0,128 e p=0,143). Os olhos com glaucoma pseudoesfoliativo mostraram densidade vascular acentuadamente menor que nos olhos com glaucoma primário de ângulo aberto em todas as outras regiões (p<0,05). A espessura média da camada de fibras nervosas da retina demonstrou uma correlação positiva com a densidade vascular em todos os setores peripapilares em ambos os grupos com glaucoma (p<0,05 para todas as variáveis).
CONCLUSÕES: A redução da densidade vascular foi correlacionada a uma redução da espessura da camada de fibras nervosas da retina em ambos os grupos com glaucoma. A densidade vascular reduzida na cabeça do nervo óptico poderia ser usada para provar patologias microvasculares e possíveis alterações isquêmicas responsáveis por uma evolução mais rápida e um prognóstico pior no glaucoma pseudoesfoliativo.
Keywords: Disco óptico; Glaucoma de ângulo aberto; Fibras nervosas; Vasos retinianos; Tomografia de coerência óptica; Angiografia por tomografia computadorizada
Abstract
OBJETIVO: Avaliar através de angiotomografia de coerência óptica o fluxo sanguíneo macular e da cabeça do nervo óptico em pacientes pediátricos com epilepsia tratados com levetiracetam por pelo menos 12 meses.
MÉTODO: Trinta e três pacientes pediátricos com epilepsia e 30 crianças voluntárias saudáveis pareadas por sexo e idade foram incluídos no estudo. A angiotomografia de coerência óptica foi utilizada para avaliar as alterações da perfusão da cabeça do nervo óptico e da macular. As médias das pressões de perfusão ocular também foram calculadas. Pacientes em uso de múltiplas drogas antiepilépticas ou com história prévia de uso de diferentes drogas foram excluídos do estudo.
RESULTADO: A área do fluxo coriocapilar foi significativamente menor no Grupo Estudo do que no Grupo Controle (p=0,006). Entretanto, a zona avascular foveal e as densidades vasculares no plexo capilar superficial e profundo da região macular e na cabeça do nervo óptico não foram significativamente diferentes daquelas
de olhos saudáveis (p>0,05). Também não houve diferença significativa entre os dois grupos em relação às médias da pressão de perfusão ocular (p=0,211). Nenhuma correlação aparente foi encontrada entre a duração do tratamento e os parâmetros da angiotomografia de coerência óptica ou a média da pressão de perfusão ocular.
CONCLUSÃO: Em crianças usando levetiracetam, a perfusão coroidal mostrou-se reduzida em comparação ao grupo controle, enquanto a perfusão retiniana não foi afetada neste estudo com angiotomografia de coerência óptica.
Keywords: Pressão intraocular; Levetiracetam; Tomografia de coerência óptica; Angiofluoresceinografia; Epilepsia; Criança
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